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Mostrando postagens de Setembro, 2009

DIRETO DO IGOOGLE - FRASE 28/09/2009

A página completa do iGoogle é um show. Para ficar ainda melhor, a todo momento surgem frases inteligentes para o internauta conhecer ou relembrar. A de hoje, 28/09/2009, tem que ser de um colega nota DEZ: Existem dois tipos de teoria econômica: as que dão certo e as que não dão certo. Mário Henrique Simonsen. Nosso sempre grande Mestre!

AINDA EXISTE BOM SENSO NA ACADEMIA

Em artigo publicado dia 25/09, no Correio Braziliense, CARLOS PIO, meu ex-Professor na Universidade de Brasília e atualmente pesquisador-associado do Latin American Centre e do Global Economic Governance Program, University of Oxford, Inglaterra, coloca o dedo na ferida que alguns não desejam cicatrizar:"Mas não nos enganemos: o socialismo do século 21 nada mais é que o socialismo do século passado, repressivo, violento e corrupto. Ele reprime os instintos humanos para o trabalho, a inovação, a geração de riqueza e a troca, assim promovendo baixo crescimento, alta inflação, crise cambial, desabastecimento, queda do investimento privado, desemprego e instabilidade social."

A BOLA DE CRISTAL DE BETING PARA 2009

Direto do site http://www.joelmirbeting.com.br, vamos analisar os comentários desse experiente jornalista econômico e conferirmos ao final de 2009 o resultado. Palavra da bola de cristal do Banco Central em seu relatório mensal da inflação, divulgada nesta sexta: a inflação do IPCA ensaia fechar o ano em 4,2%, abaixo da meta de 4,5%. Mesmo assim, o BC antecipa que a Selic vai virar o ano congelada na taxa de hoje, 8,75%. É uma pena: daria para cortar meio ponto percentual. Para o dólar, a projeção é de R$ 1,85 lá no Réveillon. O mercado aposta em R$ 1,80, a cotação de hoje - faltando 90 dias para o Natal. Para a oferta de crédito bancário, 2009 pode acumular expansão de 16%, de bom tamanho neste pós-crise. O que levanta o crédito total para o equivalente a 47% do PIB, pela primeira vez em 30 anos. Mas lembrando que, na média global, essa média é historicamente de 90%. O dobro. E o PIB? Enquanto o governo torce por uma expansão gregoriana de até 2%, e o mercado financeiro está com o cresc…

EBOOK SOBRE A CRISE ECONÔMICA

Da lavra do CLAUDIO SHIKIDA e com a participação especial dos colegas CRISTIANO COSTA, JULIANO TORRES, PAULO ROBERTO DE ALMEIDA (nosso antigo conhecido), RODRIGO CONSTANTINO e SABINO DA SILVA PORTO JR, mais um ebook que merece a leitura de todos os artigos. Com o título "A CRISE ECONÔMICA CHEGA A BLOGOSFERA" e o subtítulo "ENSAIOS DE ALGUNS BLOGUEIROS SOBRE A CRISE ATUAL", está disponível no endereço http://shikida.net/ebook_crise.pdf. A todos os colegas os merecidos PARABÉNS pelo conjunto da obra e muito SUCESSO em suas atividades!

O DEUS ESTADO : UM RETORNO AO PASSADO?

Direto do ESTADÃO, seu editorial de hoje – cujo título é um excepcional “O DEUS ESTADO”, é a leitura de um passado que não deu certo. Será que, mesmo assim, retornará em 2010 essa ideia? Meu DEUS? Será que no BRASIl não aprendemos nem com os erros passados?Por esperteza político-eleitoral, ideologia ou ambos — o mais provável —, há uma febre de “estadolatria” em Brasília. Talvez porque tenha funcionado no segundo turno de 2006 o estratagema de tachar tucanos de “privatistas”, a defesa do Estado passou a aparecer com mais frequência em discursos do presidente Lula e da candidata Dilma Rousseff.Explora-se com alguma competência a idéia tosca, ainda existente na população, de que o “Estado é do povo”, assim como suas empresas. Confunde-se o “estatal” com o “coletivo”, como se não existisse a expropriação privada do bem público pelo patrimonialismo, exercido de maneiras mais sutis ou escancaradas, como nas mordomias do Executivo e o nepotismo no Legislativo e Judiciário.Com responsabilida…

ESTE É O NOSSO BRASIL?

Nelsinho, muito sucesso em 2010 lá em Brasília mesmo. Você tem tudo para ser um deles... Obrigado ao Clayton, lá do nosso jornal O POVO da minha FORTALEZA-CE.

NOBEL PRIZE IN ECONOMIC SCIENCES 2009 - THOMSON REUTERS

2009 - NOBEL PREDICTIONS IN ECONOMIC SCIENCES:ERNST FEHR Professor and Director of the Institute for Empirical Research in Economics, University of Zurich, Zurich, Switzerland • Winner of the 2004 Cogito Prize of the Cogito Foundation and the 2008 Marcel Benoist Prize (Switzerland) ESI RANK:top 1% in Economics, 9 highly cited papers in last decade MATTHEW J. RABIN Edward G. and Nancy S. Jordan Professor of Economics, Department of Economics, University of California Berkeley, Berkeley, CA, USA • Winner of the 2006 John von Neumann Award and Rajk Laszlo College of Advanced Studies ESI RANK:top 1% in Economics, 4 highly cited papers in last decade WILLIAM D. NORDHAUS Sterling Professor of Economics, Yale University, New Haven, CT, USA • Winner of the 2005 Distinguished Fellow Award of the American Economic Association • Ranked 108th in output and 49th in citations, according toCoupe rankings. MARTIN L. WEITZMAN Professor of Economics, Harvard University, Cambridge

AINDA SOBRE O CRESCIMENTO DO PIB 2009

O experiente CLÓVIS ROSSI na FOLHA de hoje escreve "DA FESTA E PERSPECTIVA". O texto é curto, realista e mostra como funciona o brasileiro. Nem todos, espero... Festejar a perspectiva de crescimento de 1% este ano, como está fazendo agora o governo federal, é típico da mediocridade brasileira. Conformamo-nos com pouco, com muito pouco.É óbvio que, depois de uma baita crise internacional, conseguir crescer é mesmo para festejar. Mas o festejo não dá o direito de perder a perspectiva.Qual a perspectiva a meu ver mais adequada? É a que oferece João Paulo de Almeida Magalhães, presidente do Centro de Estudos para o Desenvolvimento do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro, em entrevista para o número de julho da revista do Ipea, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas.Há alguns anos, citei aqui Almeida Magalhães apontando 7% como o nível de crescimento desejável para o Brasil, numa época em que parecia um número grande demais. Ele não mudou de opinião e sua "…

BARACK OBAMA E UM ANO DA CRISE

BARACK OBAMA, no aniversário de um ano da CRISE, discursando no Federal Hall, em Wall Street, local onde George Washington fez o juramento como primeiro presidente americano, em 1789, defendeu a aprovação da maior revisão na regras do sistema financeiro desde a Grande Depressão. We will not go back to the days of reckless behavior and unchecked excess at the heart of this crisis," President Obama said.

O BRASIL EM FRASES VERDADEIRAS

Para reflexão nesta noite de "comemoração" por UM ANO de crise econômica, abaixo três frases atribuídas aos citados abaixo, nas quais lemos como é, na verdade, o nosso BRASIL. "No Brasil até o passado é incerto." - Gustavo Loyola. "O Brasil é feito por nós. Só falta desatar os nós." - Barão de Itararé. "No Brasil, empresa privada é aquela que é controlada pelo governo, e empresa pública é aquela que ninguém controla." - Roberto Campos

FINALMENTE: UM ANO DE CRISE E AINDA ESTAMOS VIVOS!

Leio ELIANE CANTANHÊDE na FOLHA há muito tempo, indiferente de criticar algumas colunas e gostar de outras. Como hoje, 15/09/09, é uma dia ESPECIAL para o mundo, pois AINDA CONTINUAMOS VIVOS, apesar de TUDO o que aconteceu e de TUDO que ainda pode vir na área econômica, o texto da ELIANE, de certa maneira, resume o que aconteceu neste último ano. Então vamos à leitura:Hoje a quebra do Lehman Brothers completa um ano. Ou seja, é o dia do aniversário da fase aguda da crise econômica global e, por tabela, brasileira. Lula, que foi tão criticado e até ironizado por dizer que aqui não haveria tsunami, só "marolinha", vai comemorar em grande estilo e, de preferência, com grande audiência. Afinal, o Brasil não chegou ao fundo do poço e voltou à tona antes do previsto. A perspectiva de retração de até 3% foi trocada por uma expectativa de crescimento de até 1%, empurrada pela boa surpresa do PIB do segundo trimestre, melhor do que tanto o governo quanto o mercado esperavam. O Brasil j…

PREVISÃO PIB 2009 - QUEM ACERTA?

Para os meus quase dois leitores ainda fiéis, leiam com vontade este outro editorial do ESTADÃO sobre o CRESCIMENTO SEM INVESTIMENTOS no Brasil. E vamos esperar o resultado do PIB de 2009 e ver quem está com a razão. O crescimento de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, em relação ao primeiro, confirmou que o Brasil saiu da crise.No entanto, alguns dados preocupam, pois indicam que não se trata de uma recuperação durável e mostram que o governo não aproveitou a oportunidade da crise para tomar medidas recomendadas em tempo de recessão.Nos dados do semestre isso fica mais claro. O governo privilegiou o consumo, que, em relação ao primeiro semestre do ano anterior, cresceu 2,3%, para as famílias, e 2,6%, para o governo, enquanto o PIB caía 1,5%. No entanto houve declínio de 15,6% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), ou seja, nos investimentos.Ao comparar dados do segundo trimestre com dados do primeiro, verificamos também alguns resultados preocupantes. O consu…

A ECONOMIA NA TERRA

Como fazer este pequeno globo funcionar economicamente no limite ótimo para satisfação de TODOS? MISSÃO IMPOSSÍVEL - parte 2009.

ECONOMIA EM CRISE - UM ANO DEPOIS

E para concluir esta análise de quatro diferentes visões sobre a crise econômica, lemos no caderno MAIS deste domingo na FOLHA, a resposta de LUIZ GONZAGA BELLUZZO, economista e professor aposentado da Unicamp e autor de "Ensaios Sobre o Capitalismo no Século 20" (ed. Unesp), para a questão: Há alternativas, novos temas ou enfoques que devam ser incorporados ao ensino de economia? Ao longo do século 19, a economia abandonou definitivamente os constrangimentos da política e inventou o Homo oeconomicus. Dotado de conhecimento perfeito, esse ser, produto da mais absurda abstração, busca maximizar sua utilidade ou os seus ganhos, diante das restrições de recursos que lhe são impostas pela natureza ou pelo estado da técnica. Os sistemas sociais nascidos desse paradigma dominante em economia não dispõem de uma estrutura intrínseca, isto é, esgotam-se nas propriedades atribuídas aos indivíduos racionais e maximizadores, partículas que definem a natureza da ação utilitarista e que jama…

ECONOMIA EM CRISE - UM ANO DEPOIS

Ainda do caderno MAIS da FOLHA DE S. PAULO de hoje,VINICIUS CARRASCO, coordenador de graduação do departamento de economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, responde a grande questão acadêmica: Há alternativas, novos temas ou enfoques que devam ser incorporados ao ensino de economia? O papel de um economista é avaliar o desempenho de instituições econômicas (por exemplo, mercados, organizações e outros) em mediar a interação de agentes. Portanto, a suposição feita de que os agentes econômicos são autointeressados e racionais (tomam as melhores decisões para eles) é indispensável: caso não a fizéssemos, não conseguiríamos identificar se uma determinada ineficiência econômica advém de instituições mal desenhadas ou de ações tomadas por agentes imperfeitos. Não quero, de maneira nenhuma, subestimar a imperfeição humana. Só acredito que ela não deva ser objeto de análise de economistas (talvez o seja de psicólogos e psi- quiatras). Usando a crise atual como exemplo, ao su…

ECONOMIA EM CRISE - UM ANO DEPOIS

Todos são cientes que este blog publica qualquer informação que possa ser útil ao leitor, INDIFERENTE da origem ser de um pensamento ortodoxo ou heterodoxo. Nossa pluralidade é de sempre conhecer os dois lados da questão, como já postamos em outros comentários. Mesmo sem concordar, acreditamos que a leitura do OUTRO pensamento melhora o NOSSO entendimento da questão. Por isso, neste um ano de CRISE e com o excelente caderno MAIS da FOLHA, leiam mais uma resposta para a questão "Há alternativas, novos temas ou enfoques que devam ser incorporados ao ensino de economia?", agora respondida pela LEDA PAULANI, professora titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP e autora de "Brasil Delivery" (ed. Boitempo).Recentemente, a rainha da Inglaterra visitou a lendária London School of Economics e perguntou aos doutos docentes por que ninguém lograra prever a profundidade da crise que se avizinhava. Os professores, cultores da teoria ortodoxa, crédul…

ECONOMIA EM CRISE - UM ANO DEPOIS

Na FOLHA deste domingo, o caderno MAIS publica excepcional material sobre a ECONOMIA e a CRISE que completa um ano. Dentre os diversos textos, divulgamos a resposta do Professor LUIS HENRIQUE BERTOLINO BRAIDO, atual diretor de ensino da Escola de Economia da FGV-RJ, sobre a seguinte questão: Há alternativas, novos temas ou enfoques que devam ser incorporados ao ensino de economia? A sua resposta é para a nossa reflexão nestes novos e rápidos tempos, como Professores ou Estudantes da nossa ECONOMIA.O princípio básico da ciência econômica - denominado individualismo metodológico - enfatiza a liberdade de escolha do indivíduo frente às estruturas sociais. Portanto, não há como iniciar um curso de economia sem ensinar os modelos de escolha individual. Como a relação entre indivíduos livres é intermediada por mercados ou outros mecanismos sociais, o conhecimento rigoroso sobre equilíbrio geral, teoria dos jogos, desenho de mecanismos, externalidades e assimetria de informação constitui o s…

ECONOMIA NA REVISTA VEJA

Altamente recomendável a leitura da VEJA que está nas bancas desta semana. Vejam meus caros leitores que “em 500 anos, os EUA saltaram à frente da América Latina ao conjugar capitalismo e democracia. No mundo pós-crise, começa a ficar claro que esse binômio se constrói mais na política do que no mercado. Alguém duvida?No começo da colonização, a América Latina era mais rica e tinha sociedades mais complexas que a América do Norte. O Brasil, com terra e clima promissores, já tinha vida comercial, com o pau-brasil e depois com o açúcar, mercadoria altamente valorizada na época, enquanto as tentativas de colonização nos Estados Unidos eram um fracasso atrás do outro. Nos primeiros 250 anos da colonização europeia, a América ibérica teve alguma vantagem sobre a América inglesa. Nos 250 anos seguintes, período em que as colônias viraram países independentes e republicanos, o jogo inverteu-se brutalmente. A renda per capita dos americanos e canadenses disparou.De acordo com as contas do ci…

PREVISÃO PIB 2009 - QUEM ACERTA?

O editorial do ESTADÃO de hoje coloca a situação do OTIMISMO pelo fim da recessão de uma maneira real, economicamente didática e com argumentação a produzir nos cérebros uma visão realista do resultado esperado para 2009. A economia brasileira voltou a crescer, a recuperação ganha impulso e 2010 só será um ano ruim se houver um repique da crise nos países mais desenvolvidos. A recessão no Brasil terminou no segundo trimestre, com um crescimento de 1,9% em relação ao primeiro. A confirmação veio ontem, quando se divulgaram as novas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Brasil é um dos primeiros países a sair da crise, mas também nos Estados Unidos e na Europa há sinais de melhora. A recessão mundial deverá ser mais curta do que se previa, segundo as principais organizações multilaterais. É cedo para se descartar o risco de uma recaída, mas, por enquanto, as perspectivas globais são razoavelmente animadoras. O governo festeja, com razão, a relativa br…

PREVISÃO PIB 2009 - QUEM ACERTA?

Ainda sobre a previsão do PIB 2009, leio agora no blog da Miriam Leitão queo PIB brasileiro cresceu 1,9% no segundo trimestre e o país saiu da recessão. Para frente, as perspectivas são de um crescimento ligeiramente melhor no terceiro trimestre, de 2% na margem, diz Sérgio Vale, da MB Associados.Segundo ele, os dados divulgados até aqui indicam que o comportamento positivo na margem vai se manter neste terceiro trimestre, com recuperação das indústrias (no lado da oferta) e dos investimentos (pelo lado da demanda).Isso não muda, no entanto, a perspectiva de crescimento zero ou baixo crescimento da economia neste ano. Indústrias seguem abaladas, com fortes quedas na comparação interanual. E permanecem riscos de pequena queda do PIB em 2009.A consultoria mantém, desde o final do ano passado, a projeção de 0,2% de expansão do PIB neste ano. Um desempenho positivo considerando-se a crise. Mas muito aquém das previsões de 4% em 2009 traçadas antes de setembro do ano passado.— No segundo s…