sábado, 23 de novembro de 2013
Economia - grandes nomes: ARISTÓTELES.
domingo, 17 de novembro de 2013
Os economistas da situação e de oposição à política econômica de Dilma Rousseff.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A equipe econômica de Aécio Neves?
domingo, 10 de novembro de 2013
Os economistas de Roberto Campos.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
XX Congresso Brasileiro de Economia.
sábado, 20 de abril de 2013
Os economistas que disputam 2014.
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Com a campanha presidencial em andamento e como economia e política são dois assuntos importantes demais, vale a leitura do artigo de Maria Cristina Fernandes no VALOR ECONÔMICO de ontem.
Aécio Neves e Eduardo Campos formaram-se em economia na década da
hiperinflação.
Aécio entrou para o curso de Economia da Pontifícia Universidade
Católica do Rio aos 19 anos. Transferiu-o para a PUC de Minas onde se
formaria em 1984, aos 24 anos.
Eduardo Campos entrou para o curso de economia da Universidade Federal
de Pernambuco em 1982, aos 16 anos e se formaria quatro anos depois.
Aécio dividiu-se entre a faculdade e o governo do avô, eleito em Minas
em 1982.
No último ano do curso, Campos presidiu o Diretório Acadêmico da
Faculdade de Economia. O brasilianista Werner Baer percorria escolas
brasileiras e oferecia bolsas de pós-graduação na Universidade de Illinois.
Tentado, Eduardo optaria por ficar em Pernambuco para assessorar o avô.
Tivesse aceito, seria colega de outro economista brasileiro formado
naquela atribulada década de 1980, Alexandre Tombini. Depois de concluir
economia na Universidade de Brasília em 1984, Tombini foi levado por Baer no
ano seguinte para Illinois de onde sairia PhD.
Quando os três economistas da mesma geração deixavam a universidade,
Dilma Rousseff, outra economista, assumia a Secretaria de Finanças da
Prefeitura de Porto Alegre.
Daquela atribulada década de 1980 até hoje, dois momentos passaram à
história como aqueles em que o adiamento de medidas econômicas pelo
calendário eleitoral mais impacto tiveram sobre a política e a economia.
Os três economistas que devem se encontrar em 2014 assistiram àqueles
momentos em postos distintos.
A história é conhecida. Em 1986 José Sarney via o Plano Cruzado vazar
por todos os lados com o fracasso do congelamento. Seis dias depois da
eleição que deu ao PMDB de Sarney 22 dos 23 governos estaduais e mais da
metade das cadeiras da Câmara dos Deputados, veio o Plano Cruzado II, que
liberou a inflação represada e afundou os anos finais do sarneísmo.
Aécio foi um dos 260 deputados eleitos na esteira do Plano Cruzado. No
meio do mandato constituinte entraria como fundador no partido que até hoje
tem no combate à inflação seu mais importante ativo eleitoral.
A mesma eleição levaria Miguel Arraes de volta ao governo do Estado e,
com ele, o neto se tornaria chefe de gabinete. A crise aberta com o fracasso
do Plano Cruzado faria sangrar o PMDB. Arraes deixaria o partido em direção
ao PSB levando o neto.
O fracasso do Plano Cruzado II também precipitaria a candidatura de
Leonel Brizola à Presidência na qual Dilma se engajaria, aproximando-se dos
petistas gaúchos no segundo turno com o apoio a Luiz Inácio Lula da Silva.
Doze anos e muitos planos depois o Brasil mais uma vez via coincidirem
calendário eleitoral e a premência de medidas econômicas impopulares.
Fernando Henrique Cardoso disputou a reeleição em 1998 com sinais
evidentes de deterioração do Real. Seus efeitos só chegariam à população dois
meses depois da reeleição quando o governo se decidiu pela desvalorização da
moeda.
Naquele ano Aécio seria reeleito à Câmara dos Deputados com a maior
votação nominal do país e, neste mandato, chegaria à Presidência da Casa.
Em 1998, depois de passar quatro anos em oposição a FHC e enfrentar o
desgaste da operação capitaneada pelo neto na emissão de precatórios
judiciais, Arraes perderia a reeleição.
Naquela eleição o PT conquistaria o governo gaúcho e convidaria a
então doutoranda em economia na Unicamp, Dilma Rousseff, para a secretaria de
Minas e Energia, cargo que exercia ao conhecer Lula.
Um economista que gere uma das maiores carteiras de investimento do
país e não frequenta a Casa das Garças diz que desde a chegada do PT ao poder
este é o momento que mais se assemelha àqueles vividos em 1986 e 1998.
Não vê como o que chama de desalinhamento de juros, câmbio e salários
possa chegar até o fim deste governo sem cobrar um preço exageradamente alto
em 2015.
Desta vez, a encruzilhada de calendário eleitoral e política monetária
atingem mais definitivamente Aécio e Campos. Os dois contendores de Dilma
distinguiram-se em suas reações ao Copom.
Talvez protegido pelo colchão de segurança de seu partido no mercado,
Aécio classificou de "lamentável" os 0,25% do Copom, associando a
alta à falta de compromisso da presidente com os pilares da economia
estabelecidos no governo tucano.
Um economista foi contratado para encontrar-se semanalmente com Aécio.
Ainda não se conhecem suas ideias de política econômica mas sabe-se que, no
governo, o senador mineiro seria mais próximo dos pais do Real do que o
candidato tucano que o antecedeu, José Serra.
Campos não goza das mesmas referências de seu provável adversário de
2014. Os encontros já havidos entre o governador e economistas da Casa das
Garças foram negados por estes últimos. Talvez por isso precise ser mais
claro sobre o que pensa.
Depois de tergiversar nos últimos tempos sobre o tema, o governador
deu uma sinalização que não o distancia da atual condução ao dizer que um
aumento na taxa básica de juros não seria um desastre.
"A política monetária tem que funcionar na direção de preservar
uma conquista brasileira, que foi a contenção da inflação". A frase é de
Campos, mas poderia ser de Dilma.
Se a política monetária for capaz de segurar a inflação, a presidente
ganha tempo para não colocar a questão fiscal em jogo. Daqui até a eleição de
2014 a curiosidade dos investidores em saber onde e como os gastos públicos
serão cortados aumentará tanto quanto a disposição dos postulantes em não se
pronunciar sobre o tema.
Se o Copom continuar nessa toada os extraordinários 96,5% de reajustes
salariais acima da inflação em 2012 (Dieese) podem não se repetir este ano.
Mais difícil é conter a pressão de gastos públicos atrelados ao salário mínimo.
O contrato social em vigor prevê carga tributária elevada para
financiar a expansão do consumo e dos investimentos, mas apenas o primeiro
quesito foi alcançado. Não se espere que os candidatos economistas respondam
se será possível fazê-lo sem revogar a lei que indexa o salário mínimo.
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terça-feira, 9 de abril de 2013
sábado, 17 de novembro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Nobel em Economia 2012.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Parabéns ao Professor Dr. Calvo.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA - 07/09/2011
domingo, 15 de maio de 2011
Qual o seu economista preferido?
First-place positions as favorite economist in their respective categories are Adam Smith (by far), John Maynard Keynes followed closely by Milton Friedman, Gary Becker, and Paul Krugman. For journals, the leaders are American Economic Review and Journal of Economic Perspectives. For blogs, the leaders are Greg Mankiw followed closely by Marginal Revolution (Tyler Cowen and Alex Tabarrok).
quinta-feira, 21 de abril de 2011
The 2011 TIME 100 - Joseph Stiglitz.
It's said that the day when the arms dealer Alfred Nobel picked up his newspaper and was shocked to find an obituary calling him a "merchant of death," he decided to dedicate the rest of his life to supporting peace and prosperity. Hence the Nobel Prize. It was good that he changed, because he has made it possible for us to honor people who have changed our view of the world for the good.
Joe Stiglitz, 68, has chaired President Clinton's Council of Economic Advisers, served as the World Bank's chief economist and developed theories that will be remembered long after current controversies die down, because he has delivered to us a better understanding of economics, particularly with the crucial insight that markets aren't always efficient.
The return to political economy is under way — even if the journey is through the rather messy area of behavioral economics — after the revelations of the deficiencies of a purely market-based approach. Joe's Nobel Prize–winning work on information asymmetries is a crucial part of this journey.
He got the Asian crisis right, foresaw the bubble that caused such havoc in 2008 and is advocating global answers to a host of problems that can no longer be solved at the local or national level. This worldview is the essential dimension missing in economic-policy making but which has to be at the core of the next ways forward. Now a distinguished professor at Columbia, Joe is a brilliant intellect, a great conversationalist, and because his work goes on challenging us all to rethink our ideas, he will always be a controversialist wherever he goes.
Brown is a former Prime Minister of the U.K. and the author of Beyond the Crash: Overcoming the First Crisis of Globalization
sábado, 16 de outubro de 2010
EQUILÍBRIO NAS CONTAS PÚBLICAS.
Numa época de contas governamentais que não fecham, nada como recordar do economista inglês ARTHUR CECIL PIGOU quando afirmou que “Ter lugar para cada coisa e ter cada coisa em seu lugar, eis o orçamento mínimo.”
sábado, 21 de agosto de 2010
FGV - FÓRUM DE ECONOMIA.
sábado, 10 de julho de 2010
MY PERFECT SUMMER WITH GREENSPAN AND ROUBINI
Nouriel Roubini - Writer and economist
Where are you going on holiday this year? Recently I have lived like the George Clooney character in Up in the Air (a film I watched on a plane). If I get a vacation this summer it would possibly be a tour of crisis-hit countries – if I am still allowed in them: Spain, Ireland, Iceland, Latvia, Greece and, maybe, the oil spill-ridden US Gulf Coast.
What do you think about during your holiday? How to forget financial crises and get a PhD in Pleasure and Leisure from the Institute for Advanced Vacations.
What will you be reading on holiday? Lofty geo-globaloney tomes on the future of the world.
What will you be listening to on holiday? Cheesy, schmaltzy, corny, syrupy beach songs such as those I would listen to in my teens on the Italian Riviera.
Ideal travelling companion – dead, alive, historical, fictional? Joseph Schumpeter, an Austrian economist who – as a true Renaissance man – argued that his three goals in life were to be the best economist, the best horseback rider and the best lover of his generation. He claims he achieved only two of them: I would ask him which and for good practical tips to achieve such goals.
Do you cook or eat out on holiday? As an economist I strictly believe in the principle of comparative advantage: so I always eat out. Also it is the best way to get to know the local cuisine.
Will you switch on your “Out of Office”? I am a total “crackberry” addict so I never switch off. Last summer I wrote a whole article, that was urgently due, on my BlackBerry while sailing off the St Tropez coast.
Where would you like to go next? Bora Bora in Polynesia for scuba diving among the sharks.
What do you think about during your holiday? The same things I think about when not on vacation but obviously to the extent that I’m playing tennis and golf, I do give proper consideration to my form.
What will you be reading on holiday? History – Lords of Finance: The Bankers who Broke the World by Liaquat Ahamed; biography – John Marshall: Definer of a Nation by Jean Edward Smith.
What will you be listening to on holiday? Bach, Vivaldi, Mozart, and Brahms. On occasion, a little Benny Goodman.
Ideal travelling companion – dead, alive, historical, fictional? My wife. She outdistances all other possibilities.
Do you cook or eat out on holiday? Both. Nobody wishes to partake of my cooking.
Will you switch on your “Out of Office”? No. I would spend my vacation worrying about what was going on back home.
What do you most, and least, enjoy about travelling? The scenic views. I find sitting in contemplation as I look up at the peaks of the Grand Tetons in Jackson Hole most rewarding. Airport congestion and long queues can ruin my vacation.
Where did you go on holiday as a child? To the wilds of New Jersey. For a kid brought up on the streets of Manhattan, they seemed truly exotic.
sábado, 17 de abril de 2010
UM NOVO MERCADO É POSSÍVEL.

Que bom poder ler na VEJA desta semana uma matéria que fala de uma visão ainda mais liberal para a Economia.
Há dois anos, uma crise inaudita eclodiu nos Estados Unidos e arruinou as finanças de países inteiros. Críticos de esquerda regozijaram-se pelo abalo de um dos pilares do capitalismo, o livre mercado, e culparam a cobiça desenfreada de banqueiros pelo crash. Já os economistas do mainstream, representantes do consenso capitalista que administra os países mais maduros do planeta, reconheceram que houve falhas, como a ausência de um sistema regulatório mais eficiente para controlar fraudes e a especulação predatória. Apesar da vala mental que separa essas duas visões de interpretar o mesmo fenômeno, ambas convergiram na prescrição do remédio destinado a combater a recessão mundial. Recomendaram, em doses distintas, a ampliação da presença do governo, pelas vias do aumento dos gastos públicos, e também o acirramento da regulação financeira. Entretanto, há quem pense de forma diferente. Trata-se dos economistas da Escola Austríaca, uma corrente coesa de ultraliberais que exonera os propagandeados vícios do capitalismo dessa história. Segundo eles, foram na verdade as intervenções do governo que proporcionaram a crise. Mais do que isso, acreditam que o remédio que tem sido usado pelos governos mundiais, sobretudo o despejo de somas maciças de recursos estatais, é inadequado e trará mais problemas no futuro.
Na semana passada, o Instituto Ludwig von Mises, que congrega adeptos dessa corrente, realizou em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o I Seminário de Economia Austríaca do Brasil. Em dois dias, foram debatidos os acontecimentos recentes da economia mundial, assim como o receituário heterodoxo e radical desses pensadores. Embora centenária e influente no passado, essa escola esteve, nos últimos anos, à margem do pensamento dominante. No século XX, os seus dois teóricos mais proeminentes foram Ludwig von Mises (1881-1973) e o ganhador do Nobel Friedrich von Hayek (1899-1992). Ambos tiveram papel notável na exposição das fragilidades intrínsecas do planejamento econômico e na condenação do socialismo, num momento em que boa parte daintelligentsia mundial via com fascínio o avanço soviético. Os escritos de Mises e Hayek acabaram por inspirar as reformas liberais que começaram nos anos 80. Agora seus seguidores propõem uma recuperação dessas ideias para oferecer uma alternativa em relação ao novo consenso que se forma no mundo pós-crise.
"A crise que vivemos hoje teve início com políticas do governo que levaram à formação de uma bolha especulativa no mercado imobiliário", sentencia o historiador Thomas Woods, autor do best-seller Meltdown, sobre o recente crash. Para Woods e seus colegas, isso pode ser comprovado por causa do papel que tiveram as empresas de hipotecas Fannie Mae e Freddie Mac. Embora privadas, elas tinham um status privilegiado, porque dispunham de uma linha de crédito especial do governo para estimular a venda de casas a pessoas de baixa renda. Juntas, detinham 75% das hipotecas dos americanos. A política de estimular a venda de casas para quem não possuía a menor condição de assumir os compromissos de um financiamento imobiliário foi potencializada pelos juros extremamente baixos. Quando Alan Greenspan, o ex-presidente do Federal Reserve estava no comando, a taxa básica permaneceu abaixo da inflação por mais de dois anos. A facilidade de adquirir um imóvel incendiou a demanda e os preços subiram rapidamente. Entre 1998 e 2006, as casas americanas ficaram 150% mais caras. Mais tarde veio a onda de calotes, e os preços desabaram. Para os austríacos, tanto os subsídios como os juros baixos demais foram erros que só podem ser atribuídos ao governo. "Os preços estavam fora da realidade. Criou-se uma prosperidade artificial e insustentável", diz o economista americano Mark Thornton, especialista em bolhas financeiras. O setor imobiliário foi ao chão e arrastou consigo o mercado financeiro. "Não fossem as investidas do governo, nada disso teria tomado as atuais proporções. Por isso dizemos que essa crise é do intervencionismo, e não do liberalismo", conclui Woods.
Estadão: A demografia e o capitalismo.
Em artigo publicado na revista Foreign Affairs ( The Population Bust: Demographic Decline and the End of Capitalism as We Know It ), Zach...
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Neste domingo de outono brasileiro, Gustavo Franco é mais uma vez preciso e didático ao evidenciar a situação atual da economia brasilei...
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Artigo do João Ayres, Marcio Garcia, Diogo A. Guillén e Patrick J. Kehoe na NBER Working Paper No. 25421. https://www.nber.org/papers/...
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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,minha-homenagem-a-affonso-celso-pastore,70002874791


