quinta-feira, 22 de setembro de 2011
O dólar já não é mais o mesmo.
Ah, esse dólar....
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A hora da virada cambial.
domingo, 7 de agosto de 2011
Vamos ajudar o US$?
terça-feira, 19 de outubro de 2010
O BRASIL E A CHINA.
Hoje, na FOLHA DE S. PAULO entrevista com o economista ROBERTO GIANNETTI DA FONSECA, diretor de comércio exterior da Fiesp. "O Brasil não precisa ter medo da China, que não tem opção à soja e ao minério de ferro brasileiros", disse. O economista da Fiesp afirma que é "escandalosa" a carona da China na desvalorização mundial do dólar.Isso porque os EUA desvalorizam devido ao duplo deficit fiscal e comercial, enquanto a China é duplamente superavitária. "Todo mundo tem medo da China, por isso os países articulam uma ação coordenada pela mudança cambial", disse.
Folha - Brasil e China tinham várias posições em comum na reunião do FMI. O Brasil quer parecer ou é "amigo" da China na tal guerra cambial?
Roberto Giannetti - Essa pode ser uma posição de parte da diplomacia brasileira, mas não acredito que seja dos ministérios que estão no front da articulação comercial e nos fóruns globais.
E se for? Há uma visão no governo de que a valorização do yuan pode levar à queda no preço das commodities, que não interessa ao Brasil.
Seria um absurdo completo. O país está se desindustrializando e eles estão achando que exportar commodity é legal. É totalmente fora da realidade. Vem aqui para o chão de fábrica sujar a mão de graça e depois a gente conversa... Estão vendo milhares de pessoas ficando desempregadas por conta da concorrência desleal com a China e você vai passar a mão na cabeça deles?
Isso seria uma proposta de uma diplomacia míope, dissociada da realidade. Duvido que algum diplomata em sã consciência possa achar que esse movimento coletivo de reação à manipulação da moeda chinesa seja algo em que o Brasil tenha de ficar fora. É de um absurdo inacreditável. Duvido que seja posição oficial. Não tem lógica.
Não pode ser um jogo duplo para aumentar o poder de barganha do Brasil?
Não tem jogo duplo nenhum. Nessas negociações, o país tem de ser muito claro. A posição é essa e o interesse é esse. Não tem barganha.
Qual a melhor estratégia?
É participar de uma ação articulada, coletiva e internacional. Nenhum país isoladamente pode tomar medidas de restrição contra a China, que vai dar risada e não acontece nada. Fica mais fácil se for um conjunto de países, representando dois terços da economia mundial, que bate na mesa dizendo: ou flutua a moeda ou vai colocar 25% de imposto sobre os produtos chineses. Isso é a guerra cambial!
A China pode retaliar o Brasil?
O Brasil não tem de estar preocupado. A China não tem onde comprar esse volume todo de minério de ferro e de soja, que responde por 60% da exportação brasileira para os chineses. A China não tem de onde comprar esse volume todo. Ou compra do Brasil ou tem um problema de suprimento e uma crise estrutural. De certa forma, a China se tornou um país dependente do Brasil.
A China é aberta aos produtos brasileiros? Setores do Itamaraty dizem que os empresários brasileiros não vão buscar aquele mercado.
A China não tem um mercado aberto para importações; é um mercado administrado. E, com a moeda desvalorizada, a importação fica cara. Nós temos um preço muito maior do que o chinês. Não dá para vender lá.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
KRUGMAN NA EXAME - US$/R$
O economista Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia em 2008, disse em São Paulo, que a valorização do real frente ao dólar não é necessariamente uma notícia ruim. "Por um lado atrapalha as exportações das indústrias, mas, por outro, significa mais capital para investir."
Krugman, que participa do IBM FORUM 2010, na capital paulista, apresentou um gráfico que mostra a enorme diferença de comportamento entre o real e o iuane, a moeda chinesa. Ele destacou que o governo chinês intervém e isso está gerando fortes reclamações do mundo inteiro. "O real está valorizado porque o Brasil parece ser um bom lugar para os investidores", insinuando que o câmbio é o preço do sucesso brasileiro na crise.
O economista disse que as taxas de juros devem continuar baixas nos países desenvolvidos, o que levará a uma migração de capital para os emergentes. Krugman arrancou risos da plateia quando disse não entender por que a Rússia faz parte dos Brics (Brasil, Rússia, China e Índia), afirmando que os russos estão num patamar muito abaixo dos demais.
Krugman, que é professor da Universidade de Princeton (EUA) e colunista do jornal The New YorK Times, disse que a solução para a crise mundial não será via exportação. "Precisaríamos de outro planeta para vender os produtos", disse, ressaltando que o problema atual nos países ricos é a falta de demanda.
Em sua palestra, comparou a crise atual com a grande depressão dos anos 30 por meio de um gráfico que mostrava que o primeiro ano (2008) foi tão ruim quanto o daquela época. "Desta vez, nós evitamos uma catástrofe, mas não significa que tudo está bem nem que tudo não possa ficar pior."
Krugman disse ainda que, pela primeira vez na vida dele, uma crise é pior nosEstados Unidos do que na América Latina. O grande risco para os países ricos, segundo ele, é entrar num processo de deflação como o vivido pelo Japão há muitos anos. Ele defende novos incentivos fiscais dos governos, principalmente dos Estados Unidos, como forma de estimular a demanda.
O Prêmio Nobel de Economia afirmou que crises financeiras como a atual são de longa duração e projetou que o desemprego na Europa e nos Estados Unidos ficará perto dos 10% até 2012. "Não há recessão técnica, mas a recuperação econômica atual não é suficiente para reduzir o desemprego."
Krugman disse que vai demorar até a formação de outra bolha imobiliária na Europa e nos Estados Unidos, pois "as pessoas levarão um longo tempo até acreditarem novamente que esse é um bom investimento".
sábado, 26 de junho de 2010
O FUTURO DO REAL.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
O DÓLAR EM 2009
Direto da redação da ÉPOCA, uma das principais notícias de 31/12/2009, e que será muito acompanhada em 2010: Com a intervenção da unidade monetária no câmbio, com um leilão para compra de dólares com taxa de corte de R$ 1,7424 e a postura cautelosa do mercado no ultimo dia de negócios do ano, o dólar fechou estável ontem, 30/12, marcando R$ 1,741 para compra e R$ 1,743 para venda. Com o resultado, a queda do dólar em dezembro foi de 0,63%. De acordo com reportagem do Valor, no ano, a moeda americana apresentou desvalorização de 25,32%, invertendo a alta de 31,34% registrada no ano passado. Segundo estudo da consultoria Economatica, baseado na cotação de ontem, a desvalorização nominal do dólar neste ano é a maior da história, superando as perdas de 18,23% verificadas em 2003.
sábado, 21 de novembro de 2009
O DÓLAR DO BRADESCO
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O DÓLAR SEGUNDO PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.
PAULO NOGUEIRA BATISTA JR, diretor-executivo no FMI, onde representa um grupo de nove países (Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Haiti, Panamá, República Dominicana, Suriname e Trinidad e Tobago), escreve hoje na FOLHA DE S. PAULO, um artigo para reflexão e análise sobre o DÓLAR.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
ATÉ ONDE O DÓLAR VAI CHEGAR?
sábado, 31 de outubro de 2009
US$ SINAL DE ALERTA - 31/10/2009
Para encerrar o mês de OUTUBRO/2009, vendo que o mundo capitalista NÃO acabou, um artigo do Professor ANTONIO DELFIM NETO, na Folha de S. Paulo, com o sugestivo nome: SINAL DE ALERTA.
A valorização excessiva do real continua sendo o fator principal do fraco desempenho do comércio exterior brasileiro. Inviabiliza uma boa parte das exportações industriais devido à elevação dos preços numa conjuntura mundial já bastante desfavorável; na mão inversa, facilita as importações a baixo custo, expondo a indústria nacional à concorrência muitas vezes predatória em nosso próprio mercado interno.
O argumento de que a valorização do real se assemelha à das demais moedas como contrapartida à desvalorização do dólar não se sustenta: dados do Fed, apresentados na atualizada coluna da jornalista Vera Saavedra Durão no "Valor Econômico" desta segunda-feira, mostram que "a taxa de valorização média de uma ampla cesta de moedas em relação ao dólar foi de 6% entre 31 de dezembro de 2008 e 21 de outubro de 2009, enquanto a valorização do real foi de 37%".
O governo decidiu agir, aplicando um IOF de 2% na entrada de capital externo (na Bolsa e em renda fixa). É um sinal para prevenir excessos especulativos, um "aviso aos navegantes".
Na semana passada, tratei ligeiramente da questão cambial ao comentar as afirmações do presidente da CNI, que procurou mostrar ao governo que o momento é favorável para restabelecer as condições isonômicas que permitam à indústria enfrentar a competição externa. O senhor Armando Monteiro Neto apontou o caminho possível da mobilização do setor industrial para apoiar ações do governo que levem à redução dos custos do crédito à produção e à desoneração das exportações.
Tenho insistido todos esses anos que é um absurdo cobrar impostos na exportação de um par de sapatos que vai ser usado por um irlandês ou um alemão que certamente jamais receberá qualquer contraprestação de serviços do Estado brasileiro.
Existem formas de intervenção que, em tempos de crise, são plenamente justificáveis. É o momento de retomar as iniciativas para uma nova política industrial, orientada basicamente para os investimentos em inovação tecnológica. Há uma revolução em marcha que vai alterar em profundidade a oferta de energia, com a substituição da matéria-prima de origem fóssil pelas variedades não poluentes e renováveis.
O Brasil tem parte nesse processo e está mais adiantado que a maioria dos países emergentes no desenvolvimento de novas formas de energia alternativa. Tem experimentos avançados com a biomassa, mas não pode negligenciar os investimentos em novas tecnologias se pretende garantir o mercado para a sua indústria nas próximas décadas.
domingo, 18 de outubro de 2009
DÓLAR E GASTOS EM 2010
Esta preocupação nacional, notadamente dos exportadores, pelo câmbio valorizado de R$ 1,70 em média, “não é necessariamente ruim”. E quem fala conhece do assunto: JIM O’NEILL, chefe de pesquisa econômica do banco de investimentos Goldman Sachs alçado à condição de popstar do mercado financeiro global pela criação do termo BRIC (grupo de potências emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia e China. Preocupação devemos ter é com os gastos “eleitorais” em 2010, não direcionados para áreas como educação e infraestrutura.
DÓLAR PREJUDICA RE-REELEIÇÃO 2010?
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OS RUMORES DA MORTE DO DÓLAR SEGUNDO MARTIN WOLF SÃO MUITO EXAGERADOS
Conforme prometido anteriormente, leiam abaixo o artigo do MARTIN WOLF “BOATOS SOBRE A MORTE DO DÓLAR”, direto do FINANCIAL TIMES.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O DÓLAR É MESMO MOEDA FORTE?
domingo, 11 de outubro de 2009
JORNAL BRASIL ECONÔMICO
Essa imagem me vem à cabeça no momento em que acompanho a crescente valorização do real frente ao dólar. No dia 5 de dezembro de 2008, eram necessários R$ 2,50 para se comprar US$ 1.
Na quarta-feira passada, o mesmo dólar custava R$ 1,75 - uma queda livre de quase 30% em 10 meses. E, pelo ritmo do baile, continuará caindo. Mais: de acordo com o BC, até o final deste ano deverão entrar no país um valor entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões.
Esse é o resultado do interesse que os lançamentos de ações e de títulos das empresas brasileiras no exterior têm despertado entre os investidores.
O real continuará sua escalada de valorização frente ao dólar. Conforme Brasil Econômico publicou em sua edição de ontem, é provável que esse movimento prossiga até que se volte à paridade que vigorou nos primeiros meses do Plano Real, em junho de 1994: R$ 1 por US$ 1.
E os exportadores de manufaturados, como ficam? Bem, eles terão de aprender a lidar com essa realidade pois a máxima de Sauer - a dos 30% de defasagem permanente do câmbio - nunca mais prevalescerá.
Da mesma forma que, no início dos anos 1990, as empresas tiveram de aprender a lidar com os concorrentes que surgiram com a abertura do mercado, as companhias atuais terão de se adaptar a essa nova realidade. Terão de se tornar mais competitivas. Como aliás, muitas delas já fizeram.
Estadão: A demografia e o capitalismo.
Em artigo publicado na revista Foreign Affairs ( The Population Bust: Demographic Decline and the End of Capitalism as We Know It ), Zach...
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Neste domingo de outono brasileiro, Gustavo Franco é mais uma vez preciso e didático ao evidenciar a situação atual da economia brasilei...
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Artigo do João Ayres, Marcio Garcia, Diogo A. Guillén e Patrick J. Kehoe na NBER Working Paper No. 25421. https://www.nber.org/papers/...
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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,minha-homenagem-a-affonso-celso-pastore,70002874791

