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segunda-feira, 30 de maio de 2011

A humilde escolha de Krugman.

Considero admirável um economista prêmio Nobel como o Paul Krugman registrar em seu blog – aqui publicado no ESTADÃO – a sua HUMILDE opinião sobre quem deve ser o novo diretor-gerente do FMI. Confirma o ditado: quanto mais sábio, mais humilde!

Acho que um endosso da minha parte pode ser o beijo da morte – mas, de qualquer maneira, acho que Stan Fischer realmente seria a melhor escolha.

Revelação óbvia: Stan foi meu professor e colega durante muitos anos; assim, é claro, não estou sendo objetivo. Mas, neste caso, as relações pessoais não são a principal questão.

Meu argumento, pelo contrário, é que estamos vivendo um período que exige um pensamento independente, criativo. Um diretor-gerente do FMI que sirva como fachada para os habituais suspeitos, que defenda ideias convencionais em tempos não convencionais, não é isso que precisamos. E é isso que eu temo.

Christine Lagarde é, sob todos os aspectos, uma pessoa admirável, mas não é alguém com opiniões independentes vigorosas em matéria econômica, como é preciso ser. Se ela se tornar a nova diretora-gerente da instituição, espero que seja para o melhor, mas não creio.

Stan, pelo contrário, é um economista de primeira classe, alguém disposto a contestar as opiniões convencionais; uma pessoa que pode examinar o conselho cauteloso e convencional dos comitês, enxergar seus pontos fracos e optar por soluções reais.

Não concordo com tudo o que fez no seu último mandato no FMI – mas ele foi um dirigente extraordinário do Banco de Israel, tendo adotado políticas totalmente inortodoxas quando necessário, com um enorme sucesso.

De qualquer modo, esta é a minha humilde opinião.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Uma mulher na chefia do FMI?

Leio na FOLHA DE S. PAULO em 25/05/2011 que a ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, apresentada oficialmente como favorita à sucessão de seu compatriota Dominique Strauss-Kahn à frente do Fundo Monetário Internacional (FMI), anunciou oficialmente nesta quarta-feira sua candidatura e afirmou que deseja obter um "amplo consenso" em torno de seu nome.

"Resolvi apresentar minha candidatura" ao posto, disse a ministra à imprensa, na abertura da cúpula do G8 em Deauville, indicando ter tomado esta decisão "após uma reflexão madura".

"Tomo esta decisão após uma longa reflexão e com a concordância do presidente da República e do primeiro-ministro, que me apóiam totalmente neste processo", indicou Lagarde, referindo-se a Nicolas Sarkozy e François Fillon.

Além disso, destacou, sua intenção é "colher o mais amplo consenso" em torno da candidatura.

Fillon assegurou, posteriormente, que Lagarde é "uma candidatura de qualidade, eficácia, equilíbrio entre feito econômico e solidariedade".

Lagarde foi imediatamente apoiada "plenamente" pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e recebeu o apoio "forte" da Alemanha. Reino Unido e Itália já o haviam dado, inclusive antes de sua apresentação oficial como candidata.

Entretanto, Christine Lagarde, de 55 anos, não quer aparecer como a candidata de um grupo só, num momento em que os países emergentes veem com maus olhos a manutenção de um europeu na chefia da poderosa instituição financeira internacional.

"Não sou nem a candidata do Eurogrupo, nem a candidata europeia, nem a candidata francesa", indicou a ministra, afirmando contar com apoios "mais além da Europa".

Os Estados Unidos, cujo aval é crucial, e o Japão, ainda não declararam apoio a nenhuma candidatura.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

BRAZIL AND THE IMF.

Transcript of a Press Briefing on the International Monetary Fund’s Global Financial Stability Report - April 20, 2010 - Washington, DC.

QUESTION: Good morning. Would you identify Brazil as a hotspot regarding the capital flows, and would you recommend some kind of capital controls in Brazil, especially now that the central bank is poised to raise the interest rate?

MR. VINALS: Well, in the analysis that we have provided in the report, when we talk about hotspots, we talk about places where we see significant overvaluation in asset prices or residential real estate, equities, bonds, etc. The case of Brazil does not stand out in our report as one case where these problems are very large.

We think that there is some degree of slightly higher-than-average or historical average or equilibrium values for equity prices, but this is not something which is very far from these averages. The Brazilian authorities have already introduced some measures in terms of controls on capital inflows, so we do not have anything further to recommend to the authorities in this regard.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

DIRETO DA FONTE - FMI E SUAS PROJEÇÕES

The global economy is beginning to pull out of a recession unprecedented in the post–World War II era, but stabilization is uneven and the recovery is expected to be sluggish, according to the IMF’s latest forecast.
Economic growth during 2009-10 is now projected to be about ½ percentage points higher than forecast by the IMF in April, reaching 2.5 percent in 2010, according to the World Economic Outlook Update, published on July 8. Among the major economies, growth rates have been marked up mainly for the United States and Japan.
The good news is that the forces pulling the economy down are decreasing in intensity,” IMF Chief Economist Olivier Blanchard told a July 8 press briefing. “The bad news is that the forces pulling the economy up are still weak. The balance is slowly shifting, and this leads us to predict that, while the world economy is still in recession, the recovery is coming. But it is likely to be a weak recovery,” Blanchard said.
The IMF also released a separate update to its Global Financial Stability Repor t(GFSR). Financial conditions have improved, as forceful policy intervention has reduced the risk of systemic collapse and expectations of economic recovery have risen. “The unprecedented policy response in both the financial and macroeconomic domains has reduced the risk of systemic collapse and begun to restore market confidence,” José Vinãls, Director of the IMF’s Monetary and Capital Markets Department told the briefing. But many vulnerabilities remain and complacency must be avoided.
Direto da página do FMI, o início de seu documento divulgado nesta data com as previsões para a economia mundial. Segundo ELES, em 2009 o Brasil terá uma queda de 1,3% no seu PIB e, para 2010, um aumento de 2,5%. Isso é quase igual ao previsto para a economia global: queda de 1,4% em 2009 e aumento de 2,5% em 2010. Como sempre, a confirmar. Afinal, PREVISÕES SÃO PREVISÕES. E nada mais.

Estadão: A demografia e o capitalismo.

Em artigo publicado na revista  Foreign Affairs  ( The Population Bust: Demographic Decline and the End of Capitalism as We Know It ), Zach...