Trópicos
Utópicos, o novo livro do economista
Eduardo Giannetti da Fonseca, é uma luz para o atual momento econômico e político
brasileiro.
domingo, 26 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Brasil: 1.781.906 desempregados nos últimos 12 meses.
O
emprego formal apresentou recuo, em maio, na trajetória de perda de postos de
trabalho que vem ocorrendo desde o início do ano passado. No mês, a retração na
geração de postos de trabalho foi de 0,18%, na comparação com o mês anterior,
com saldo negativo de 72.615 vagas. A perda, porém, foi muito menor que em maio
de 2015, quando foi registrado o fechamento de 115.559 vagas formais.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério do Trabalho. O saldo de maio foi oriundo de 1.209.991 admissões contra 1.282.606 desligamentos. No acumulado do ano, o nível de emprego formal apresentou declínio de 1,13%, correspondendo à perda de 448.011 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o recuo foi de 1.781.906 empregos, retração de 4,34%. Com o resultado, o estoque de emprego para o mês alcançou 39.244.949 trabalhadores com carteira de trabalho assinada no país.
Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, os dados demonstram que, apesar das perspectivas de maiores perdas previstas nas análises econômicas, o mercado está começando a reverter o quadro de supressão de postos formais. “Acredito estarmos iniciando um processo de recuperação gradativa. Começamos a reverter essa curva e, podemos, no segundo semestre, ter resultados bem melhores”, avaliou.
Segundo o levantamento, a Agricultura gerou 43.117 postos de trabalho em maio, comportamento mais favorável que em abril, quando foram criados 8.051 postos. O dado ainda é superior na relação com o mesmo mês de 2015, quando foi registrada a criação de 28.362 postos. O crescimento, segundo o Ministério do Trabalho, se deve à sazonalidade ligada ao cultivo do café, principalmente nos estados de Minas Gerais, responsável por 20.308 postos, e São Paulo, com saldo positivo de 4.273 vagas.
Além da Agricultura, a Administração Pública também apresentou saldo positivo, com geração de 1.391 postos. Já o setor do Comércio teve perda de 28.885 vagas em maio, o que representa um arrefecimento na comparação com abril, quando foram suprimidos 30.507 postos. Também a Indústria de Transformação registrou recuo no ritmo de queda do nível de emprego, com a perda de 21.162 postos contra 60.989 em abril (-0,28%). No setor dos Serviços foi verificada a maior queda no mês, de 36.960 postos.
Dados estaduais - O emprego formal apresentou resultado positivo em Minas Gerais (9.304), Espírito Santo (1.226), Mato Grosso do Sul (562), Goiás (153) e Acre (147). Nos demais estados houve perda de postos de trabalho. No Rio Grande do Sul foi registrada a maior queda (-15.829), influenciado pelo fator sazonal da Agricultura (-3.723 postos). Houve também perda de vagas em São Paulo (-12.177 postos) e no Rio de Janeiro (-15.688).
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério do Trabalho. O saldo de maio foi oriundo de 1.209.991 admissões contra 1.282.606 desligamentos. No acumulado do ano, o nível de emprego formal apresentou declínio de 1,13%, correspondendo à perda de 448.011 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o recuo foi de 1.781.906 empregos, retração de 4,34%. Com o resultado, o estoque de emprego para o mês alcançou 39.244.949 trabalhadores com carteira de trabalho assinada no país.
Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, os dados demonstram que, apesar das perspectivas de maiores perdas previstas nas análises econômicas, o mercado está começando a reverter o quadro de supressão de postos formais. “Acredito estarmos iniciando um processo de recuperação gradativa. Começamos a reverter essa curva e, podemos, no segundo semestre, ter resultados bem melhores”, avaliou.
Segundo o levantamento, a Agricultura gerou 43.117 postos de trabalho em maio, comportamento mais favorável que em abril, quando foram criados 8.051 postos. O dado ainda é superior na relação com o mesmo mês de 2015, quando foi registrada a criação de 28.362 postos. O crescimento, segundo o Ministério do Trabalho, se deve à sazonalidade ligada ao cultivo do café, principalmente nos estados de Minas Gerais, responsável por 20.308 postos, e São Paulo, com saldo positivo de 4.273 vagas.
Além da Agricultura, a Administração Pública também apresentou saldo positivo, com geração de 1.391 postos. Já o setor do Comércio teve perda de 28.885 vagas em maio, o que representa um arrefecimento na comparação com abril, quando foram suprimidos 30.507 postos. Também a Indústria de Transformação registrou recuo no ritmo de queda do nível de emprego, com a perda de 21.162 postos contra 60.989 em abril (-0,28%). No setor dos Serviços foi verificada a maior queda no mês, de 36.960 postos.
Dados estaduais - O emprego formal apresentou resultado positivo em Minas Gerais (9.304), Espírito Santo (1.226), Mato Grosso do Sul (562), Goiás (153) e Acre (147). Nos demais estados houve perda de postos de trabalho. No Rio Grande do Sul foi registrada a maior queda (-15.829), influenciado pelo fator sazonal da Agricultura (-3.723 postos). Houve também perda de vagas em São Paulo (-12.177 postos) e no Rio de Janeiro (-15.688).
Fonte: Ministério do Trabalho.
23/06/2016: um triste dia por uma Europa em paz, unida e próspera.
Diversos líderes visionários inspiraram a
criação da União Europeia. Sem a sua energia e motivação, não
estaríamos a viver na esfera de paz e estabilidade que tomamos como garantidas.
De combatentes da resistência a advogados, os fundadores foram um grupo diverso
de pessoas que acreditavam nos mesmos ideais: uma Europa em paz, unida e
próspera.
Nossa homenagem a um dos maiores e que tanta falta faz hoje: Konrad Adenauer: um democrata
pragmático e um unificador incansável.
O primeiro Chanceler da República
Federal da Alemanha, que se manteve à frente do novo Estado alemão entre 1949 e
1963, contribuiu, mais do que qualquer outra pessoa, para alterar a história da
Alemanha e da Europa do pós-guerra.
A reconciliação com a França foi
um pilar fundamental da política externa de Adenauer. Em 1963, sob os auspícios
de Adenauer e do Presidente francês Charles de Gaulle, é assinado um Tratado de
amizade entre a Alemanha e a França, outrora acérrimos inimigos, que assinala
um ponto de viragem histórico e constitui um dos marcos do processo de
integração europeia.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Em 20/06/2016 o inverno chega ao Brasil ou o Brasil chega ao inferno?
Que a situação brasileira é dramática e reconhecida por quase todos, é fato. Os que ainda sonham que somos o país do futuro, realmente é porque continuam no passado, pois o presente já foi negociado em tenebrosas transações.
Neste início de inverno brasileiro, apenas três notícias conseguem evidenciar a borda do buraco que está a economia brasileira e a ausência de bom senso por parte de gestores públicos e privados.
Senão, vejamos:
1 - A operadora de telefonia OI pediu recuperação judicial de R$ 65 bilhões. Como chegou à essa situação?
2 - A renegociação da dívida dos estados com a união terá um impacto nas contas fiscais até 2018 de R$ 50 bilhões. Até quando os gestores públicos não farão controle de suas contas?
3 - O governo do estado do Rio de Janeiro, oficialmente em estado de calamidade pública, realizou licitação de mais de R$ 378 mil para compra de alimentos tipo framboesa, cereja chilena, picanha, salmão, robalo etc etc. A compra foi cancelada após a divulgação do fato pela rádio CBN Rio. É por fatos como esse e outros mais que os estados estão na condição 2 acima citada. Afinal, quem paga esta conta?
Na tentativa de unir os três assuntos, recordo de uma frase do sempre atual economista Roberto Campos:
"No Brasil, a empresa privada é controlada pelo governo.
A empresa estatal não é controlada por ninguém."
E apenas para complementar, um país que consegue em apenas dois anos (2015 - 2016) registrar uma queda estimada de quase 7% no seu PIB, tem algo muito errado por aqui.
Sinfrônio: Rio de Janeiro falido!
O genial Sinfrônio, no cearense Diário do Nordeste, sempre consegue
nos fazer rir mesmo no meio da diária tragédia econômica e política brasileira.
Boletim Focus: base 17/06 e o PIB em queda de 3,44%.
No Boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado fez alguns ajustes em suas projeções, com destaque para o aumento do IPCA, queda do dólar e melhora no PIB.
Em síntese:
PIB: melhorou de -3,60% para -3,44%;
Inflação: subiu de 7,19% para 7,25%;
Dólar: caiu de R$ 3,65 para R$ 3,60;
Taxa básica de juros (Selic): mantida em 13,00%.2015: o pior ano da história da economia empresarial brasileira.
Segundo dados do anuário MELHORES E MAIORES da revista EXAME, 2015
foi o pior ano da história para o o grupo das 500 maiores empresas instaladas no Brasil.
Para estas 500 empresas avaliadas neste conhecido levantamento anual:
- O faturamento caiu 4,6%.
- Prejuízo somado de US$ 19 bilhões.
- A rentabilidade sobre o patrimônio teve queda de 4,9%.
- O faturamento de R$ 1,6 trilhão para 316 empresas de capital aberto teve uma queda de 5,4% em relação a 2014.
Sem empresas sustentáveis financeiramente, a recuperação econômica brasileira caminha a passos de tartaruga.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Ata da 199ª Reunião do Copom - 7 e 8 de junho de 2016 - 14,25% a.a.
30. O Copom considera que o
ainda elevado patamar da inflação em doze meses é reflexo dos processos de ajustes
de preços relativos ocorridos em 2015, bem como do processo de recomposição de
receitas tributárias observado nos níveis federal e estadual, no início deste
ano, além dos choques temporários de oferta no segmento de alimentação, e que
fazem com que a inflação mostre resistência. Ao tempo em que reconhece que
esses processos têm impactos diretos sobre a inflação, o Comitê reafirma sua
visão de que a política monetária pode, deve e está contendo os efeitos de
segunda ordem deles decorrentes.
31. O Comitê reconhece os
avanços na política de combate à inflação, em especial a contenção dos efeitos
de segunda ordem dos ajustes de preços relativos. No entanto, considera que o
nível elevado da inflação em doze meses e as expectativas de inflação distantes
dos objetivos do regime de metas não oferecem espaço para flexibilização da
política monetária.
32. Dessa forma, o Copom
decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 14,25% a.a., sem viés. Votaram
por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini
(Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles,
Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso, Sidnei Corrêa Marques e Tony Volpon.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Roberto Campos: profético em 1964 para o Brasil de 2016.
Em 23 de abril de 1964, Roberto Campos expôs ao presidente Castello
Branco sua avaliação sobre “a crise brasileira e diretrizes de recuperação
econômica”.
Na época, eram quatro as características pelas quais o Brasil estava em
crise:
1 - Inflação acelerada
2 - Paralisação do crescimento
3 - Crise cambial
4 - Crise de motivação
Decorridos 52 anos do diagnóstico e observadas as devidas proporções
econômicas e políticas, nota-se que o país continua com 75% dos mesmos
problemas.
Brasil 2016, um país em busca de solução!
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Ilan Goldfajn: discurso de posse no Banco Central.
Trechos do discurso de posse de Ilan Goldfajn no Banco Central do Brasil, em 13 de junho de 2016:
"Não há
crescimento sustentável e bem-estar social duradouro sem inflação baixa e
estável. Pelo contrário, a literatura econômica já refutou por diversas vezes o
falacioso dilema entre a manutenção de inflação baixa e crescimento econômico.
Nossa história recente bem demonstra que níveis mais altos de inflação não
fomentam o crescimento econômico, pelo contrário, desorganizam a economia,
inibem o investimento, a produção e o consumo e impactam negativamente a renda,
o nível de emprego e, por fim, o bem-estar social. A manutenção de um nível
baixo e estável de inflação reduz incertezas, eleva a capacidade de crescimento
da economia e torna a sociedade mais justa, por meio de um menor imposto
inflacionário, um dos mais regressivos. O regime de metas para a inflação é um
robusto arcabouço de política monetária que já provou sua confiabilidade e
eficácia nos mais diferentes cenários, mesmo em situações de estresse, no
Brasil e no resto do mundo".
Boletim Focus: base 10/06 e o PIB em queda de 3,60%.
No Boletim
Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado fez alguns ajustes em suas
projeções, com destaque para o IPCA e a Selic.
Em
síntese:
PIB: melhorou de
-3,71% para -3,60%;
Inflação: subiu de
7,12% para 7,19%;
Dólar: caiu de R$
3,68 para R$ 3,65;
Taxa básica de
juros (Selic): subiu de 12,88% para 13,00%.
Fonte:
domingo, 12 de junho de 2016
Thomas Elliot Skidmore: 1932 - 2016.
Um triste dia com o morte de Thomas Elliot
Skidmore, um dos maiores brasilianistas, autor de diversos livros sobre o Brasil e intelectual referência para quem
gosta de ler sobre a história brasileira. "Uma história do Brasil" é um dos meus favoritos.
É possível localizar no Brasil de 2016 um novo Celso Furtado?
Lendo o excelente ELIO GASPARI na FOLHA DE S. PAULO, num trecho onde é citado o nome de Celso Furtado, volto a perguntar: é possível ainda existir no Brasil de hoje um nome com a honestidade de Celso Furtado, independentemente da visão econômica e política?
Celso Furtado
viveu 84 anos, foi superintendente da Sudene, ministro do Planejamento e da
Cultura e nunca teve seu nome envolvido no sumiço de um só alfinete. Em 2011, o
comissariado petista lançou ao mar o petroleiro que leva seu nome, e Dilma
Rousseff discursou festejando a obra da Transpetro: "No Brasil, muita
gente dizia que dava para crescer, mas que poucos ficariam ricos. Celso Furtado
disse que crescimento era uma coisa e desenvolvimento era outra, que país só se
desenvolvia se o povo crescesse junto".
Em 2015, o
estaleiro de onde saiu o "Celso Furtado" fechou, desempregando 2.000
trabalhadores, mas uns poucos maganos ficaram ricos. A memória do presidente da Transpetro, Sérgio Machado, mostrou a distância que
há entre as teorias de Celso Furtado e a prática da criação de polos navais no
Brasil. Desde 1955, os contribuintes financiaram três, e todos quebraram.
sábado, 11 de junho de 2016
sexta-feira, 10 de junho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
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A importância de debater o PIB nas eleições 2022.
Desde o início deste 2022 percebemos um ano complicado tanto na área econômica como na política. Temos um ano com eleições para presidente, ...
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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-rascunho-da-carta-de-roberto-campos-neto,70003964302 Gustavo H. B. Franco, O Estado de S.Pa...











