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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

“Pela democracia, contra a corrupção”


Lendo Lira Neto na ótima biografia de Getúlio Vargas, um trecho cita que “a cada dia pipocavam escândalos, uns maiores, outros menores, nos mais diversos setores da administração pública – fato que levou Carlos Lacerda a cunhar a expressão ‘“mar de lama””.
Isso ocorreu em meados de 1952 e 1953, com a economia em pífio desempenho.  
Estamos em 2015 e parece que voltamos à “Além do Tempo”?!
Que Brasil!?!?!?    

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Governo: quando até o Simples é complicado.


Parecia até Simples, mas até nisso o governo consegue ser complicado. O Brasil precisa urgentemente de lideranças capazes de fazer a “máquina” funcionar no que ela tem de básico. É impossível continuar neste estado de entorpecimento onde resta evidente que o único esforço do governo é tentar ser governo até o final do mandato. Isso é muito pouco e os brasileiros precisam de muito mais. 
Sinfrônio, hoje, no cearense Diário do Nordeste, foi direto ao ponto. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O Brasil no The New York Times: Brazil’s Rising Turbulence.

Brazil is in tatters. The economy is in a deepening recession: Last Tuesday, Moody’s downgraded Brazil’s credit rating to just about junk. A massive corruption scandal involving the national oil company Petrobras has ensnared scores of politicians and businessmen. The legislature is in revolt. President Dilma Rousseff’s popularity rating, less than a year after her re-election, is down to one digit, and nationwide protests on Sunday reverberated with calls for her impeachment.

In all this turbulence, it is easy to miss the good news: the fortitude of Brazil’s democratic institutions. In pursuing bribery at Petrobras, federal prosecutors from a special anticorruption unit of the Public Ministry have not been deterred by rank or power, dealing a blow to the entrenched culture of immunity among government and business elites. Former Petrobras executives have been arrested; the wealthy chief executive of the construction giant Odebrecht, Marcelo Odebrecht, is under arrest; the admiral who oversaw Brazil’s secret nuclear program has been arrested, and many others face scrutiny, including Ms. Rousseff’s predecessor and mentor, Luiz Inácio Lula da Silva.

Though the investigations have created huge political problems for Ms. Rousseff and have raised questions about her seven-year tenure as the chairwoman of Petrobras, before she became president, she has admirably made no effort to constrain or influence the investigations. On the contrary, she has consistently emphasized that no one is above the law, and has supported a new term for the prosecutor general in charge of the Petrobras probe, Rodrigo Janot.

So far, the investigations have found no evidence of illegal actions on her part. And while she is no doubt responsible for policies and much of the mismanagement that have laid Brazil’s economy low, these are not impeachable offenses. Forcing Ms. Rousseff out of office without any concrete evidence of wrongdoing would do serious damage to a democracy that has been gaining strength for 30 years without any balancing benefit. And there is nothing to suggest that any leaders in the wings would do a better job with the economy.


There is no question that Brazilians are facing tough and frustrating times, and things are likely to get worse before they get better. Ms. Rousseff is also in for a lot more trouble and criticism. But the solution must not be to undermine the democratic institutions that are ultimately the guarantors of stability, credibility and honest government.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Delfim Netto: O perigo.

Recentemente li na FOLHA um novo artigo do mestre Delfim Netto. 

Depois de um extraordinário e justificado entusiasmo nacional por termos reencontrado o caminho da construção de uma sociedade "civilizada": 1) com o "milagre" da Constituição de 1988; 2) com o movimento de reequilíbrio geral iniciado, mas nunca terminado, pelo Plano Real de 1994/95 e, afinal 3) com a aceleração da inclusão social a partir de 2003 apoiada por um fantástico e passageiro donativo externo, terminamos 2010 com brilhante superação da maior crise econômica e social que o mundo conheceu depois da Segunda Guerra Mundial.

Com essa história, Dilma Rousseff elegeu-se com relativa facilidade. Os estresses internos estavam escondidos pela velocidade do crescimento e a condição externa estava mudando, o que exigiu um forte ajuste em 2011. O seu primeiro mandato foi testemunha do primeiro grito de desconforto da sociedade brasileira nos últimos 30 anos, e a sua reeleição marcada por um embate político de rara agressividade.

Nossa situação econômica é certamente delicada, mas claramente superável. O fenômeno mais grave que estamos vivendo, entretanto, é a generalização da recusa à política que está se apropriando de boa parte da juventude brasileira.

Sem perceber, ela tem sido vítima da mais incompetente história "engajada" ensinada há décadas nas escolas de todo nível (da base às universidades), sob os auspícios do MEC e de sindicatos de funcionários públicos que se acreditam "professores".

Com raras exceções, não aprenderam nada, nem da história pátria, nem da universal. Continuam comparando o socialismo "ideal" com o capitalismo "real", esquecendo o socialismo "real". Continuam ensinando que a "verdadeira" democracia é o sistema em que a "maioria" decide que a "minoria" não tem outro direito que não o de obedecer-lhes. É a matriz do pensamento autoritário que infecciona a sociedade e que sempre terminará numa "verdadeira" democracia de direita que dura 20 anos, ou numa "verdadeira" democracia de esquerda, em geral mais competente, que costuma durar pelo menos 70...

Quando a maioria da sociedade empodera pelo sufrágio universal um governo para atender a todas as suas vontades, o mais provável é que (inclusive a minoria que se negou a fazê-lo) vai entregar-lhe tudo, a começar por sua liberdade. Disso já sabiam os "founding fathers" da nação americana que construíram, na sua Constituição os mais altos obstáculos ao autoritarismo, sob o controle de um Supremo Tribunal, cuja função básica é garantir os inalienáveis direitos das minorias.


Os fatos dão razão à História: quem a ignora --que é o caso das nossas "direita" boçalizada e "esquerda" imbecilizada-- está mesmo destinado a repeti-la.

sábado, 18 de outubro de 2014

As diferenças nas ideias econômicas de Aécio e Dilma.

Texto na revista ÉPOCA desta semana, relaciona as as diferenças nas ideias econômicas de Aécio Neves e Dilma Rousseff e isso é muito importante neste momento de eleições. 

Para os meus ainda fiéis leitores e eleitores, uma boa reflexão ainda nesta semana, antes do dia 26. 

Os candidatos Aécio Neves, do PSDB, e Dilma Rousseff, do PT, rolaram na lama nos últimos dias, atracados numa violenta briga eleitoral. Acusações e denúncias têm seu papel no debate. Parte dos eleitores decide o voto na suposição de que um candidato seja mais honesto que outro. Mas a parte dos eleitores que prefere escolher ideias se sente abandonada, ao tentar encontrar algum diamante no meio do lamaçal. Por isso, vale a pena avaliar com carinho as ideias em confronto. Os dois candidatos e seus partidos representam hoje visões bem distintas sobre como funciona a economia e como um governo pode contribuir com a prosperidade dos cidadãos. Para esclarecê-las, convidamos economistas ligados às duas campanhas a explicar suas ideias.

Tanto o ideário econômico de Aécio como o de Dilma resultam da interação de diferentes correntes de pensamento. No caso de Aécio, a mais evidente no momento é o princípio do liberalismo econômico. Na tradição brasileira, liberais defendem que o Estado seja comedido. Cabe ao governo cumprir funções fundamentais, como prover segurança, educação, ou garantir a estabilidade econômica – controlar a inflação, dar bom rumo às contas públicas e revelar com transparência como cumpre essas tarefas. “O PSDB de hoje acredita que cabe ao mercado usar os recursos da melhor forma possível e ao Estado criar regras apenas para corrigir as falhas de mercado”, diz o economista Fernando Holanda Barbosa Filho, professor do Ibre-FGV.

Liberal em economia, no Brasil, é o governo que dá o máximo de liberdade possível aos agentes, como os profissionais e as empresas. Por esse credo, se o cenário econômico for estável e as regras claras, as empresas farão planos, investirão e criarão empregos. O grande nome dessa corrente no Brasil é o economista Eugênio Gudin (1886-1986). Mas não há sentido em chamar Aécio e o PSDB de economicamente liberais, muito menos xingá-los de “neoliberais”. O liberalismo é um princípio, não um programa de governo. Pode-se usá-lo com diferentes intensidades. No Brasil, uma boa dose seria bem-vinda, pois nossa economia ainda é fechada ao mundo, tem presença exagerada do Estado em comparação com países desenvolvidos e barra com burocracia o caminho dos empreendimentos. Resolver esses entraves exige uma aplicação bem calibrada de liberalismo.

A influência dos economistas liberais no PSDB começou no governo Itamar Franco, em 1993. O então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, incumbido de enfrentar a hiperinflação, reuniu um grupo deles. A reunião resultou no Plano Real e no fim da hiperinflação. Esses economistas mantiveram sua influência no governo Fernando Henrique, a partir de 1994. Eles apresentaram ao país conceitos importantes de gestão pública, como responsabilidade fiscal, metas de inflação e agências reguladoras com autonomia, de que nos beneficiamos até hoje. O pensamento econômico liberal deverá se manter em alta no partido, caso Aécio seja eleito, porque se opõe frontalmente à estratégia econômica do governo Dilma. “Há duas visões do que é incentivo a quem produz e cria empregos. Para o PT, é dar dinheiro, subsídio, financiamento. Para o PSDB, é criar regras atraentes, inspirar credibilidade, confiança”, diz a economista Monica de Bolle, doutora em economia pela London School of Economics. Pesquisadora visitante no Wilson Center, nos Estados Unidos, ela hoje prepara um livro crítico sobre o governo Dilma Rousseff.

O liberalismo dos economistas que apoiam Aécio é temperado com a social-democracia. Trata-se de uma ideia nascida na Europa, na segunda metade do século XIX. Originalmente, defendia uma transição pacífica do capitalismo para o socialismo. Ao longo do século XX, evoluiu. Deixou para trás conceitos empoeirados, como o conflito de classes e a vilipendiação do empresário. Na concepção moderna, busca justiça social sem abrir mão da economia de livre mercado. Esse conceito fundamental norteou a criação do PSDB, em 1988.

Dilma também se alimentou de duas fontes principais para formar seu credo econômico. Ela é uma desenvolvimentista. Essa corrente de pensamento surgiu em países subdesenvolvidos, em reação à Grande Depressão, iniciada em 1929. A crise varreu o mundo – no Brasil, sumiram os empregos na lavoura cafeeira, principal atividade do país naquela época. Nesse cenário, surgiram economistas dispostos a não dar chance ao acaso e garantir o desenvolvimento por meio de planejamento estatal. No Brasil, o principal nome dessa escola econômica foi Celso Furtado (1920-2004). Dilma, como boa desenvolvimentista, acredita que cabe ao governo mais que regular e garantir estabilidade. Por essa visão de mundo, cabe ao Estado fazer o que for necessário para promover o crescimento – investir, contratar, emprestar ou produzir ele mesmo. A “nova matriz econômica” defendida pelo governo Dilma nos últimos anos consistiu em tolerar mais inflação, oferecer mais crédito e estimular o consumo. Essa receita deveria incentivar as empresas a investir mais, para atender os consumidores. Esse resultado, até o momento, não apareceu. O governo passou também a agir de maneira pontual, com subsídios e intervenções em setores que considerou estratégicos e com apoio a grandes empresas que considerou ter chances de se tornar multinacionais com poder de fogo global. Esse curso de ação manteve empacados o investimento e a produtividade. Seu efeito positivo foi disseminar o surgimento de empregos, mesmo que de baixa remuneração e qualificação. A combinação de baixo desemprego, aumento real do salário mínimo, expansão do Bolsa Fa­mília e da oferta de crédito teve efeito poderoso no bem-estar dos brasileiros durante a maior parte dos 12 anos de governo petista. “O PT dá mais ênfase às políticas sociais. Por essa visão, o Estado é importante para contribuir com a redução das desigualdades sociais, porque o mercado é incapaz de propiciar isso à população excluída do sistema. Estamos num país com desigualdades muito gritantes”, afirma o economista Fabrício de Oliveira, ex-professor da Unicamp e da UFMG. Oliveira foi um dos economistas a assinar o manifesto “O Brasil não quer voltar atrás”, de apoio a Dilma, publicado na terça, dia 14.


A outra fonte em que bebe o pensamento econômico de Dilma é o trabalhismo. Ela iniciou carreira no PDT, representante de uma esquerda moderada e pragmática, orientada para a conquista de resultados para os assalariados. O PT nasceu em 1980, num momento em que o ideário socialista ainda cativava, mundo afora, os idealistas ingênuos, os desiludidos com a democracia e os desinformados de economia – ainda que já se comprometesse mais com resultados práticos do que com princípios ideológicos. Mesmo assim, o PT era um partido sectário, que tendia a dividir o mundo em explorados e exploradores. Essa visão de mundo evoluiu gradualmente, à medida que ganharam força, no exterior, movimentos trabalhistas mais dispostos a negociar e a buscar resultados práticos. Formou-se nesse caldeirão o maior líder do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma ingressou no PT em 2001 e mostrou-se mais apegada a ideologias que Lula. No momento, é difícil ver isso como uma vantagem. 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Aécio Neves - manifesto de apoio.

Apoiamos Aécio Neves porque a sociedade brasileira quer mudanças. Porque é preciso dar um basta à conivência com a corrupção e aos retrocessos que marcaram a ação do governo nos últimos anos: a confusão entre partido e Estado e a cooptação de organizações da sociedade civil.

Porque a democracia requer valores republicanos e exige o respeito às diferenças políticas, culturais e individuais. Apoiamos Aécio Neves porque a estabilidade e o crescimento econômicos são condições indispensáveis para que a redução das desigualdades seja efetiva, e a retomada do desenvolvimento seja sustentável.

Porque queremos que as pessoas realmente se emancipem da ineficiência e das distorções dos serviços públicos, da pobreza que amesquinha seus horizontes e da falta de acesso a direitos fundamentais em áreas prioritárias como educação, saúde e segurança pública.

*

A LISTA DE NOMES*
Abílio A. Baeta Neves - Professor titular da UFRGS
Adilson Simonis - Professor titular da USP
Adriano Pires - Economista
Alberto Aggio -Professor titular da Unesp
Alessandro Ventura - Arquiteto
Alexandre Salles - Economista
Alexandre Schwartsman - Economista
Álvaro de Souza - Empresário
Amarildo Virgulino - Economista
Amilcar Baiardi - Professor titular da UFBA
Ana Paula Vescovi - Economista
André Medici - Economista
Antonio Cícero - Poeta
Antonio Marcio Buainain - Professor do IE/Unicamp
Antonio Octavio Cintra - Cientista político
Aron Belinky - Administrador
Barby de Bittencourt Martins - Socióloga
Beatriz Bracher - Escritora
Beatriz Cardoso - Educadora
Bolívar Lamounier - Cientista politico
Bolívar Moura Rocha - Advogado
Boris Fausto - Historiador
Breno Raigorodsky - Publicitário
Carlos Ari Sundfeld -Advogado
Carlos de Almeida Vieira - Médico
Carlos Dranger - Arquiteto
Carlos Eduardo Lessa Brandão - Engenheiro
Carlos Henrique de Brito Cruz - Prof. titular da Unicamp
Carlos Pereira - Cientista político
Carolina Learth - Engenheira
Celia Fix Korbivcher - Psicanalista
Cesar Borges de Souza - Empresário
Claudia Romano - Economista
Cleonice Ferreira da Cunha - Arquiteta
Clóvis Cavalcanti - Economista
Clóvis Panzarin - Economista
Dalberto Adulis - Administrador
Decio Zylbersytajn -Professor titular da USP
Dora Fix Ventura - Biopsicóloga
Dora Kaufman - Economista
Edmar Bacha - Economista
Edson Teófilo - Economista
Eduardo Felipe Matias - Advogado
Eduardo Giannetti - Economista
Eduardo Portella - Escritor
Eduardo Viola - Professor titular da UnB
Elizabeth Castanheira P. Costa - Consultora
Eneida Orenstein Ende - Auditora Fiscal
Estela Neves - Arquiteta
Eunice Ribeiro Durhan -Professor titular da USP
Evandro Carlos Ames - Economista
Everardo Maciel -Tributarista
Fábio Akira Nakayama Ohia -Engenheiro
Felipe Massao Kuzuhara -Economista
Fernando Furriela - Advogado
Fernando Schuler - Advogado
Flávio Dias Barbosa - Engenheiro
Francisco Correa Weffort - Sociólogo
Francisco Vidal Luna - Economista
Frederica Kriek Cavalcanti - Professora da UFPE
Gabriel Maciel Fontes - Advogado
Geraldo Biasoto - Professor do IE/Unicamp
Guilherme Aranha Coelho - Advogado
Guilherme Dias - Economista
Guilherme Doin - Advogado
Guilherme Lima - Economista
Gustavo Franco - Economista
Hamilton Dias de Souza - Advogado
Hans Michael van Bellen - Prof. Associado da UFSC
Helena Sampaio - Antropóloga
Helena Severo - Produtora cultural
Helio Mattar - Empreededor social
Heloisa Helena Jardim Almeida - Comerciante
Henrique Wittler - Engenheiro
Isaías Coelho - Economista
Itiberê Muarrek -Economista
Ivonne Maggie - Antropóloga
Joana Setzer - Advogada
Joaquim Francisco de Carvalho - Engenheiro
José Álvaro Moisés - Professor titular da USP
José Arthur Giannotti - Professor titular da USP
José Eli da Veiga - Professor titular da USP
José Roberto Afonso - Economista
José Roberto Mendonça de Barros - Economista
Jurandir Craveiro - Publicitário
Leandro Piquet - Professor titular da USP
Lia Zatz - Escritora
Lino de Macedo - Educador
Livia Barbosa - Antropóloga
Lourdes Sola - Professora titular da USP
Luciano Ramos - Cientista social
Lucio Gomes Machado - Arquiteto
Luis Fernando Laranja da Fonseca - Médico Veterinário
Luis Fernando M. Coutinho - Empreendedor
Luis Otávio Furquim - Advogado
Luiz Carlos Pereira da Silva - Locutor TV
Luiz Felipe Lampréia - Diplomata
Luiz Sergio Henriques - Tradutor
Maína Celidonio - Economista
Marcilio Marques Moreira -Advogado
Marco Polo Buonora - Geólogo
Marcos Cavalcanti - Professor COPPE/UFRJ
Marcos Egydio - Engenheiro agrônomo
Marcos Jank - Economista
Marcos José Mendes - Consultor Legislativo Senado
Marcos Nóbrega - Professor Adjunto da UFPE
Marcus Melo - Cientista político
Margarida do Amaral Lopes - Mediadora
Maria Alice Rufino - Psicóloga
Maria Angela D´Incao - Socióloga
Maria Eduarda Marques - Historiadora
Maria Helena Guimarães Castro - Educadora
Maria Inês Fini - Educadora
Maria Nelma Gaburro - Funcionária Pública
Mariana Castanheira P. Costa - Jornalista
Marília de Almeida Maciel Cabral - Advogada
Mário Brockman Machado - Cientista político
Mario Roitman - Empresário
Maristela Bernardo - Jornalista
Mariza Abreu - Educadora
Marta Dora Grostein - Professora titular da USP
Monica Baumgarten de Bolle - Economista
Monika Naumann - Engenheira Florestal
Patrícia Castanheira P. Costa - Jornalista
Paulo Cabral de Araújo Neto - Arquiteto
Paulo César Brito - Ator
Paulo Francini - Engenheiro
Paulo Gonzaga Mibielli de Carvalho - Economista
Pedro Malan - Economista
Peter Knight - Economista
Philippe Reischtul - Economista
Rachel Biderman - Advogada
Raimundo Santos - Professor da UFRRJ
Raul Velloso - Economista
René Scharer - Empreendedor Social
Ricardo Guimarães - Empresário
Roberto Macedo - Economista
Roberto Muylaert - Jornalista
Ronaldo Porto Macedo Jr - Advogado
Rosiris Innocenzi - Socióloga
Rubens Barbosa - Diplomata
Rubens Gomes - Músico
Ruth Goldemberg - Empreendedora cívica
Ruth Viotti Saldanha - Professora
Ruy Korbivcher - Empresário
Sandra Sinicco - Jornalista
Sergio Besserman Vianna - Professor da PUC-Rio
Sergio Fausto - Cientista político
Sergio Guimarães Ferreira - Economista
Sergio Mindlin - Empreendedor Social
Sergio Monteiro Salles - Prof. titular da Unicamp
Shigueo Watanabe - Físico
Silvana Cappanari - Psicóloga
Simon Schwartzman - Sociólogo
Sonia Draibe - Prof. titular da Unicamp
Sonia K. Guimarães - Professora titular da UFRGS
Tatiana Pezutto - Geógrafa
Tércio Sampaio Ferraz - Jurista
Thaia Perez - Atriz
Thiago Villas Bôas Zanon - Engenheiro
Vera Cabral Costa -Economista
Walter Colli - Professor titular da USP
Walter de Mattos Jr. - Jornalista
Wellington Almeida - Professor da UnB
Yan Dozol Carreirão - Cientista político

Zander Soares de Navarro - Professor da UFRGS

domingo, 17 de agosto de 2014

Brasil: Em 2014 ainda uma Colônia de Portugal.

Leio na coluna do Lauro Jardim na VEJA.com:

A burocracia brasileira é um caso perdido. 

Em julho, o Diário Oficial da União publicou a nomeação de uma servidora do Ministério da Micro e Pequena Empresa para ocupar o cargo de Coordenador da Coordenação da Coordenação-Geral de Serviços de Registro do Departamento de Registro Empresarial e Integração da Secretaria de Racionalização e Simplificação. 

Não há limites para o ridículo.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Os bilionários brasileiros em 2014.

Para alegrar o Carnaval, abaixo a lista da FORBES com os bilionários brasileiros em 2014, um deles bastante conhecido de alguns dos meus fiéis leitores. E outro, que não poderia deixar de ser um cearense realmente rico. 

Colocação no Mundo
Nome
Fortuna estimada
Idade
Setor de atuação/Origem da fortuna
34
Jorge Paulo Lemann
US$ 19,7 bi
74
Bebidas
55
Joseph Safra
US$ 16 bi
75
Bancos
119
Marcel Herrmann Telles
US$ 10,2 bi
64
Bebidas
137
João Roberto Marinho
US$ 9,1 bi
60
Mídia
137
José Roberto Marinho
US$ 9,1 bi
58
Mídia
137
Roberto Irineu Marinho
US$ 9,1 bi
66
Mídia
146
Carlos Alberto Sicupira
US$ 8,9 bi
66
Bebidas
367
Francisco Ivens de Sa Dias Branco
US$ 4,1 bi
77
Alimentos
367
Eduardo Saverin
US$ 4,1 bi
31
Cofundador do Facebook
396
Walter Faria
US$ 3,8 bi
58
Bebidas
483
Aloysio de Andrade Faria
US$ 3,3 bi
93
Bancos
520
André Esteves
US$ 3,1 bi
45
Bancos
520
Antonio Ermirio de Moraes
US$ 3,1 bi
85
Diversos
520
Ermirio Pereira de Moraes
US$ 3,1 bi
81
Diversos
520
Maria Helena Moraes Scripilliti
US$ 3,1 bi
83
Diversos
580
Fernando Roberto Moreira Salles
US$ 2,9 bi
67
Bancos, mineração
580
João Moreira Salles
US$ 2,9 bi
52
Bancos, mineração
580
Walther Moreira Salles Junior
US$ 2,9 bi
57
Bancos
580
Pedro Moreira Salles
US$ 2,9 bi
54
Bancos, mineração
609
Abilio dos Santos Diniz
US$ 2,8 bi
77
Varejo
642
Miguel Krigsner
US$ 2,7 bi
64
Cosméticos
663
Edson de Godoy Bueno
US$ 2,6 bi
70
Hospitais, planos de saúde
796
Rossana Camargo de Arruda Botelho
US$ 2,2 bi
64
Construção
796
Renata de Camargo Nascimento
US$ 2,2 bi
63
Construção
796
Regina de Camargo Pires Oliveira Dias
US$ 2,2 bi
60
Construção
796
Moise Safra
US$ 2,2 bi
79
Bancos
828
Antonio Luiz Seabra
US$ 2,1 bi
71
Cosméticos
925
Nevaldo Rocha e família
US$ 1,95 bi
84
Varejo
931
Dulce Pugliese de Godoy Bueno
US$ 1,9 bi
66
Hospitais, planos de saúde
931
Michael Klein
US$ 1,9 bi
63
Varejo
931
Rubens Ometto Silveira Mello
US$ 1,9 bi
64
Açúcar, etanol
931
Lirio Parisotto
US$ 1,9 bi
60
Investimentos
1036
Jayme Garfinkel e família
US$ 1,75 bi
67
Seguros
1092
Julio Bozano
US$ 1,6 bi
78
Bancos
1143
Ana Maria Marcondes Penido Sant'Anna
US$ 1,55 bi
58
Pedágio rodoviário
1143
Cesar Mata Pires
US$ 1,55 bi
--
Construção
1154
Sergio Lins Andrade e família
US$ 1,5 bi
66
Construção
1154
Victor Gradin e família
US$ 1,5 bi
81
Construção
1154
Alexandre Grendene Bartelle
US$ 1,5 bi
64
Calçados
1210
Lina Maria Aguiar
US$ 1,4 bi
76
Herança/bancos
1210
João Alves de Queiroz Filho
US$ 1,4 bi
61
Bens de consumo
1284
Eggon da Silva
US$ 1,3 bi
85
Maquinário industrial
1284
Elie Horn
US$ 1,3 bi
70
Imobiliário
1284
Carlos Francisco Ribeiro Jereissati e família
US$ 1,3 bi
67
Shopping centers
1284
Jorge Moll Filho
US$ 1,3 bi
69
Hospitais
1284
Jose Isaac Peres e família
US$ 1,3 bi
73
Shopping centers
1284
Werner Voigt
US$ 1,3 bi
84
Maquinário industrial
1284
Lilian Werninghaus
US$ 1,3 bi
79
Maquinário industrial
1372
Lia Maria Aguiar
US$ 1,2 bi
72
Herança/bancos
1372
Guilherme Peirão Leal
US$ 1,2 bi
64
Cosméticos
1372
Rubens Menin Teixeira de Souza
US$ 1,2 bi
57
Construção de casas
1372
Dorothea Steinbruch
US$ 1,2 bi
--
Siderúrgica
1442
Alfredo Egydio Arruda Villela Filho
US$ 1,15 bi
44
Bancos
1442
Daisy Igel
US$ 1,15 bi
86
Gás, petroquímica
1465
Ana Lucia de Mattos Barretto Villela
US$ 1,1 bi
40
Bancos
1465
Edir Macedo e família
US$ 1,1 bi
69
Comunicação
1465
José Mendes Nogueira e família
US$ 1,1 bi
86
Mineração
1540
Giancarlo Franceso Civita
US$ 1,05 bi
--
Mídia
1540
Victor Civita Neto
US$ 1,05 bi
--
Mídia
1540
Roberta Anamaria Civita
US$ 1,05 bi
--
Mídia
1540
José Roberto Ermirio de Moraes
US$ 1,05 bi
56
Diversos
1540
José Ermirio de Moraes Neto
US$ 1,05 bi
61
Diversos
1540
Liu Ming Chung
US$ 1,05 bi
51
Papel e celulose
1540
Neide Helena de Moraes
US$ 1,05 bi
59
Diversos
1565
Carlos Martins
US$ 1 bi
57
Educação

  • Fonte: Forbes

Estadão: A demografia e o capitalismo.

Em artigo publicado na revista  Foreign Affairs  ( The Population Bust: Demographic Decline and the End of Capitalism as We Know It ), Zach...