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Mostrando postagens de Junho, 2009

ECONOMIA VERSUS TEOLOGIA

Confesso que em meus anos rebeldes eu tinha até uma certa simpatia pelo teólogo LEONARDO BOFF, talvez refém de que o mais fraco (no caso ele) estava sendo "detonado" pela Igreja Católica, mais precisamente pelo hoje atual Papa Bento XVI. No entanto, ao ganhar mais experiência e conhecer mais um pouco do mundo, começei a perceber que esse senhor não estava com tantos predicados quanto eu acreditava. E realmente, hoje não tenho mais aquela simpatia por ele. Para completar, leiam abaixo o que LEONARDO BOFF escreveu em seu post semanal no blog do NOBLAT http://oglobo.globo.com/pais/noblat/sobre nós, simples Economistas, graças a DEUS. "A crise econômica de 1929 sequer punha em questão a natureza e a Terra. O pressuposto ilusório era de que elas estão sempre ai, disponíveis e com recursos infinitos. Hoje a situação mudou. Já não podemos dar por descontada a Terra com seus bens e serviços. Estes mostraram-se finitos e a capacidade de sua reposição já foi ultrapassada em 40%. Qu…

ECONOMIA E PSICOLOGIA: TUDO A VER

Recentemente o PSICÓLOGO israelense DANIEL KAHNEMAN, professor da Universidade Princeton, comentou em entrevista à Folha de S. Paulo que os presidentes de bancos não conseguiram ver os riscos tomados porque não tinham capacidade de IMAGINAÇÃO. Lembro que o DANIEL KAHNEMAN recebeu em 2002 o Prêmio NOBEL de ECONOMIA. Gosto muito dessa mistura ECONOMIA + PSICOLOGIA. Certas emoções conseguem provocar anomalias nos mercados e outras coisas mais. Agora vejam na charge acima como é difícil a vida do americano e complexa a sua economia. É muito dinheiro em jogo e, apesar dos pacotes de OBAMA, ainda resta muita coisa a fazer. Essa imagem em consegui no blog do colega Cristiano Gomes http://tracalogo.blogspot.com/ e valeu pela sua fértil IMAGINAÇÃO.

E A ARRECADAÇÃO NÃO PARA DE CRESCER

Não importa onde você esteja: o governo sempre vai te encontrar e cobrar parte de sua renda ou faturamento para ele gastar com tudo aquilo que já conhecemos. Enquanto isso, falta quase tudo para nós que pagamos a conta: transporte público, saúde, segurança, rodovias, saneamento etc etc etc. Uma pergunta: Político viaja em nossas estradas? Anda sozinho pela rua? Como gastam o seu, o meu, o nosso dinheiro os "pOLÍTICOS" de Brasília? (p e não P... vocês devem conhecer os motivos... E como tem..) Enquanto isso, mesmo com a "crise", o patrão governo deve fechar 2009 arrecadando dos pobres súditos algo como 35% do PIB. O resultado: IMPOSTOS DE PRIMEIRO MUNDO E SERVIÇOS DE TERCEIRO MUNDO. LAMENTÁVEL.

E LÁ VAI A METADE DE 2009.

Está chegando mais um final de mês e também de semestre. De 2009 esperamos agora apenas a outra metade. E, mesmo com crise, estamos sobrevivendo e o mundo ainda não acabou, apesar das ditaduras iraniana e norte-coreana, da queda na economia americana, dos problemas do Sarney e companhias, das frases do Lula e até da morte do Michael Jackson. Em 2010, o peso do Governo será um fator muito importante para recuperar o que foi perdido em 2009 e fazer com que o sucessor do Presidente Lula, seja alguém de seu time. Com a inflação sob controle, juros em queda e mesmo sem uma forte estabilidade cambial, acreditamos que o PIB de 2009 esteja entre 0% a 1% (O Banco Central trabalha com algo em torno de 0,8%). A conferir, daqui a alguns meses.

CAPITALISMO: A DIVISÃO DO DINHEIRO

Quando escrevo que o capitalismo continua forte, porém com suas falhas, vejam abaixo o texto de CLÓVIS ROSSI na Folha de S. Paulo, direto de Basiléia. Que distribuição de riqueza tão desigual no nosso mundo... Até quando? Lembra-se dos velhos tempos em que os bancos quebraram, os governos do mundo correram para socorrê-los com uma catarata de dinheiro e dez de cada dez analistas diziam que nunca mais o sistema financeiro seria o mesmo? Se você se lembra, melhor esquecer. Está tudo começando a voltar ao que era antes, do que dão eloquente testemunho textos de anteontem no "Financial Times" e de ontem no "Guardian". "A comunidade financeira de Londres está sacudindo a poeira e voltando ao negócio de fazer dinheiro", diz o "Guardian". Tanto que, nos escritórios da Goldman Sachs, o pessoal já foi avisado para esperar um dos anos mais lucrativos de todos os tempos. O Barclays, só neste mês, está pagando algo em torno de 730 milhões (R$ 2,4 bilhões) …

PREOCUPAÇÃO ECONÔMICA - CONTAS VERMELHAS

É preocupante que pela primeira vez em dez anos o governo gastou em maio/09 mais do que arrecadou, o que resultou no saldo vermelho de R$ 120 milhões. Segundo a Folha de S.Paulo, por causa da crise, que reduziu a arrecadação, o governo cortou a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) no início do ano. O alvo passou de 3,8% para 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto) para todo o setor público. Para o governo federal, a nova meta é de 1,4% do PIB. Com o déficit de maio, o superávit primário dos cinco primeiros meses do ano somou R$ 19,82 bilhões, o equivalente a 1,63% do PIB estimado pelo governo para o período. Apesar da queda de arrecadação, o governo aumentou as despesas neste ano. Enquanto a receita líquida caiu apenas 0,18% de janeiro a maio, as despesas cresceram 18,6%, para R$ 215 bilhões. Em maio, a situação foi inversa. A arrecadação líquida foi 18,8% menor que em abril, mês em que a receita foi inflada pelo pagamento da primeira cota do Imposto de Rend…

KEYNES NÃO MORREU.

Esta eu li no Estadão e tem muito a ver com que está acontecendo nas políticas econômicas adotadas em muitos países atingidos pela crise. “Em meio à crise mundial, John Maynard Keynes (1883-1946), o célebre economista por trás da concepção de que os governos devem usar o dinheiro dos contribuintes para contrabalançar os efeitos deletérios de uma depressão econômica, voltou à moda. Derrotado nas últimas décadas pela voga monetarista - aquela em que o Estado deveria soltar as amarras do mercado, uma entidade supostamente auto-ajustável -, Keynes retornou com força ao mainstream acadêmico e à formulação de políticas públicas. As chamadas medidas “contracíclicas”, adotadas por diferentes governos para estimular a demanda agregada e amenizar os efeitos da recessão mundial, são ecos visíveis de suas ideias.”

DA SÉRIE: LEITURA INEVITÁVEL

Com vocês, direto da Folha de S. Paulo, o otimismo do colega PAULO NOGUEIRA BATISTA JR, 54 anos, Diretor-executivo no FMI, onde representa um grupo de nove países (Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Haiti, Panamá, República Dominicana, Suriname e Trinidad e Tobago), mas expressa seus pontos de vista em caráter pessoal. O BRASIL passou bem pelo teste da crise, não há dúvida. Nos meses recentes, a economia já deu sinais de recuperação. No exterior, nosso prestígio está alto. No fim de 2008, a situação chegou a ser perigosa. O colapso do nível de atividade foi estarrecedor e pegou a todos de surpresa. Passou. Tudo indica que saímos do fundo do poço. Mas ainda é cedo para dar "arrancos triunfais de cachorro atropelado". A recuperação da economia é modesta. Estamos crescendo pouco, muito abaixo do nosso potencial. O Banco Mundial prevê queda de 1,1% para o PIB brasileiro em 2009 e um crescimento medíocre, de apenas 2,5%, em 2010. Os números do FMI são semelhantes. No Brasil, o…

CAETANO VELOSO E O GOVERNO

Sou fã de Caetano Veloso desde 19XX e leio hoje na Folha de S. Paulo que "o Ministério da Cultura recuou e autorizou os produtores do músico baiano Caetano Veloso a usar os benefícios fiscais da Lei Rouanet para bancar os shows de divulgação de seu mais recente CD, o "Zii e Zie". A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" e encerra, a favor dos produtores de Caetano, uma polêmica que já dura um mês. A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, que analisa os projetos aspirantes ao benefício, decidiu que o "Tour Caetano Veloso" não precisava de incentivo por ser comercialmente viável. Com a decisão publicada ontem, os produtores de Caetano foram autorizados a captar R$ 1,7 milhão. Como condição, o ministério exigiu a redução do valor dos ingressos." Alguém em estado normal acredita que nosso grande Caetano precisa de apoio do governo para divulgar e promover os seus shows? Como é bom viver em um país rico que consegue ajudar o "pobre&q…

DA SÉRIE: LEITURA INEVITÁVEL

Direto da Folha de S. Paulo, o Professor Delfim Netto cita que a formação acadêmica do economista deve ser mais ampla do que muitos pensam. O economista conhecendo os vários ramos da ciência, com certeza obterá melhores resultados em suas pesquisas. Com vocês, o texto "A 'RECEITA'", do nosso colega Delfim Netto. Desde sempre os economistas buscaram "receitas" que produziriam o desenvolvimento. Adam Smith, muito antes de publicar a "Riqueza das Nações", já propagava a sua: "Para transformar um Estado do mais baixo barbarismo ao mais alto grau de opulência são necessários: paz, tributação leve e tolerável administração da justiça. Todo o resto vem pelo curso natural das coisas" ("Essays on Philosophical Subjects", 1755). Dois séculos depois (no início dos anos 90), quando a população mundial era seis vezes maior e o PIB per capita 11 vezes maior do que em 1755, os economistas pensaram ter encontrado a fórmula mágica com o famoso…

DA SÉRIE: LEITURA INEVITÁVEL

Como este final de semana está muito complicado, estou quase sem tempo de dedicar-me as minhas postagens semanais. Para não perder o costume, vide abaixo um texto sobre a importância de metas para a inflação, assunto no qual estou a favor, muito embora, diversos outros colegas digam o contrário. Espero que pelo menos eles leiam e entendam o assunto da forma didática que aqui está. E que a eleição de 2010 não traga mais retrocessos ao BRASIL... Direto da Folha de S. Paulo, com vocês MÁRIO MESQUITA, 43 anos, economista e diretor de Política Econômica do Banco Central do Brasil. Dez anos de metas para a inflação.O regime de metas para a inflação foi formalmente adotado pelo Brasil em junho de 1999. A despeito de enfrentar considerável ceticismo em Washington e em Wall Street, que, na época, pareciam ter mais simpatia pelo regime de conversibilidade argentino, e também no país, o regime tem sido bem--sucedido e está consolidado.Sem oferecer uma panaceia econômica - nenhum regime monetário o…

MALAN E A CRISE

Vivemos num mundo que nada dura mais que 15 segundos. O que você leu ontem, hoje é passado. E que passado. Por isso admiro os colegas que escrevem textos verdadeiramente atemporais e que fornecem conhecimento e reflexão, indiferente do dia da sua leitura. Hoje, casualmente encontrei o artigo abaixo, publicado pelo ESTADÃO em 10/05/09 e da lavra do inteligente Pedro Sampaio Malan. Vale pelo preço de sua leitura pelo prazer obtido. Respostas à crise - nós e os outros "Uma crise como esta não tem uma causa simples, mas, como nação, nós nos endividamos em demasia e deixamos nosso sistema financeiro assumir níveis irresponsáveis de risco." A frase é do atual secretário do Tesouro norte-americano, Tim Geithner. Expressões semelhantes de sofrida singeleza podem ser encontradas em declarações de Ben Bernanke, Larry Summers, Paul Volcker e do próprio presidente Barack Obama. O que importa é que todos reconhecem hoje os elementos fundamentais da excessiva complacência que levou…

A TAXA DE JURO DE UM DÍGITO

Esperamos que o nosso Presidente, neste momento em algum exótico país inaugurando alguma embaixada, continue a política econômica que "herdou" de FHC2. Afinal, nestes 15 anos de estabilidade da nossa moeda, agora com a MENOR taxa de juros (coisa de um dígito, quer dizer, um país quase civilizado) desde o PLANO REAL, não estamos no momento de, "para ganhar a eleição", fazermos qualquer negócio. O BRASIL tem que buscar atingir e reduzir cada vez mais a sua taxa de inflação, controlar com rigor os gastos públicos (difícil em ano eleitoral, reconheçamos desde agora) e manter a política cambial livre de controles. Como recentemente alertou ARMÍNIO FRAGA (e ele sabe realmente do que está falando), "basta afrouxar os controles e TUDO PODE SE PERDER." Presidente, indiferente de quem será o próximo, não deixe o país morrer na praia...

UMA NOTÍCIA QUE TEM O SEU VALOR

No VALOR ECONÔMICO de hoje, uma boa notícia para início de final de semana: Obama reorganiza mais de 1/3 da economia americana. Uma coisa tem de ser dita sobre o presidente americano, Barack Obama: ele não joga na retranca. Grande parte da agenda econômica em seu início de mandato foi ditada pelas circunstâncias. A implosão do sistema financeiro americano meteu o governo no ramo de bancos e créditos imobiliários e levou o presidente a propor ontem a maior reforma do regime de fiscalização financeira desde a Grande Depressão dos anos 30. O colapso da General Motors e da Chrysler transformou o governo dos Estados Unidos no principal acionista e estrategista do setor. A pior recessão em muitos anos levou a um estímulo fiscal que elevou os gastos públicos, em relação ao tamanho da economia, a níveis que não se viam desde a Segunda Guerra. "Barack Obama não se candidatou a presidente para capitalizar bancos, socorrer seguradoras ou intervir em montadoras de automóveis", diz Lawre…

OBAMA VERSUS PODEROSAS MOSCAS

Hoje, véspera de sexta-feira, vale um sorriso a charge do nosso colega cearense SINFRÔNIO, no DIÁRIO DO NORDESTE, da minha Fortaleza. É claro que mesmo muito distante do centro do mundo, estamos torcendo para o OBAMA acertar direto na mosca da ECONOMIA. E colocar o Irã, Coréia do Norte, Venezuela e outros mais no seu devido lugar.

DA SÉRIE: LEITURA INEVITÁVEL

Anos atrás eu fui a FEBRABAN em São Paulo e conversei com o colega ROBERTO LUIS TROSTER, na época economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos, sobre um estudo que eu estava realizando sobre a relação entre cheques compensados e cartões. Apesar de seus inúmeros afazeres, o Professor Troster atendeu-me com extrema cordialidade e suas indicações e comentários são para sempre objeto de meu total agradecimento. Na Folha de S. Paulo de ontem, lá está o Professor Troster escrevendo e defendendo a responsabilidade monetária. Vamos à leitura: Uma década de responsabilidade monetária. O Conselho Monetário Nacional fixará a meta de inflação para 2011 neste mês, quando o regime de metas de inflação comemora dez anos. A decisão abre a oportunidade para um avanço na gestão da moeda no Brasil. A escolha é repetir a meta atual, que perpetua desnecessariamente o imposto inflacionário e os juros reais mais altos, ou avançar; é a troca entre o populismo monetário de curto prazo e a consolidação da r…

TAXA DE JUROS E RENTABILIDADE

Finalmente o Brasil chegou ao primeiro mundo: estamos com juros de 9,25% ao ano. (Brincadeira! Esse fato de primeiro mundo está muito longe. Enquanto o brasileiro não tiver competentes padrões educacionais, o resto é resto. Mas, retornemos ao tema). Para quem conviveu com uma inflação acumulada entre os meses de Dezembro/89 a Março/90 de 693% - caso de hiperinflação e hoje vê uma taxa anual de juros de 9,25%, realmente muita coisa mudou. A cultura inflacionária, que ainda persiste na cabeça de alguns colegas e políticos desenvolvimentistas, ao acreditarem que podemos crescer com inflação, é uma falácia. O Brasil deve continuar buscando atingir a sua meta de inflação, meta essa que não deve ser elevada e, ao mesmo tempo, crescer, mesmo neste período de graves acontecimentos que atingem o mundo. Não devemos esquecer que o país deve manter reduzida sua taxa de inflação, manter o câmbio flexível e, principalmente no caso do atual governo, não gastar mais do que arrecada e indevidamente on…

A SELVA NO JORNAL NACIONAL

Por diversos motivos raramente tenho visto o Jornal Nacional. Hoje, 12/06, fui surpreendido pela primeira matéria apresentada: A Rodovia PA 150 (onde trafego com frequência)  e a cidade de Tailândia (próxima a fazenda onde trabalho). E o que o Brasil viu hoje é o que vejo diariamente: madeira da floresta sendo livremente levada em "caminhões?" ou algo parecido com isso, pela nossa PA 150. Que vergonha de ser brasileiro nesta hora. É estranho que neste momento não exista a presença do ESTADO a proibir essa situação. Será possível que matérias como essas sejam reprisadas novamente e nada seja feito? Até quando? Onde estão as ONGs que gostam de hoteis cinco estrelas que não impedem essa devastação? Qual o último governador do Pará que foi de Belém à Tailândia através da PA 150?   Desligo a TV. LAMENTÁVEL E TRISTE.

ENCONTRO DE ECONOMIA EM FORTALEZA

O nosso CAEN promove o IV ENCONTRO CAEN/UFC - EPGE/FGV de Políticas Públicas e Crescimento Econômico dias 18 e 19 de junho. Além de rever meus estimados Professores, é uma oportunidade de abraçar a minha família cearense. Aos interessados, basta acessar www.caen.ufc.br. É claro que a minha amiga Cibele Bastos http://behbastos.blogspot.com/ estará por lá.

BRASIL - TAXA DE JUROS

Quem diria: a "herança maldita" de FHC faz com que hoje tenhamos uma taxa de juros na casa de um dígito. Para ser mais preciso: 9,25% ao ano.  E VIVA SÃO JOÃO, um dos meus santos favoritos e meu xará, na excelente charge do nosso colega cearense SINFRÔNIO do DIÁRIO DO NORDESTE da minha bela cidade capital: FORTALEZA-CE.  Pena que essa taxa de juros não reflita o que os consumidores pagam no mercado. Basta lembrar quanto seu banco cobra pelo uso do cheque especial e a administradora pelo o seu cartão de crédito.

SEMINÁRIO DE ECONOMIA - PREVISÕES

Para quem estiver em São Paulo no próximo dia 03 de julho, um seminário imperdível sobre as perspectivas econômicas brasileiras estará acontecendo no Hotel Meliá Jardim Europa.  Segundo a InterNews, organizadora do seminário, superada a fase mais aguda da crise de confiança, a economia brasileira já mostra sinais de recuperação. Diante disso, a empresa convidou renomados especialistas para debater qual será o ritmo de crescimento do PIB nos últimos seis meses de 2009 e em 2010. A InterNews provoca que as iniciativas do governo ainda não foram suficientes para criar um horizonte propício ao investimento e que as economias desenvolvidas em recessão prolongada não contribuem para um melhor ambiente interno. Entretanto, o país, junto com alguns outros emergentes, tem conseguido manter uma situação relativamente diferenciada. Saiba as oportunidades e os riscos que se apresentam para a sua empresa no segundo semestre e em 2010. ·   Qual será o ritmo de crescimento no 2º semestre e em 2010?  · …