terça-feira, 25 de outubro de 2016

58º Prêmio Jabuti 2016: categoria Economia e afins.

Na categoria Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer, os selecionados 2016: 

Título: Agronegócios: Gestão, Inovação e Sustentabilidade – Autor: Luís Fernando Soares Zuin e Timóteo Ramos Queiroz – Editora:Editora Saraiva

Título: Curso de Finanças Públicas: Uma Abordagem Contemporânea – Autor: Edilberto Carlos Pontes Lima – Editora: Atlas

Título: De Dentro para Fora – Como uma Geração de Ativistas está Injetando Propósito nos Negócios e Reinventando o Capitalismo –Autor: Alexandre Teixeira – Editora: Arquipélago Editorial

Título: Devagar e Simples – Autor: André Lara Resende – Editora: Companhia das Letras

Título: Futuros do Bioetanol – Autor: Sergio Salles Filho – Editora: Editora Elsevier

Título: Moeda e Crise Econômica Global – Autor: Luiz Afonso Simoens da Silva – Editora: Editora Unesp

Título: Negociações Coletivas no Brasil: 50 Anos de Aprendizado – Autor: Wilson Aparecido Costa de Amorim – Editora: Gen – Atlas

Título: Política de Salário Mínimo para 2015-2018: Avaliações de Impacto Econômico e Social – Autor: Nelson Barbosa Filho, Samuel Pessôa e Rodrigo Leandro de Moura – Editora: Editora Elsevier

Título: Propriedade Intelectual e Inovações na Agricultura – Autor: Antônio Márcio Buainain, Maria Beatriz Machado Bonacelli e Cássia Isabel Costa Mendes – Editora: Ideia D


Título: Saúde e Cidadania a Tecnologia a Serviço do Paciente e Não ao Contrário – Autor: Claudio Lottenberg – Editora: Editora Atheneu

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Elon Lages Lima - Professor Honoris Causa pela Universidade de Brasília.


O Acadêmico e pesquisador do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), Elon Lages Lima, foi homenageado com o título de Professor Honoris Causa pela Universidade de Brasília. A cerimônia ocorreu no dia 21 de outubro no Campus Universitário Darcy Ribeiro, na capital do país.

Elon Lages Lima já recebeu este título da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP).


Boletim Focus base 21/10: Mercado seguiu ajustando para baixo as expectativas do IPCA 2016.

No Boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado estima inflação menor e retração maior no PIB 2016. 

Previsões de melhora do PIB e inflação em queda somente para 2017!

Em síntese: 

PIB: elevou a queda de 3,19% para 3,22%;
Inflação: IPCA em leve baixa de 7,01% para 6,89%;
Dólar: manteve-se em R$ 3,25;
Taxa básica de juros (Selic): manteve-se em 13,50%

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Exame: A nova fronteira da educação - 20/10/2016.


CORECON CE: Boletim Conjuntural - Terceiro Trimestre.


Fonte: http://www.corecon-ce.org.br/noticias/view/18

IPCA-15 teve variação de 0,19%, o menor para os meses de outubro desde 2009.

PERÍODO
TAXA
Outubro
0,19%
Setembro
0,23%
Outubro 2015
0,66%
Acumulado no ano
6,11%
Acumulado em 12 meses
8,27%
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,19% em outubro e ficou abaixo da taxa de setembro (0,23%). Esse foi o menor IPCA-15 para os meses de outubro desde 2009, quando o índice foi 0,18%. Com este resultado, o acumulado no ano está em 6,11%, bem abaixo dos 8,49% registrados em igual período do ano anterior. O acumulado nos últimos 12 meses foi para 8,27%, abaixo dos 8,78% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

The Economist: Putinism - October 22nd 2016


A trajetória do "PIB do BC" evidencia que a economia brasileira continua em recessão..

O IBC-Br, indicador de atividade do Banco Central, divulgado hoje e relativo ao mês de agosto/16 registrou queda de 0,91% na atividade econômica brasileira. No acumulado dos últimos 12 meses a retração é de 5,48%, evidenciando os desacertos da política econômica então adotada. O Brasil atravessa uma das piores recessões da sua história e o retorno ao crescimento do PIB ainda demorará um pouco. Que venha 2018!!!  

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 14,00% a.a., sem viés. ​

O Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 14,00% a.a., sem viés. ​
O cenário básico do Copom pode ser resumido pelas seguintes observações:

O conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião do Copom sugere atividade econômica um pouco abaixo do esperado no curto prazo, provavelmente em virtude de oscilações que normalmente ocorrem no atual estágio do ciclo econômico. A evidência disponível é compatível com estabilização recente da economia brasileira e possível retomada gradual da atividade econômica.  A economia segue operando com alto nível de ociosidade;
No âmbito externo, o cenário ainda apresenta interregno benigno para economias emergentes. No entanto, as incertezas sobre o crescimento da economia global e, especialmente, sobre a normalização das condições monetárias nos EUA persistem;
A inflação recente mostrou-se mais favorável que o esperado, em parte em decorrência da reversão da alta de preços de alimentos;
As expectativas de inflação apuradas pela pesquisa Focus para 2017 recuaram para em torno de 5,0% desde o último Copom e do Relatório de Inflação (RI) do terceiro trimestre, e seguem acima da meta para a inflação, de 4,5%. As expectativas para 2018 e horizontes mais distantes já se encontram em torno desse patamar; e
As projeções do Copom para a inflação de 2016 nos cenários de referência e mercado recuaram desde a divulgação do último RI e encontram-se em torno de 7,0%. No horizonte relevante para a condução da política monetária, o comportamento das projeções em relação ao RI mais recente variou conforme o cenário. No cenário de referência, a projeção para 2017 recuou para aproximadamente 4,3%, enquanto que a projeção para 2018 encontra-se em torno de 3,9%. No cenário de mercado, a projeção para 2017 manteve-se praticamente inalterada em torno de 4,9% e a projeção para 2018 aumentou para aproximadamente 4,7% – ambas acima da meta para a inflação para esses dois anos-calendário, de 4,5%.
O Comitê identifica os seguintes riscos domésticos para o cenário básico para a inflação:
Por um lado, (i) o processo de aprovação e implementação dos ajustes necessários na economia é longo e envolve incertezas; (ii) o período prolongado com inflação alta e com expectativas acima da meta ainda pode reforçar mecanismos inerciais e retardar o processo de desinflação; (iii) há sinais de pausa recente no processo de desinflação dos componentes do IPCA mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, o que pode sinalizar convergência mais lenta da inflação à meta; e
Por outro lado, (iv) a inflação mostrou-se mais favorável no curto prazo, o que pode sinalizar menor persistência no processo inflacionário; (v) o nível de ociosidade na economia pode produzir desinflação mais rápida do que a refletida nas projeções do Copom; (vi) os primeiros passos no processo de ajustes necessários na economia foram positivos, o que pode sinalizar aprovação e implementação mais céleres que o antecipado.
Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros para 14,00% a.a., sem viés. O Comitê entende que a convergência da inflação para a meta para 2017 e 2018 é compatível com uma flexibilização moderada e gradual das condições monetárias. O Comitê avaliará o ritmo e a magnitude da flexibilização monetária ao longo do tempo, de modo a garantir a convergência da inflação para a meta de 4,5%.
A magnitude da flexibilização monetária e uma possível intensificação do seu ritmo dependerão de evolução favorável de fatores que permitam maior confiança no alcance das metas para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2017 e 2018. O Comitê destaca os seguintes fatores domésticos: (i) que os componentes do IPCA mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica retomem claramente uma trajetória de desinflação em velocidade adequada; e (ii) que o ritmo de aprovação e implementação dos ajustes necessários na economia contribuam para uma dinâmica inflacionária compatível com a convergência da inflação para a meta. O Comitê avaliará a evolução da combinação desses fatores.



Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Ilan Goldfajn (Presidente), Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Viana de Carvalho, Isaac Sidney Menezes Ferreira, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso, Reinaldo Le Grazie, Sidnei Corrêa Marques e Tiago Couto Berriel.

O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) registra quinto aumento consecutivo.


O ICEI registrou 53,7 pontos em setembro, um aumento de 2,2 pontos na comparação com agosto. O índice cresceu pelo quinto mês consecutivo e acumula crescimento de 16,9 pontos no período. Na comparação com o mesmo mês de 2015, o aumento alcança 18 pontos.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

CORECON SP manifesta apoio à aprovação da PEC 241.


Conselho Regional de Economia de São Paulo manifesta apoio à aprovação da PEC 241
  
Em Sessão Plenária realizada em 11 de outubro de 2016, o Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), que congrega o maior número de Economistas do Brasil, deliberou, por unanimidade, apoio à aprovação da PEC 241, por acreditar que o equilíbrio das contas públicas é crucial para a retomada do crescimento econômico de forma sustentável com estabilidade inflacionária.

Nessa mesma Plenária foram discutidos temas relevantes de gestão e financiamento da Educação e Saúde.

O colegiado deliberou que uma gestão eficiente das políticas públicas corrobora um fluxo  contínuo de recursos para as áreas de Saúde e Educação, apoiando a sistematização de uma política de qualidade do gasto público anticíclico e a formação de poupança fiscal em períodos de prosperidade.

A despeito de compreender que essa política seja a mais adequada para não interromper as despesas planejadas na Saúde e na Educação em períodos desfavoráveis do ciclo econômico, o Corecon-SP alerta que potenciais ajustes no projeto da PEC-241 podem ser necessários nos próximos anos,  de forma a compatibilizar as necessidades da demanda da Saúde com a disponibilidade de sua oferta.

Devemos ressaltar que o aumento da confiança na condução da política econômica está provocando a revisão para cima das projeções de crescimento econômico a partir de 2017, com efeitos esperados sobre a arrecadação federal, estadual e municipal e, portanto, sobre o financiamento dos gastos de Educação e Saúde. 

A Economia - Como Evoluiu E Como Funciona: Alessandra Ribeiro, Maíslson Da Nóbrega.


Yanis Varoufakis: O Minotauro Global.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Para Nate Silver, o gênio da previsão, Hillary Clinton será Presidente.


Roots of Brazilian Relative Economic Backwardness - Alexandre Rands Barros.


The New Yorker - "The Laureate" Bob Dylan - OCT 24, 2016


The Fix How Nations Survive and Thrive in a World in Decline By Jonathan Tepperman.


17 de Outubro: Dia da Agricultura.


Boletim Focus 14/09: inflação, PIB e Selic em queda!

No Boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado estima inflação menor e retração maior no PIB 2016. 

Previsões de melhora do PIB e inflação em queda somente para 2017!

Em síntese: 

PIB: elevou a queda de 3,15% para 3,19%;
Inflação: IPCA em leve baixa de 7,04% para 7,01%;
Dólar: manteve-se em R$ 3,25;
Taxa básica de juros (Selic): em baixa de 13,75% para 13,50%.

domingo, 16 de outubro de 2016

O PIB brasileiro em 2017 crescerá 2%?

Segundo o competente José Roberto Mendonça de Barros em sua coluna de hoje no ESTADÃO, o crescimento do PIB brasileiro em 2017 será de 2% e, se revisto, será ainda maior

Considerando que em seu texto ele elenca uma série de razões para estar tão otimista neste 16 de outubro de 2016, esperamos que realmente o Brasil saia do buraco em 2017. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Fernando Rodrigues: Nos Brics, Brasil exibe maior recessão, alto desemprego e pior inflação.

No blog do Fernando Rodrigues: 


Nos Brics, Brasil exibe maior recessão, alto desemprego e pior inflação.

Memórias Secretas - Remember - 2015/2016

Recomendo com satisfação Memórias Secretas (Remember) com os ótimos Christopher Plummer e Martin Landau e uma reflexão necessária sobre o nosso futuro, pois da morte ninguém escapa! 


15 de outubro: Dia do Professor.


Bolívar Lamounier: Liberais e Antiliberais.


Por um lado, perseguido pela direita, que o levou à prisão política. Por outro, patrulhado pela esquerda. Apesar disso, Bolívar Lamounier sempre manteve a independência intelectual. Neste novo livro, o sociólogo reflete sobre o conflito entre a democracia liberal, o marxismo e o fascismo. Comprovando sua destreza com as palavras, ele enfrenta com coragem os temas mais espinhosos do debate acadêmico brasileiro — como o silêncio das esquerdas acerca dos resultados fracassados das revoluções socialistas. Ao final, o livro traz ainda uma valiosa bibliografia comentada, que conta com títulos de nomes como Fernando Henrique Cardoso, Jean-Paul Sartre, Max Weber e Montesquieu.
Lançamento: 13/12/2016. 

Bob Dylan: O pop virou Nobel.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Brasil: um país sem fundo precisa de um limite de gasto.


Bacen - boletim Focus 07/10: E o PIB 2016 em estimada queda de 3,15%.

No Boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado estima inflação menor e manutenção na queda no PIB. 

Previsões de melhora do PIB e inflação em queda somente para 2017!

Em síntese: 

PIB: leve piora na queda de 3,14% para 3,15%;
Inflação: IPCA em leve baixa de 7,23% para 7,04%;
Dólar: manteve-se em R$ 3,25;

Taxa básica de juros (Selic): manteve-se em 13,75%.

2016 Prize in Economic Sciences.


2016 Prize in Economic Sciences: Oliver Hart and Bengt Holmström.


10 October 2016
The Royal Swedish Academy of Sciences has decided to award the Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel 2016 to
Oliver Hart
Harvard University, Cambridge, MA, USA

and
Bengt Holmström
Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, MA, USA

“for their contributions to contract theory”
Oliver Hart, born 1948 in London, UK. Ph.D. 1974 from Princeton University, NJ, USA. Andrew E. Furer Professor of Economics at Harvard University, Cambridge, MA, USA.

Bengt Holmström, born 1949 in Helsinki, Finland. Ph.D. 1978 from Stanford University, CA, USA. Paul A. Samuelson Professor of Economics, and Professor of Economics and Management at Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, MA, USA.

domingo, 9 de outubro de 2016

Dívida Bruta do Setor Público: 80% em 2017? Sem teto, impagável?

Para reflexão e preocupação, de acordo com dados oficiais e estimativa do mercado, a Dívida Bruta do Setor Público brasileiro em percentual do PIB cresceu 41% no período de 2007 a 2017 (estimada dívida de 79% do PIB para 2017). 

E a tendência é crescente se a gestão não for alterada!

E a moeda brasileira é o R$ e não o verde US$...
   


Como a crise fiscal brasileira é avaliada pelos economistas.

Da página do economista Pedro Paulo Zahluth Bastos no Facebook compartilho para os demais colegas a questão da crise fiscal e seus dilemas econômicos. 
Material extremamente útil para iniciar esta semana. O texto dos Professores Pedro Paulo e Luiz Gonzaga Belluzo está neste link: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/10/1820798-uma-critica-aos-pressupostos-do-ajuste-economico.shtml

"Luiz Gonzaga Belluzzo e eu criticamos, na Folha de hoje, a austeridade fiscal e salarial e a PEC 241, que paralisa o gasto público por 20 anos. O artigo tem duas versões: uma no jornal impresso, caderno Ilustríssima, de página inteira, e outra bem maior no site, que compartilho por aqui, que discute a austeridade fiscal e salarial no Brasil, mas também explica didaticamente as diferenças entre a ortodoxia neoclássica e as heterodoxias, particularmente a Keynesiana, que levam a recomendações de política econômica tão diferentes. Continuamos polêmica com Marcos Lisboa, Samuel Pessôa e Carlos Eduardo Gonçalves, tendo sido citados em artigo crítico a eles escrito por Luiz Fernando de Paula e Elias Jabbour. A luta contra a PEC 241 continua! Para quem tiver interesse na polêmica, que se estende desde fevereiro de 2016, os links são os seguintes:
1) Método, e não retórica, deve reinar na economia
CARLOS EDUARDO GONÇALVES
MARCOS DE BARROS LISBOA
14/02/2016 02h05

2) Crises econômicas evidenciam reducionismo de modelos teóricos
LUIZ GONZAGA BELLUZZO
PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS
20/03/2016 02h09

3) Somos, de fato, o inferno: uma defesa da retórica na ciência econômica
FÁBIO PALÁCIO
CRISTIANO CAPOVILLA

4) O funcionamento da economia segundo a direita e a esquerda
MARCOS DE BARROS LISBOA
SAMUEL PESSÔA
ilustração JOSÉ BECHARA
17/07/2016 02h00

5) Só mesmo um espantalho da esquerda teria a alma de um pato da Fiesp
LAURA CARVALHO (Laura Barbosa de Carvalho
21/07/2016 02h00

6) Texto rebate críticas aos economistas heterodoxos de Lisboa e Pessôa
LUIZ FERNANDO DE PAULA
ELIAS M. KHALIL JABBOUR
ilustração ANTONIO MALTA CAMPOS
21/08/2016 02h06

7) Os métodos que dividem as águas no debate econômico
MARCOS DE BARROS LISBOA
SAMUEL PESSÔA
04/09/2016 02h02

Eleições USA 2016: hoje tem debate Hillary x Trump.


09/10/2001 - 15 anos sem Roberto Campos.



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Brasil zero Prêmio Nobel: Marcelo Rubens Paiva excelente!!!

Do blog de Marcelo Rubens Paiva no ESTADÃO de hoje


Lembrança da jornalista Sylvia Colombo:

Argentina 5 prêmios Nobel (três científicos, dois da Paz)
Mexico 3 (Alfonso Garcia Robles, Mario Molina e Octavio Paz)
Colômbia 2 (Gabo e, agora, Santos)
Chile 2 (Pablo Neruda e Gabriela Mistral)
Costa Rica (Oscar Arias)
Guatemala 2 (Miguel Angel Astúrias e Rigoberta Menchu)
Peru 1 (Vargas Llosa)
Brasil NENHUM
Também não temos nenhum Oscar.
Mas sobram Grammy Awards, o grande prêmio da música.
E alguns Emmy, de televisão.
Somos os reis da batucada e do melodrama.
Música é nosso maior bem.
Merecíamos um Nobel por ela.
Merecíamos um Nobel por Noel Rosa, Cartola, Zé Keti, Sargento, Paulinho da Viola, Caetano, Gil, Vinícios, Adoniran, Paulo Vanzolini…
Explicações?
A língua [espanhol é a terceira língua mais falada do mundo], a falta de um líder agregador e pacificador, uma literatura secundária, baixa escolaridade, baixo índice de leitura…
É preciso repensar o Brasil.
Começar tudo de novo.
Escolas, escolas, escolas.
Bibliotecas, bibliotecas, bibliotecas,
Livros, livros, livros.
Um currículo que priorize a leitura.
Não apenas de autores que escrevem em português, mas de clássicos da literatura mundial.

Exame: A vida dura de quem sobreviveu - 06 de Outubro de 2016.


Nobel Peace Prize for 2016 to Colombian President Juan Manuel Santos.


The Norwegian Nobel Committee has decided to award the Nobel Peace Prize for 2016 to Colombian President Juan Manuel Santos for his resolute efforts to bring the country's more than 50-year-long civil war to an end, a war that has cost the lives of at least 220000 Colombians and displaced close to six million people. The award should also be seen as a tribute to the Colombian people who, despite great hardships and abuses, have not given up hope of a just peace, and to all the parties who have contributed to the peace process. This tribute is paid, not least, to the representatives of the countless victims of the civil war.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Boletim Focus: base 30/09 e o PIB em queda estimada de 3,14%

No Boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado estima inflação menor e melhora no PIB. 

Previsões de melhora do PIB e inflação em queda somente para 2017!

Em síntese: 

PIB: manteve a queda de 3,14%;
Inflação: IPCA em leve baixa de 7,25% para 7,23%;
Dólar: leve baixa de R$ 3,29 para R$ 3,25;
Taxa básica de juros (Selic): manteve-se em 13,75

sábado, 1 de outubro de 2016

Announcements of the 2016 Nobel Prizes.

Announcements of the 2016 Nobel Prizes

The date and time for the announcements of the recipients of the Nobel Prize and the Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel are now set.
The process of the Nobel Committees to independently and expertly select the 2016 Nobel Laureates is now in progress. This year's Laureates will be announced between 3 and 10 October. These are researchers, authors and peace advocates who, according to the vision of Alfred Nobel, have conferred the greatest benefit to mankind.
Monday 3 October, 11:30 a.m. at the earliest - The Nobel Prize in Physiology or Medicine 
The prize will be announced by Thomas Perlmann, Secretary of the Nobel Committee for Physiology or Medicine. 

Tuesday 4 October, 11:45 a.m. at the earliest - The Nobel Prize in Physics 
The prize will be announced by Göran K. Hansson, Permanent Secretary of the Royal Swedish Academy of Sciences. 

Wednesday 5 October, 11:45 a.m. at the earliest - The Nobel Prize in Chemistry
The prize will be announced by Göran K. Hansson, Permanent Secretary of the Royal Swedish Academy of Sciences. 

Friday 7 October, 11:00 a.m. - The Nobel Peace Prize
The prize will be announced by Kaci Kullmann Five, Chair of the Norwegian Nobel Committee. 

Monday 10 October, 11:45 a.m. at the earliest - The Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel 
The prize will be announced by Göran K. Hansson, Permanent Secretary of the Royal Swedish Academy of Sciences. 

According to tradition, the Swedish Academy will set the date for its announcement of the Nobel Prize in Literature later.
The prize will be announced by Sara Danius, Permanent Secretary of the Swedish Academy. 

Times listed are local time in Sweden and Norway.

Nicolau e Alexandra - Robert K. Massie.


Iniciando este outubro de 2016 na companhia de Nicolau e Alexandra, texto do excelente historiador Robert K. Massie sobre a queda da dinastia Romanov. 

O autor também escreveu a soberba biografia de Pedro, o Grande, que lhe valeu o prêmio Pulitzer em 1981. 

Recomendo com satisfação, especialmente aos amantes do período que vai do século XVII até a Revolução de 1917! 

Outubro 2016: E que venha 2017!



A importância de debater o PIB nas eleições 2022.

Desde o início deste 2022 percebemos um ano complicado tanto na área econômica como na política. Temos um ano com eleições para presidente, ...