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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
sábado, 26 de novembro de 2016
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
sábado, 24 de setembro de 2016
sábado, 10 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
2015: um ano negativo para as empresas!
Desde
1974 que a Editora Abril publica o consolidado das Melhores e Maiores empresas
do Brasil.
No período de 1974 a 2015 somente em três anos a rentabilidade sobre
o patrimônio líquido das 500 maiores empresas do país ficou negativa conforme
abaixo.
1991 - Governo Collor: -3,6%
1999 - Governo FHC: -1,3%
2015 - Governo Dilma: -4,9%
Em 2016 espera-se que o Brasil empresarial melhore ou melhore, sob pena de maior prejuízo para a sociedade!
Enquanto isso, também espera-se que o governo não atrapalhe a iniciativa privada e faça, pelo menos, o dever de casa!
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Brasil empresarial: ainda não chegamos ao fundo do poço?
Em ano de Lava-Jato e de queda no PIB, as 500 maiores empresas têm a pior rentabilidade desde 1974.
A esperança é que elas tenham alcançado o fundo do poço e iniciem a virada.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
2015: o pior ano da história da economia empresarial brasileira.
Segundo dados do anuário MELHORES E MAIORES da revista EXAME, 2015
foi o pior ano da história para o o grupo das 500 maiores empresas instaladas no Brasil.
Para estas 500 empresas avaliadas neste conhecido levantamento anual:
- O faturamento caiu 4,6%.
- Prejuízo somado de US$ 19 bilhões.
- A rentabilidade sobre o patrimônio teve queda de 4,9%.
- O faturamento de R$ 1,6 trilhão para 316 empresas de capital aberto teve uma queda de 5,4% em relação a 2014.
Sem empresas sustentáveis financeiramente, a recuperação econômica brasileira caminha a passos de tartaruga.
sexta-feira, 3 de junho de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
Monica de Bolle: O Desafio do Comércio Exterior.
Muito tem sido dito sobre a nova equipe econômica brasileira, alívio incontestável ante o triunfo da incompetência, marca da gestão de Dilma Rousseff. Naturalmente, a atenção tem se voltado para os nomes do Ministério da Fazenda e do Banco Central, sobretudo do Ministério da Fazenda, que terá trabalho árduo para descobrir qual o tamanho do buraco que o governo afastado cavou nas contas públicas brasileiras. Esse, entretanto, não é artigo sobre os desafios fiscais, amplamente conhecidos e debatidos à exaustão. Esse artigo trata de outro tema, tema que o novo governo parece pronto a encaminhar como há muito não se via.
Foram muitos os artigos escritos por diversos economistas, inclusive por mim, sobre o tema do comércio exterior, sobre o isolacionismo brasileiro, sobre o fato de sermos uma das economias mais fechadas do planeta. Há muito tempo o Brasil não tem estratégia clara para a política externa. A política externa do governo de Dilma Rousseff foi pródiga em desmandos e anomalias. Não à toa, estados falidos como a Venezuela de Maduro, a trágica Venezuela, atacaram de modo veemente o afastamento da Presidente. A razão é conhecida: a Venezuela acaba de perder o mais importante apoio diplomático e financeiro da região.
A guinada de Michel Temer na política externa brasileira prenuncia-se com a posse do Senador José Serra como Ministro das Relações Exteriores, e com as novas responsabilidades que o cargo terá sobre o comércio exterior. Há muito o que fazer: procurar formas de engajamento com a Aliança do Pacífico, repensar o Mercosul junto com parceiros como a Argentina, que, sob a liderança de Macri, já deu sinais de que pretende reavaliar o acordo que jamais funcionou bem para parte alguma, levar a cabo as negociações entre o Mercosul e a União Europeia, retomar a agenda de facilitação de comércio entre o Brasil e os Estados Unidos. Para avançar nessas e em outras áreas é preciso tratar de temas espinhosos, como as nefastas regras de conteúdo local disseminadas por toda parte pelo governo de Dilma Rousseff. É preciso, também, ter bom entendimento sobre como está o Brasil, hoje, no mundo.
É recorrente a ideia de que o Brasil nesses últimos anos tornou-se primordialmente país exportador de produtos básicos. Verdade que nossa indústria sofre há anos com políticas equivocadas, carga tributária demolidora, excesso de regulações que dificultam a atividade produtiva, e por aí vai. Contudo, há alguns dados interessantes, frequentemente ignorados. Segundo base de dados de comércio do Banco Mundial (WITS – World Integrated Trade Solution), 62% das exportações do Brasil para os Estados Unidos são de bens intermediários ou bens de capital, contra apenas 23% de produtos primários. Para a União Europeia, o Brasil exporta cerca de 46% do total em bens intermediários ou de capital, contra 41% de produtos primários – ou seja, o peso dos primários na pauta dessa relação bilateral é praticamente igual ao de produtos com maior valor adicionado. Por fim, para a China destinamos 84% de nossa produção primária, contra míseros 15% em bens de capital e bens intermediários. Há, portanto, espaço não apenas para promover a indústria brasileira entre alguns de nossos principais parceiros comerciais, mas, sobretudo, para priorizar as relações entre os países que mais compram produtos industriais “made in Brazil”.
Por falar em “made in Brazil”, outro dado amplamente desconhecido assusta. Revela a World Input-Ouput Database (WIOD) que entre 1995 e 2011, o conteúdo de valor-adicionado importado nas exportações de produtos manufaturados brasileiros praticamente não mudou, passando de 9% para 11% em década e meia. Em contrapartida, na China tal número saltou de 10% para 35% no mesmo período, enquanto na Índia o pulo foi de 9% para 24%. Ou seja, enquanto a indústria exportadora nacional permaneceu caracterizada pelo viés nacionalista, outras grandes economias emergentes passaram a enxergar as virtudes do “made in the world”.
Por fim, livro muito interessante de Caroline Freund, do Peterson Institute for International Economics (“Rich People, Poor Countries”, publicado esse ano) mostra claramente a ausência de dinamismo no Brasil a partir de uma base de dados que reúne as grandes fortunas de diversos países emergentes. Há imenso contraste naquilo que se vê no Brasil, de um lado, Índia e China, de outro. Enquanto no Brasil cerca de metade dos bilionários do país são indivíduos que herdaram suas fortunas, na Índia e na China os bilionários são majoritariamente empreendedores que formaram suas próprias empresas, sem depender de conexões políticas ou apadrinhamentos, ao contrário do que muitos imaginam. Na Rússia, não surpreendentemente, cerca de 70% dos indivíduos bilionários não são “self-made”, mas sim gente politicamente conectada e apadrinhada.
O que toda essa evidência empírica revela é que o Brasil tem
muito o que fazer para correr atrás do prejuízo causado por anos de
isolacionismo. As novas lideranças que haverão de tratar desses temas inspiram
grandes expectativas. Avancemos, pois.
Publicado no portal Exame em 20/05/2016.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Dani Rodrik: Economics Rules - "A Economia manda".
Em novo livro lançado nos Estados Unidos, o economista Dani Rodrik, professor da Universidade Harvard, citou uma lendária frase de John Kenneth Galbraith:
"Deus criou os economistas que fazem previsões para os astrólogos se sentirem respeitáveis".
No livro, Dani Rodrik faz uma apaixonada defesa do estudo da economia para a solução de grandes questões da atualidade.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Samarco: quando a ausência do Estado é falha.
Na edição da EXAME de 11/11/2015, Ricardo Vescovi, presidente da
Samarco diz que “as mudanças climáticas estão ocorrendo, só não ver que não
quer. Nossa responsabilidade diante disso cresce e temos trabalhado com a
ecoeficiência em mente sempre.”
A revista comenta que na Samarco 100% de sua geração térmica para
o funcionamento de fornos à base de óleo fora substituído por gás natural. O
investimento de R$ 38 milhões nessa conversão, gerou uma economia de R$ 80 milhões
ao ano e ajudou a reduzir 10% do nível de emissões de gases de efeito estufa da
empresa.
Hoje, a mineradora Samarco, que pertence à Vale e à
anglo-australiana BHP Billiton, é responsável por um desastre ambiental em
Minas Gerais de impactos ainda incalculáveis.
É preocupante que isso ocorra numa empresa que, a princípio,
evidencia ter responsabilidade socioambiental. E lamentável descobrir somente agora, durante as apurações, que unidades da empresa funcionavam com Licenças de Operação vencidas.
Quando o Estado falha onde não deveria falhar!
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Aécio e Dilma na EXAME.
Nesta noite com quase 40º em Limeira, o que traz uma boa lembrança de Belém, recebo a revista
EXAME para uma ótima leitura.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
EXAME: Economia brasileira - Projeções 2014.
Leio no site da EXAME.com que a mediana das projeções dos economistas coletadas pelo relatório Focus,
do BC, aponta para uma Selic de 10,50% no fim do ano que vem.
E o resumo com as principais projeções dos economistas para 2014:
|
Instituições
|
PIB
|
Câmbio R$/US$*
|
Taxa Selic
|
Inflação (IPCA)
|
|
Itaú BBA
|
2,10%
|
2,35
|
10,25%
|
5,77%
|
|
Bradesco
|
1,90%
|
2,45
|
10,25%
|
6,00%
|
|
Santander
|
1,90%
|
2,45
|
10,50%**
|
6,00%
|
|
HSBC
|
2,20%
|
2,4
|
10,25%
|
6,30%
|
|
Citibank
|
2,00%
|
2,47
|
10,75%
|
5,50%
|
|
Banco Espírito Santo
|
2,00%
|
2,45
|
10,25%
|
6,00%
|
|
Tendências
|
2,10%
|
2,45
|
10,25%
|
6,00%
|
|
Banco Fator
|
2,05%
|
2,45
|
11,00%
|
6,00%
|
|
Barclays
|
2,40%
|
-
|
-
|
6,00%
|
|
Febraban
|
2,10%
|
2,41
|
10,50%
|
5,90%
|
|
FOCUS (Banco Central)
|
2,00%
|
2,45
|
10,50%
|
5,97%
|
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