quarta-feira, 4 de outubro de 2017

EXAME edição 1146: JBS.


Revista piauí - outubro/17: Vida e Morte de uma Delação.


59º Prêmio Jabuti - Finalistas Economia e afins.

Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer

Título: A crise de crescimento do Brasil – Autor(a): Fundação Getúlio Vargas - FGV/IBRE – Regis Bonelli e Fernando Veloso (Orgs.) – Editora: Elsevier Editora

Título: A crise fiscal e monetária Brasileira – Autor(a): Edmar Bacha – Editora: Civilização Brasileira

Título: Anatomia de um desastre – Autor(a): Claudia Safatle, João Borges e Ribamar Oliveira – Editora: Companhia das Letras

Título: Brasil Saúde Amanhã: População, Economia e Gestão – Autor(a): Paulo Gadelha, José Carvalho de Noronha, Sulamis Dain, Telma Ruth Pereira (organizadores) – Editora: Editora Fiocruz

Título: Como matar a Borboleta-azul: Uma Crônica da era Dilma – Autor(a): Monica Baumgarten de Bolle – Editora: Intrínseca

Título: Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial – Autor(a): Pedro Jaime – Editora: Editora da Universidade de São Paulo

Título: Finanças Públicas – Autor(a): Felipe Salto e Mansueto Almeida – Editora: Editora Record

Título: Monitoramento e Avaliação de Programas Sociais: Uma Introdução aos Conceitos e Técnicas – Autor(a): Paulo de Martino Jannuzzi – Editora: Alínea

Título: O Tempo de Keynes e os Tempos do Capitalismo – Autor(a): Luiz Gonzaga Belluzzo – Editora: Editora Contracorrente


Título: Por que fazemos o que fazemos? – Autor(a): Mario Sergio Cortella – Editora: Planeta

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

The Economist: Natural disasters - Sep 2nd 2017.


Os vencedores do XXIII Prêmio Brasil de Economia 2017.


CATEGORIA LIVRO DE ECONOMIA:
1º Lugar (Prêmio de R$ 8.000,00): Economista: José Luis da Costa Oreiro – Registro: 23031-RJ. Título: “Macroeconomia do Desenvolvimento: uma perspectiva Keynesiana”;
2º Lugar (Menção honrosa): Economista: Helena Maria Martins Lastres – Registro: 09919-RJ. Título: “O Futuro do Desenvolvimento”;
3º Lugar (Menção honrosa): Economista: José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho – Registro: 7151-DF. Título: “Agricultura, Transformação Produtiva e Sustentabilidade”.

CATEGORIA TESE DE DOUTORADO:
1º Lugar (Prêmio de R$ 7.000,00): Economista: Juliana Franco Afonso – Registro: 6914-PR. Título: “Convergência Espacial da Produtividade Total dos Fatores da Agricultura Brasileira: Implicações dos Investimentos em Infraestrutura de Armazenamento, Pesquisa, Capital Humano e Crédito Rural”;
2º Lugar (Menção honrosa): Economista: Thiago de Holanda Lima Miguez – Registro: 25601-RJ. Título: “Evolução da Formação Bruta de Capital Fixo na Economia Brasileira 2000-2013”;

3º Lugar (Menção honrosa): Economista: Rosa Livia Gonçalves Montenegro – Registro: 25226-RJ. Título: “Inovações Ambientais e Sistemas Nacionais de Inovação: Caracterizações para o Período 1990-2010”.

CATEGORIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO:
1º Lugar (Prêmio de R$ 5.000,00): Economista: Érika Regina da Silva Gallo – Registro: 35920-SP. Título: “Economia Comportamental Aplicada à Finanças e o Modelo de Agentes: Um estudo sobre a presença da subjetividade humana na tomada de decisão e suas implicações no mercado acionário”;
2º Lugar (Menção honrosa):  Economista: Fernanda Nacif Marçal – Registro: 2614-AM. Título: “Distribuição de Renda e Crescimento Econômico: Modelo Multissetorial de Simulação do Caso Brasileiro”;
3º Lugar (Menção honrosa):  Economista: Tatiana Silva Fontoura de Barcellos – Registro: 7847-RS. Título: “Ensaios sobre a Regulação dos Bancos de Dados Utilizados para a Análise de Crédito: Uma Abordagem da Law And Economics”.

CATEGORIA MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO (Estudante):
1º Lugar (Prêmio de R$ 3.000,00): Estudante: Tatiane Tenório da Gama Leite. Título: “O Uso da Tributação Ótima para Fomentar o Emprego no Nordeste”. Instituição: Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE);
2º Lugar (Menção honrosa):  Estudante: Emília Karla Mendes dos Santos. Título: “Análise das Relações Comerciais entre Brasil e China: Uma Abordagem Utilizando o Modelo de Vetor de Correção de Erro”. Instituição:  Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN);
3º Lugar (Menção honrosa): Estudante: Ingrid Rafaele Rodrigues Leira. Título: “A Racionalidade na Tomada de Decisão: um experimento para avaliar o efeito de cenários econômicos na decisão dos eleitores em uma eleição presidencial”. Instituição: Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

CATEGORIA ARTIGO TÉCNICO OU CIENTÍFICO:
1º Lugar (Prêmio de R$ 3.000,00): Os Economistas: Fernando Ferrari Filho – Registro: 5048-2-RS e Luiz Fernando de Paula – Registro:16248-5-RJ. Título: “Padrões de Crescimento e Desenvolvimentismo: Uma Perspectiva Keynesiano-Institucionalista”;
2º Lugar (Menção honrosa): Economista: Pedro Linhares Rossi – Registro: 24444-RJ. Título: “Componentes macroeconômicos e estruturais da crise brasileira: o subdesenvolvimento revisitado”;
3º Lugar (Menção honrosa):  Economista: Antonio Corrêa de Lacerda – Registro: 16821-SP. Título: “Dinâmica e evolução da crise brasileira: discutindo alternativas”.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Violência contra a mulher gera prejuízo de R$ 1 bilhão para economia brasileira.

Falta de concentração, dificuldade de tomar decisões, erros ou acidentes e grande número de faltas são os impactos mais significativos da violência doméstica na vida profissional de milhares de mulheres no Brasil. Pela primeira vez, esses impactos foram contabilizados: a economia do Brasil perde cerca de R$ 1 bilhão devido às consequências da agressão sofrida pelas trabalhadoras dentro de suas casas.

O dado foi apresentado hoje (24) em coletiva na reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, como parte do segundo relatório da Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar, que acompanhou a vida de 10 mil mulheres nas nove capitais nordestinas desde 2016.


As 250 pesquisadoras identificaram e quantificaram o peso dos diferentes tipos de violência na vida laboral feminina. O estudo foi feito em parceria com o Instituto Maria da Penha e com a participação de pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa. Segundo o estudo, 48% das entrevistadas de Teresina (PI) disseram ter a saúde mental afetada por conta das agressões sofridas em casa. Em seguida, vem Aracaju (SE), com 42% e Natal (RN), com 40%.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-08/economia-brasileira-perde-r-1-bilhao-por-causa-da-violencia-contra-mulher

The Economist: Blanket repression is the wrong way to deal with political Islamists.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Economistas apoiam nova meta fiscal, mas aguardam reforma da Previdência.

A revisão da meta fiscal já era esperada pelo mercado financeiro, que não apresentou turbulências hoje (16), por causa do anúncio feito na noite desta terça-feira (15). A expectativa agora do mercado é que o governo consiga voltar a discutir sobre a reforma da Previdência.
Com a revisão da meta e a reafirmação da nota de crédito do Brasil, o dólar comercial operava em queda de 029%, cotado a R$ 3,1636, por volta das 13h. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, operava em alta às 10h10, com 68.845 pontos, mas, por volta das 13h20, registrava leve queda de 0,02%, aos 68.341 pontos.
Segundo o professor de macroeconomia do Ibmec-RJ e economista da Órama Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Alexandre Espírito Santo, o cenário internacional está favorável, o que dá suporte para os ativos no Brasil. O economista afirma que o mercado financeiro sabia que era necessário fazer a revisão da meta fiscal. “Foi uma etapa superada de maneira relativamente positiva, e agora o mercado vai esperar como o governo introduzirá de novo a reforma da Previdência.”
Ontem, o governo anunciou a nova meta de déficit primário (despesas maiores que receitas, sem considerar gastos com juros) de R$ 159 bilhões, para este ano em 2018. Originalmente, a meta de déficit estava fixada em R$ 139 bilhões para este ano e em R$ 129 bilhões para 2018. Além disso, o governo anunciou medidas para conter despesas, como congelamento de reajuste do funcionalismo público e aumento de tributos.
Para Espírito Santo, as medidas anunciada ontem foram “na direção correta, mas não são suficientes”. “[O anúncio das medidas] é uma forma de dizer que o governo está preocupado, mas no fundo não vai solucionar o problema.”
Sem a reforma da Previdência, diz o economista, será preciso alterar a meta novamente em 2018, e o mercado vai começar a perder a confiança no governo. “Fizeram um contingenciamento [bloqueio de gastos] muito forte, e o mercado deu o benefício da dúvida. Mas o mercado não vai dar o benefício da dúvida para sempre”, destaca.
A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, diz que, com a proximidade das eleições, muitos congressistas ficam com receio de aprovar a reforma da Previdência. Entretanto, ela considera que há um reconhecimento da necessidade da reforma. “Vejo no Congresso, um reconhecimento crescente de que vai ter que fazer reforma da Previdência e que é melhor o [presidente Michel] Temer fazer. Senão, o próximo presidente vai ter um peso enorme nas costas, porque a fila de reformas necessárias é enorme”, disse. Zeina ressalta que há possibilidade de ao menos uma parte da reforma ser aprovada, como a idade mínima.
De acordo com Zeina, o mercado sabe que não há saída fácil para a questão fiscal. “O risco de ter correção de meta é alto mesmo. O mercado compreende que não tem mais espaço para corte de despesas discricionárias e sabe que daqui pra frente só mesmo ajustes estruturais.”
Para a economista, ao anunciar as medidas o governo demostrou esforço para conter despesas, além de já ter passado pelo desgaste político de aumentar a tributação sobre combustíveis. Entretanto, para Zeina o governo errou ao fazer o reajuste do funcionalismo público anteriormente. “Se não tivesse tido aumento do funcionalismo a revisão era menor.”
Ela acrescenta que as medidas anunciadas ontem não têm efeito de longo prazo e de estabilização da dívida pública, mas ajudam a manter a confiança. “Quando o dinheiro acaba, qualquer 1 bilhão fica relevante.”

Zeina diz que as medidas anunciadas ontem vão ser aprovadas pelo Congresso Nacional. “Acho que passa até porque é de interesse de Congresso. Se não se flexibiliza o orçamento, fica mais difícil também honrar emendas.”

Angus Deaton: A grande saída: saúde, riqueza e as origens da desigualdade.


R$ 159 bilhões é o déficit primário previsto para 2017. Para 2018, idem.

Com as frustrações de receitas, o governo anunciou ontem (10) o aumento da meta de déficit fiscal do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) para R$ 159 bilhões este ano. A meta para o próximo ano também foi revista para R$ 159 bilhões.

O déficit primário é o resultado das despesas maiores que as receitas, sem considerar os gastos com juros da dívida pública. O anúncio foi feito há pouco pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira.

A alteração das metas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Em 12 meses encerrados em junho, o déficit primário ficou em R$ 167,198 bilhões, o que corresponde a 2,62% do Produto Interno Bruto (PIB) , a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de acordo com dados do Banco Central (BC).

Originalmente, a meta de déficit estava fixada em R$ 139 bilhões para este ano e em R$ 129 bilhões para 2018. No entanto, a arrecadação ainda em queda, e uma série de frustrações de receitas dificultaram o cumprimento da meta original.

O governo também revisou as projeções para 2019 e 2020. Para 2019, a estimativa de déficit passou de R$ 65 bilhões para R$ 139 bilhões. Para 2020, o resultado passou de superávit de R$ 10 bilhões para déficit de R$ 65 bilhões.


A equipe econômica revisou ainda para baixo as projeções para o PIB e a inflação em 2018 em relação aos parâmetros definidos na LDO de 2018. A previsão de crescimento caiu de 2,5% para 2%. Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a projeção passou de 4,5% para 4,2%. Os números para 2017 – crescimento de 0,5% do PIB e inflação oficial de 3,7% – foram mantidos.

Folha: Governo eleva rombo fiscal e anuncia pacote de aperto.


domingo, 13 de agosto de 2017

13 de Agosto: Dia do Economista.


As melhores universidades no exame 2017 da OAB.

A Escola de Direito da FGV/RJ, entre as privadas, e a Universidade Estadual do Oeste do Paraná, entre as públicas, foram as primeiras colocadas no último exame da nacional da OAB, em que concorreram 13.600 alunos.


Aprovaram 82% e 86%, respectivamente, dos seus alunos. A média nacional de aprovação foi de modestos 23,6%.

sábado, 12 de agosto de 2017

Folha: Os livros mais vendidos na semana entre 30/07 e 05/08.

Veja os livros mais vendidos na semana:
Teoria e Análise
1º (1º) Rápido e Devagar - Daniel Kahneman (Objetiva) - R$ 54,90
2º (-) Depois da Tempestade - Ricardo Amorim (Prata) - R$ 49,90
3º (-) Tesouro Direto - Marcos Silvestre (Faro) - R$ 34,90
4º (-) Marketing 4.0 - Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan (Sextante) - R$ 49,90
5º (4º) A Riqueza Das Nações (Col. Clássicos de Ouro) - Adam Smith (Nova Fronteira) - R$ 59,90

Práticas e Pessoas
1º (2º) O Poder da Ação - Paulo Vieira (Gente) - R$ 29,90
2º (4º) O Poder do Hábito - Charles Duhigg (Objetiva) - R$ 49,90
3º (1º) Rebeldes têm Asas - Rony Meisler e Sergio Pugliese (Sextante) - R$ 59,90
4º (-) Do Zero ao Milhão - Carlos Wizard (Buzz) - R$ 39,90
5º (5º) Os Segredos da Mente Milionária - T. Harv Eker (Sextante) - R$ 29,90


Lista feita com amostra informada pelas livrarias Saraiva, Curitiba, Martins Fontes, Fnac, Livraria da Vila, Livraria Cultura e Argumento; os preços são referência do mercado e podem variar; semana entre 30/7 e 5/8; entre parênteses, a posição na semana anterior 

A importância de debater o PIB nas eleições 2022.

Desde o início deste 2022 percebemos um ano complicado tanto na área econômica como na política. Temos um ano com eleições para presidente, ...