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O 2016 na economia brasileira: por um ano diferente do previsto em 2014 para 2015.



O ano chega ao final e o otimismo continua distante do brasileiro. Pelo contrário, a política de Brasília ainda não encontrou o seu caminho e os números da economia são os piores desde o início do Plano Real.

Embora possa parecer que o Brasil chegou ao volume morto e desprovido de liderança política capaz de reverter essa situação, individualmente temos a paixão e o firme propósito para atingir os nossos objetivos programados para 2016.   

E é com este espírito que acreditamos em um novo tempo para 2016, independentemente do desastroso cenário previsto por todos os colegas. Da mesma maneira que as previsões para 2015 divulgadas ao final de 2014 não conseguiram retratar os números atuais, dessa vez, torcemos para que os números de 2016, realmente não sejam os divulgados hoje pelo Banco Central no Relatório Focus conforme abaixo.

Então, por que não, um feliz 2016?

A conferir!!!  

A mediana das expectativas para o IPCA em 2015 passou de 10,61% para 10,70%, e para 2016, subiu de 6,80% para 6,87%. As estimativas para o PIB em 2015 passaram de uma queda de 3,62% para outra de 3,70% e, para 2016, passaram de -2,67% para -2,80%. A mediana das projeções para a taxa Selic subiu de 14,63% para 14,75% no final de 2016. Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio se mantiveram em R$/US$ 3,90 no final de 2015 e em R$/US$ 4,20 no final de 2016.    

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