sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O VOLUNTARISMO DO PT NA ECONOMIA

Ha dias nao leio o mestre LUIZ CARLOS MENDONCA DE BARROS, porem hoje na FOLHA DE S. PAULO, ele dedica-se a explicar a visao de economia do PT no poder.
Os mercados acompanham com interesse as primeiras ações do governo Dilma. Pequenas decisões ou movimentos mais relevantes da nova equipe instalada no Palácio do Planalto têm grande repercussão no vaivém dos mercados.
Afinal, o Brasil é uma das economias emergentes com maior visibilidade entre os investidores internacionais. Em 2010 fez parte -pela primeira vez- do seleto grupo dos dez países que mais receberam investimentos diretos estrangeiros.
O maior foco da atenção dos analistas tem sido a decisão do Copom sobre juros, a questão do salário mínimo e o corte de despesas no Orçamento fiscal para 2011. Não tenho visto, entretanto, uma análise mais estrutural de como será a gestão da economia nos próximos anos.
Talvez porque o sucesso do governo Lula tenha cristalizado a visão de que o governo do PT segue hoje o receituário econômico de Fernando Henrique Cardoso e ponto final.
Não é essa a minha impressão.
Embora aceite que os valores socialistas mais radicais, que dominaram o PT durante a fase fora do poder, estão hoje superados, entendo que sua visão da economia ainda é a de um grupo de esquerda democrática clássica.
O principal elemento do pensamento desse grupo é o de um voluntarismo da ação do governo na busca do crescimento acelerado.
Gosto da imagem sobre o comportamento do Exército francês na fase inicial da 1ª Guerra Mundial para descrever esse ativismo de grande parte dos governos de esquerda. Era o chamado ""élan", palavra francesa para descrever ""o ímpeto" como a força principal que movia os soldados franceses nas trincheiras da Europa.
No caso dos governos, como o da nossa presidente, a teoria do élan se aplica à busca do crescimento econômico. Nessa versão, as mortíferas metralhadoras alemãs são substituídas por limitações de natureza financeira e econômica que aparecem em uma economia de mercado nos momentos de boom.
Cito dois exemplos clássicos e que já ocorrem neste Brasil no início de 2011: o quase pleno emprego no mercado de trabalho e o deficit financeiro em nossas transações comerciais com o exterior.
O principal motivo dessas verdadeiras armadilhas, em que caem os governos mais tradicionais de esquerda -e é a história que nos mostra isso-, é a incapacidade de seus economistas em aceitar que movimentos importantes em uma economia de mercado acontecem em momentos diferentes. Os economistas chamam de "lags" esses espaços de tempo que ocorrem entre ações dos agentes econômicos -inclusive governos- e seus impactos nos vários mercados.
O exemplo da relação entre consumo e investimento em uma economia como a brasileira é um dos mais importantes para mim. Com o consumo das famílias e do governo em expansão vigorosa, já há alguns anos, começam a aparecer gargalos em vários setores da economia.
Como existe um grande otimismo em relação ao futuro, as empresas -e o governo- estão dispostas a investir na expansão de suas fábricas ou usinas hidrelétricas ou na exploração do petróleo do pré-sal.
Acontece que, durante um tempo, os gastos com investimentos produtivos se confundem com os de consumo, tornando ainda maior a pressão sobre fatores escassos como mão de obra, transportes e energia.
Somente após algum tempo -normalmente longo- esses gastos cessam e temos um aumento da oferta de bens e serviços. No caso do mercado de trabalho, essa armadilha é ainda mais delicada porque o tempo necessário para treinar e formar novos trabalhadores com alguma qualificação é muito elevado.
Vivemos essa situação no Brasil de hoje e, mesmo assim, o nosso ministro da Fazenda vem a público dizer que a meta do governo é crescer 5,5% nos próximos anos.
Isso não acontecerá sem que a inflação se acelere de forma perigosa e o deficit em conta-corrente atravesse a fronteira do bom senso econômico. É preciso reduzir a demanda agregada nos próximos anos para permitir que os gastos de investimento sejam realizados sem pressão sobre os preços.

VISITAS DE ECONOMISTA!

Claro que nao poderia ser diferente para um curioso economista. Visitei o Departamento de Economia da Universidade de Oxford, onde fui muito bem atendido por um "brasileiro" que lah trabalha hah mais de cinco anos. Para completar a viagem visitei a London School of Economics e realmente pude comprovar a qualidade e a organizacao da duas escolas.
Nao eh por acaso que em Oxford temos SEIS premios NOBEL e na LSE temos QUINZE (todos com a foto e uma breve "biografia" na parede).

O PROBLEMA EH DE TODOS!

Realmente o Brasil fica distante do Egito. Mas se a situacao complicar para o ditador Hosni Mubarak, o preco do barril do petroleo irah pelos ares. Trata-se de uma regiao complicada, jah temos o precedente da Tunisia, sendo possivel que esta mareh de "libertacao" chegue a paises como a Argelia, a Jordania, Libia, Sudao, Iemem entre outros e o barril de polvora explodirah.
Com a situacao economica mundial ainda nao recuperada, um novo abalo provocarah reacoes complicadas para todos, inclusive para o BRASIL.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A ECONOMIA QUE DERRETE COM O FRIO!!!

Esta eu li hoje na nossa sempre FOLHA DE S. PAULO, sendo verdade comprovada por mim que o frio derrete mesmo ateh a economia...
A economia do Reino Unido encolheu no último trimestre de 2010 e reforçou o medo de que o país possa voltar à recessão.
O PIB ficou 0,5% menor, resultado muito pior que o projetado até pelos mais pessimistas, que apostavam numa redução no ritmo de crescimento, não numa contração.
A última vez em que a economia recuou foi no terceiro trimestre de 2009. A partir de então, os efeitos da crise global começaram a diminuir.
O principal culpado foi o mau tempo. Os britânicos tiveram o dezembro mais frio em cem anos. Com média de -1C, as pessoas ficaram mais em casa, suspenderam compras e o uso de serviços: foram menos a restaurantes, cabeleireiros. Também a construção civil foi muito afetada.
O governo, que está sob críticas de adotar uma política de cortes de gastos muito agressiva, logo se agarrou ao termômetro para dizer que não é o fim do mundo.
"Não podemos esquecer que foi um dezembro muito frio. Muitos negócios tiveram de fechar por causa do clima", afirmou o ministro da Fazenda, George Osborne.
Osborne diz que não mexerá no programa de cortes. "Não vamos mudar a política fiscal que deu credibilidade internacional por causa de um mês gelado. Isso jogaria o país de volta na crise financeira."
O governo diz que setores menos afetados pelo tempo, como o de manufaturas, foram bem -crescimento de 1,4%.

THE KING'S SPEECH.

Como este blog tambem eh cultura, recomendamos fortemente o filme The King's Speech. Realmente eh cinema de verdade, com historia real, sem necessidade de 1001 efeitos especiais, com dialogos, fotografia adequada dos lugares famosos, boa edicao e excelentes atores. Trata-se daquele filme que voce comeca a assistir e a cada cena aumenta o seu interesse pela historia, principalmente por voce ver na tela pessoas de quem voce conhece a historia .
Merece ganhar todas as suas indicacoes ao Oscar 2011.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

OXONOMICS.

Oxford’s department of Economics is one of Europe’s leading research departments and its members include some of the world’s most distinguished academic economists whose research has made major contributions to modern economic analysis. Six Nobel prize winners in Economics – Sir John Hicks, Lawrence Klein, Sir James Meade, Sir James Mirrlees, Amartya Sen and Joe Stiglitz – are former members of the department and the current faculty includes 14 Fellows of the British Academy and 13 Fellows of the Econometric Society. The department is home to the worlds’ leading research centre for the study of African economies (CSAE), and to the Oxford Centre for the Analysis of Resource-Rich Economies.

The Department is committed to excellence in teaching at the undergraduate and graduate level. Since its introduction in 1920, Philosophy, Politics and Economics has established an unrivalled reputation as the degree programme for able young people seeking careers in politics and public life. PPE graduates have achieved prominence across all spheres of public life: Politicians [Ed Balls, Yvette Cooper, David Miliband, Ed Miliband, David Cameron, William Hague]; defying military regimes [Aung Sang Suu Kyi]; deciding on interest rates [Marian Bell, Tim Besley]; expressing opinions [Tariq Ali, Evan Davis]; running the media [Rupert Murdoch]; writing verse and prose [Dennis Potter, Vikram Seth]; playing cricket [Imran Khan].

Oxonomics = Oxford University + Economic Studies.

Nesta semana, conhecendo um excepcional departamento de economia conforme citado acima, obtido no site da instituicao.
Na proxima, que seja a London School of Economics.

domingo, 23 de janeiro de 2011

O DESPERTAR DE BARACK OBAMA.

Com mais de 14.000.000 de desempregados, SE dentro de mais dois anos o presidente BARACK OBAMA nao conseguir reverter essa situacao, ele tambem perdera o seu proprio emprego.
Conforme aconteceu nos governos de REAGAN, G.H.W. BUSH, CLINTON e G.W.BUSH, a chave para vencer uma segunda eleicao eh a recuperacao da economia, que possa gerar empregos suficientes para reduzir o numero de desempregados.

RISCOS E RECOMPENSAS EM 2011.

Outro texto na FOLHA DE S. PAULO de hoje que merece ser lido com atencao eh do economista NORIEL ROUBINI sobre os riscos e recompensas em 2011.

As perspectivas para a a economia mundial em 2011 envolvem, em parte, a persistência das tendências estabelecidas em 2010.

São: recuperação anêmica e em forma de U nas economias avançadas, enquanto empresas e domicílios continuam a consertar os estragos em seus balanços; e uma recuperação mais forte, em forma de V, nos países de mercado emergente.

Isso resultará em crescimento de cerca de 4% para a economia mundial, com cerca de 2% de crescimento nas economias avançadas e média de 6% para os emergentes. Mas existem tanto riscos quanto possibilidades positivas nesse cenário. Um dos riscos mais importantes é que o contágio econômico se amplie na Europa, caso os problemas da zona do euro atinjam Portugal, Espanha e Bélgica.

Os Estados Unidos representam outro dos riscos. Em 2011, é provável que enfrentem um segundo mergulho no mercado de imóveis residenciais, desemprego elevado e problemas na criação de empregos, uma compressão de crédito persistente, rombos imensos nos orçamentos estaduais e municipais e custos de captação mais elevados.

Além do mais, o crescimento do crédito dos dois lados do Atlântico ficará restrito, já que as instituições financeiras vêm mantendo uma postura de aversão a riscos.

Na China e em outras economias de mercado emergentes, a demora para impor um aperto na política monetária pode alimentar uma alta na inflação que forçaria medidas mais duras posteriormente.

Também existe o risco de que os influxos de capital para os mercados emergentes sejam mal administrados, alimentando bolhas de crédito e de ativos.

Novos aumentos nos preços de petróleo, energia e commodities poderiam levar a termos desfavoráveis de comércio e a uma redução na renda real disponível nos países que são importadores líquidos de commodities, e ao aumento da pressão inflacionária nos emergentes.

Além disso, as tensões cambiais se manterão elevadas. Países com fortes deficit em conta-corrente precisam de depreciação nominal e real (para sustentar o crescimento via exportações líquidas ao mesmo tempo em que a redução de endividamento dos setores público e privado que está em curso mantém a demanda doméstica fraca).

Já os países superavitários (especialmente os de mercado emergente) utilizam intervenções cambiais para resistir a uma valorização nominal das taxas de câmbio e intervenções esterilizadas para combater a valorização real.

Isso está forçando os países deficitários a fazer ajustes na taxa real de câmbio por meio da deflação, o que torna mais pesada a carga de dívidas públicas e privadas e pode conduzir a calotes desordenados.

Mas também existem possibilidades de que as coisas se provem mais positivas. O setor empresarial americano está forte e vem demonstrando alta lucratividade, o que cria o escopo para investimentos de capital mais altos e novas contratações, que contribuiriam para crescimento mais robusto do PIB, acima da tendência para 2011. De forma semelhante, a zona do euro, impelida pela Alemanha, pode avançar aos solavancos rumo a uma maior união econômica e política (alguma forma de união fiscal), o que ajudaria a conter os problemas em sua periferia.

A atenuação dos riscos e algumas surpresas agradáveis nos países desenvolvidos e emergentes poderiam levar a uma elevação maior na demanda por ativos de risco (ações e crédito), o que reforçaria a recuperação econômica.

A retroalimentação positiva do consumo a produção, renda e geração de empregos -tanto dentro dos países quanto entre diferentes nações, via canais comerciais- poderia acelerar ainda mais o ritmo do crescimento mundial.

Até o momento, os riscos e as possibilidades positivas parecem estar bem equilibrados. Mas, se políticas sólidas nos países avançados e nas grandes economias emergentes atenuarem os riscos mais presentes no primeiro semestre -relacionados a incertezas políticas e estruturais-, uma recuperação mundial mais persistente poderia surgir no segundo semestre e se estender até 2012.

NOURIEL ROUBINI é presidente da Roubini Global Economics (www.roubini.com) e professor de economia na Escola Stern de Administração de Empresas (Universidade de Nova York). Este artigo foi distribuído pelo Project Syndicate.

ECONOMIA COM WILLIAMSON.

Na FOLHA DE S. PAULO de hoje, entrevista com o economista JOHN WILLIAMSON, nascido no Reino Unido, em 1937 e Pesquisador do Peterson Institute for International Economics em Washington.

Em seu artigo mais famoso, de 1990, cunhou o termo "Consenso de Washington" que incluía 10 políticas, incluindo liberalização comercial e financeira.

O mercado financeiro tem sido indulgente com o Brasil.
O forte aumento de gastos públicos nos últimos dois anos contribui para o crescente deficit em conta-corrente e, se o governo não realizar ajuste fiscal, "chamará problemas" para o país.
Essas são as opiniões do economista John Williamson, do Peterson Institute for International Economics, sobre a conjuntura brasileira.
Williamson ficou famoso mundialmente pela elaboração, há duas décadas, do controverso receituário liberal que ficou conhecido como Consenso de Washington.
O economista é especialista em assuntos relacionados à economia internacional e conhece bem o Brasil, onde lecionou na PUC-RJ por três anos no fim dos anos 1970.
Williamson defendeu em artigo recente que o regime de câmbio brasileiro poderia ser aperfeiçoado com a adoção de uma espécie de referência para o real, que seria estabelecida pelo governo, mas que não teria obrigatoriedade de intervenção. Leia a seguir trechos da entrevista de Williamson à Folha.
Folha - Quais são as chances de sucesso das medidas anunciadas pelo governo brasileiro para conter a valorização do real? John Williamson - Acho que foram bem-sucedidas em alguma medida, considerando que a taxa de câmbio em relação ao dólar não voltou para o nível que estava antes da crise [financeira internacional].
Acho que isso é um sucesso modesto. As chances de um sucesso completo são muito remotas. Levar a taxa de câmbio para acima de R$ 2 por dólar não é realista porque muitas pessoas querem investir no Brasil agora.
Quais são os maiores riscos associados ao real forte?
Isso implica um deficit em conta-corrente. Mas é necessário mantê-lo em um nível razoável. Um deficit de 2%, 3% do PIB (Produto Interno Bruto) é sustentável, mas, se o deficit chegar a 5%, 6% do PIB, levantaria preocupações sobre o futuro do Brasil.
O que o governo pode fazer para evitar que o deficit em conta-corrente aumente significativamente? Cumprir a promessa de promover um ajuste fiscal?
Certamente o nível atual de gastos do governo é preocupante. O governo Lula conseguiu aumentar seus gastos enormemente sem levantar suspeitas dos mercados. Acho que, de forma geral, houve uma certa indulgência [da parte dos mercados] em relação a isso.
Há risco de que os mercados se tornem menos indulgentes com o Brasil?
Sim, essa é a preocupação, claro. Um deficit em conta-corrente chama problemas para o futuro. Aumenta o nível da dívida em relação ao PIB e não se sabe quanto dessa dívida os mercados vão aceitar.
Não acho que seja uma preocupação de curto prazo. Mas isso é justamente o que causa preocupação, porque governantes podem se "safar" no curto prazo, por isso fazem isso [aumentar gasto].
O governo tem como promover um ajuste fiscal grande?
Sim, acho que isso pode ser feito.
Mesmo considerando que parte do aumento de gastos foi canalizada para reajustes do salário mínimo que tiveram impacto permanente em outras despesas?
Algo que o Brasil precisa urgentemente é reduzir o número das despesas vinculadas ao salário mínimo, particularmente aposentadorias [do setor público] daqueles com altas rendas.
Mesmo com sua alta popularidade, o governo Lula não fez isso.
Bem, Lula não tentou fazer isso. Ele parecia estar feliz em ter as aposentadorias vinculadas ao salário mínimo. Mas esse é o tipo de reforma que se espera do Brasil.
O senhor propôs uma mudança no regime cambial brasileiro que envolveria a adoção de uma espécie de taxa de câmbio de referência. Como isso funcionaria na prática?
A maior diferença [com outros modelos] é que o governo faria um pronunciamento oficial de qual é a taxa de câmbio desejável, em vez de fingir que não tem opinião sobre a taxa de câmbio. Mas eles claramente têm uma visão e as pessoas querem ter alguma indicação sobre qual é o nível desejável.
Essa referência cambial não pode ser inconsistente com perseguir a meta de inflação?
O regime de metas não seria afetado porque o anúncio do nível desejável da taxa de câmbio não representaria uma obrigação de intervir. Seria apenas um pronunciamento dizendo qual taxa de câmbio o governo considera desejável. Os agentes saberiam, no entanto, que o governo poderia intervir para manter a taxa de câmbio próxima ao nível desejado.
A vantagem é que daria uma orientação aos investidores reais do que eles podem esperar no longo prazo, e também alertaria os especuladores sobre o perigo de perder seu dinheiro porque o governo não estaria disposto a aceitar uma taxa de câmbio valorizada e poderia intervir em algum momento.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

OXFORD E ADAM SMITH.

Como ja postei anteriormente, existem economistas que realmente sao parte da nossa historia. No meu caso, desde meu primeiro contato com a ECONOMIA, sou admirador dos trabalhos de ADAM SMITH, JOHN MAYNARD KEYNES e, para nao falar somente dos estrangeiros, cito o brasileiro MARIO HENRIQUE SIMONSEN.
Quando cheguei na Inglaterra fiquei surpreso e feliz ao ver na nota de £20.00 a imagem de ADAM SMITH. Hoje a minha satisfacao aumentou, pois estive no Balliol College, em Oxford, onde por volta do distante ano de 1740, o nosso mestre maior passou uma temporada.
O Balliol College foi fundado em meados de 1260 e mesmo agora no inverno, eh de uma beleza plena.
Do site do colegio, vide abaixo o nome de alguns alunos que por lah passaram:

Some famous alumni

Balliol is renowned for producing Prime Ministers (Herbert Asquith, Harold Macmillan, and Edward Heath), as well as literary figures (Robert Southey, Matthew Arnold, Algernon Swinburne, Gerard Manley Hopkins, Hilaire Belloc, Aldous Huxley, Nevil Shute, Anthony Powell, Graham Greene, Robertson Davies, and Robert Browning). Four Nobel-prize winning scientists studied here: Oliver Smithies, C.N. Hinshelwood, Baruch Blumberg, and Anthony Leggett.

John Wycliffe, who inspired the first translations of the Latin Bible into English, was one of the College's Masters in the fourteenth century. Adam Smith, of The Wealth of Nations fame, was here from 1740-1746. In the twentieth century Balliol man William Beveridge led the development of modern social welfare.

More recent well-known alumni have included Paul Almond, Richard Dawkins, Peter Snow, Bill Drayton, Christopher Hitchens, Cressida Dick, Nicola Horlick, Robert Peston, Boris Johnson, Yvette Cooper, Stephanie Flanders, Amit Chaudhuri, Rana Dasgupta, and Dan Snow.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

INTEREST RATES

Today I read in Financial Times that "Brazil continues to wrestle with dilemma over interest rates. Economists say spending cuts, not rate rises, are the way to curb rampant inflation. The Brazilian economy, just doesn't save enough, which means it's dependent on foreign capital inflows, says Neil Shearing, senior emerging markets economist at Capital Economics".

domingo, 16 de janeiro de 2011

10 DOWNING STREET - LONDON

Ja que estou mesmo por aqui, eu ate tentei falar ontem com o Primeiro Ministro David Cameron (que parece nao ser irmao do James Cameron...), mas ele estava era mais preocupado com uma manifestacao de arabes defronte a sua casa. Digamos que fica para uma proxima...

sábado, 15 de janeiro de 2011

O REAL 'E FORTE?

Considerando que o R$ - REAL - 'e uma moeda forte, estranho que ela nao esteja tao disponivel nas diversas casas de cambio inglesas. Diante dessa constatacao, 'e possivel que hoje o Bernanke possa dormir menos preocupado.