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Mostrando postagens de Abril, 2009

DA SÉRIE: ECONOMIA - LEITURA INEVITÁVEL

Neste blog temos, por enquanto, duas séries: uma com o título "ECONOMIA - LEITURA INEVITÁVEL", onde estão textos que, concordando ou não com eles, entendo sejam assuntos que não podemos evitar conhecer. A outra série tem o título "ECONOMIA - VOCÊ SABIA?" onde constam questões econômicas que até por serem tantas, sempre é bom uma revisão ou atualização de algum tema.Nesta postagem, vamos ler direto da Folha de S. Paulo, o colega Delfim Netto escrevendo sobre os grandes e influentes Keynes e Marx, que é o título do próprio artigo. Boa leitura. MARX E KEYNEStêm pelo menos três curiosos paralelismos. Primeiro, um bando de fanáticos dogmáticos que pretendem ter o monopólio do entendimento de suas teorias transformaram-se em sacerdotes de suas igrejas. Dizem (e, quando têm poder, fazem!) as maiores barbaridades em nome dos seus deuses, comprometendo as suas memórias.Segundo, a relação dos dois com economistas que os precederam envolve um considerável cinismo e a sutil ap…

ECONOMIA TAMBÉM NOS TRÊS PODERES

Esta é do meu conterrâneo cearense Sinfrônio, no Diário do Nordeste, da minha especial Fortaleza e vai para a blogueira Cibele Bastos. É como sempre digo: Economia está em tudo. Vejam na charge: não existe almoço grátis. Eenquanto um está rindo a toa, outro está chorando.

NOVO BLOG DE ECONOMIA NA REDE

Esta eu li a pouco no Blog do Noblat e recomendo aos meus quase dois leitores o blog da colega LUCIANA SEABRA http://economiaclara.wordpress.com/,atualmente mestranda em Ciências Econômicas pela UNICAMP.

ECONOMIA E POLÍTICA BRASILEIRA - 2009

O brasileiro mediamente informado deveria REVOLTAR-SE com o que estamos assistindo diariamente nos poderes da República: Ministros da mais alta Corte de Justiça discutindo como alunos ameninados por causa de alguma namorada; Governadores eleitos sendo depostos e assumindo quem não teve a maioria dos votos dos eleitores; Parlamentares envolvidos com: empréstimo de celular a filha, cuja conta é paga com o nosso dinheiro; Ex-diretor do Senado usando babá como laranja; passagens pagas a amigos e apadrinhadas sem qualquer relação com o objetivo do Poder; Um Parlamento que não tem um programa mínimo, servindo apenas para carimbar as decisões do Executivo; Um Executivo em plena campanha eleitoral 2010; Uma floresta amazônica sendo devastada sem que exista eficazmente um sério controle do que ainda resta; Uma comitiva governamental enviada para conferência da ONU sobre racismo com tamanho quase de um ônibus; CPIs que deveriam apurar e responsabilizar a quem é devido, terminando em pizza; Um M…

DA SÉRIE: ECONOMIA - VOCÊ SABIA?

1 - Você sabia que o nosso BRASIL foi o recordista mundial de INFLAÇÃO, quando se considera o período de 30 ANOS que se estende do início da década de 1960 ao início de 1990?   2 - Que a INFLAÇÃO no BRASIL no período de 1988 a 1993 foi, em média, superior a 1.000% ao ano, chegando a 2.700% em 1993 e caminhando para quase 7.000% ao ano em 1994, se não fosse o PLANO REAL? 3 - Você sabia que a INFLAÇÃO brasileira em fechou em 5,90% ao ano em 2008 - segundo o IPCA divulgado pelo IBGE?

ECONOMIA TAMBÉM É GISELE BÜNDCHEN

Não poderíamos deixar de fora nesta semana a informação que GISELE BÜNDCHEN é capa da VANITY FAIR do mês de maio. Para tornar este blog bem mais bonito, vide acima GISELE clicada por MARIO TESTINO. E esqueçamos de crise econômica por alguns momentos...  O título do texto da VANITY já diz tudo … And God Created Gisele: How does the world’s most successful supermodel — darling of the cameras, advertisers, and tabloids, and worth an estimated $150 million — make her life even more fabulous? By marrying star quarterback Tom Brady, then setting her sights on a higher consciousness. As Gisele Bündchen embarks on her next chapter, the exuberant 28-year-old beauty tells about her secret engagement, the shock of finding out Brady’s ex-girlfriend was pregnant with his baby, and how they’re working out the bi-coastal routine of a new family.

BRASIL E LULA NA "NEWSWEEK" DESTA SEMANA

Novamente o Brasil está brilhando nas edições semanais das mais importantes revistas semanais do mundo. Desta vez na NEWSWEEK, onde registra que Lula está construindo um gigante regional singular, único e onde nenhum governo foi tão determinado como o dele em estender o alcance internacional do Brasil. Com inúmeras fotos do Nosso Guia abraçando grande líderes mundiais, comenta que já contam em 45 o número de países visitados pelo mesmo. (E até pouco tempo atrás como ouvíamos reclamações sobre a viagens de FHC...São as voltas que o mundo dá...)

A "THE ECONOMIST" DESTA SEMANA

Nesta semana a The Economist traz na capa a pergunta: Um vislumbre de esperança? Para a revista, a pior coisa para a economia global seria presumir que o pior da crise acabou. Na verdade, eu acredito que hoje, INEXISTE NO MUNDO uma só pessoa que tenha a data do fim desta crise. Diante disso, "muita calma nesta hora".

ECONOMIA, CRISE E ECONOMISTAS

Desde que esta crise não sai da mídia, temos lido diversos textos ou artigos com críticas aos Economistas por não terem detectado antecipadamente essa terrível situação. Matéria do Peter Coy, Editor de Economia da BusinessWeek, republicada no Valor Ecônomico de 22/04/09, é capaz de deixar qualquer colega capaz de engolir todos os livros-textos que leu em sua vida. Como o artigo é longo e para poupar meu fígado, deixo com meus quase dois leitores, apenas o início do texto. (Porém, quem conseguir ler todo o texto, vale a pena o esforço). A maioria dos economistas fracassou em prever a pior crise econômica desde a década de 30. Agora eles não conseguem se entender sobre as formas de resolvê-la. As pessoas estão começando a se perguntar: para que mesmo servem os economistas? Um analista escreveu recentemente num blog sobre habitação que os economistas se saíram pior na previsão do mercado habitacional do que seu pai, que nem tem educação formal, ou que sua mãe, que só terminou o colegial…

GUSTAVO FRANCO NO ESTADÃO

Para melhor entendimento da atual época, vide abaixo, entrevista no Estadão de 17/04/2009 com o Economista GUSTAVO FRANCO: 'Cada mês será melhor, mas pior que o de 2008'' Para o economista, a redução da taxa Selic seria mais eficaz para a economia que qualquer pacote do governo Os efeitos da crise internacional na economia brasileira transformaram uma política fiscal "quase irresponsável" em um quase acerto, na opinião do economista Gustavo Franco. Ex-presidente do Banco Central, o hoje sócio-fundador e estrategista-chefe da Rio Bravo Investimentos diz que o sentimento de alívio seria "mais justo" do que euforia no governo.  Para ele, a redução da taxa Selic para um dígito será mais eficaz para a atividade do que qualquer pacote do governo, "inclusive o PAC, de efeito pequeno na economia como um todo". A seguir, os principais trechos da entrevista:  Foi um erro classificar os efeitos da crise como marola? Uma coisa são as declarações das autoridad…

ECONOMISTAS NO COFECON

Numa positiva iniciativa, o COFECON - CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA  divulga diariamente no endereço http://www.cofecon.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1703   o pensamento econômico de colegas que estão em destaque, naquele determinado dia, nos diversos meios da mídia. Boa leitura e que cada um aproveite e entenda melhor a complexa Economia e a diversidade de pensamento dos nossos Economistas.

ECONOMIA DO ESTADO DO PARÁ - QUAL O MODELO?

Em matéria no jornal O LIBERAL de hoje, o colega Sérgio Bacury, presidente do CORECON PA faz importante alerta sobre a situação econômica no estado do Pará. Segundo ele, as diferenças sociais vão se ampliar na próxima década. E desabafa: "O Pará não sabe o que quer. Não sabe se quer ser uma economia mineral, de agronegócio, de exportação de madeira. E como não se define, não define um modelo de desenvolvimento. Aí o futuro que vemos é o de ficarmos depedentes desses grandes empreendimentos, sobretudo os minerais, que não dinamizam a economia e ainda geram mais pobreza."

LORD KEYNES É GENIAL MESMO EM 2009

Ao final de sua Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, JOHN MAYNARD KEYNES afirma que "as idéias dos economistas e dos filósofos políticos, seja quando estão certos, seja quando estão errados, são mais poderosas do que geralmente se imagina. Na verdade o mundo é governando por pouca coisa mais."  John Maynard Keynes is doubtlessly one the most important figures in the entire history of economics.  He revolutionized economics with his classic book, The General Theory of Employment, Interest and Money (1936).  This is generally regarded as probably the most influential social science treatise of the 20th Century, in that it quickly and permanently changed the way the world looked at the economy and the role of government in society.  No other single book, before or since, has had quite such an impact. Alguém duvida, mesmo discordando de KEYNES como seu colega, crítico ferrenho, MILTON FRIEDMAN, do poder da assinatura acima?

O BNDES NA ECONOMIST DESTA SEMANA

O BNDES é matéria nas páginas da The Economist que está nas melhores bancas de revistas do mundo, of course, quando a revista inglesa relata que o BRASIL redescobre em meio a esta crise os encantos do banco. Apesar de nossa torcida para que as decisões do banco sejam extremamente técnicas, existe preocupação porque afinal estamos no BRASIL (um país sério de verdade?) A charge acima é o retrato do que não desejamos como mix entre política e economia. Afinal, nestes mais de 500 anos, temos muitos exemplos de péssima utilização do $$$$ público.

INCERTEZAS ECONÔMICAS EM 2009

Economia rima com incerteza, sem dúvida. E como. Li na Folha que dois dos principais membros do Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) sugeriram que o pior da crise financeira já passou no país. Donald Kohn, vice-presidente do Fed, e William Dudley (diretor da unidade regional do banco em Nova York) defenderam os cortes de juros e as injeções de capital na economia como forma de reativar o crescimento americano. Enquanto isso, a economista suíça Beatrice di Mauro, primeira mulher a integrar o grupo de cinco peritos em economia que assessora o governo da Alemanha, disse que os piores efeitos da crise financeira ainda estão por vir e que é preciso rigor com os bancos que não estão preparados para superá-la. Afinal, quem tem razão nesse caso? Vai chover ou vamos a la playa? Acredito que nunca foi tão importante como agora estudar a questão das Expectativas Racionais. SE existir otimismo, como tentamos fazer na nossa vida, também na Economia o que está tóxico pode ficar saudável..…

MERCADO FINANCEIRO - REFORMA JÁ.

Recentemente, PAUL KRUGMAN escreveu no The New York Times que as autoridades ao invés de "reorganizar os caixas dos bancos, deveriam era tornar o setor bancário chato, como era no período entre meados de 1930 a 1980." Lembrou ele que em 2005, o economista RAGHURAM RAJAN, da Universidade de Chigago, alertou que o "rápido crescimento das finanças tinha aumentado o risco de um derretimento catastrófico". (Palavras de fazer inveja a Mãe Diná...). Com a boa notícia divulgada em 17/04/09, que o CITIGROUP  teve o primeiro lucro trimestral desde 2007, no valor de US$ 1,6 bilhão, ante umprejuízo US$ 5,1 bilhões no mesmo período do ano passado, isso demostra que o sistema financeiro - que está no olho do furacão, logo virará esse jogo. No entanto, KRUGMAN tem toda a razão ao pedir uma reforma financeira séria. Será que o OBAMA topa?

POLÍTICA ECONÔMICA VERSUS 2010

Na Folha de S.Paulo, LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS, 66, engenheiro e economista, é economista-chefe da Quest Investimentos. Foi presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e ministro das Comunicações (governo Fernando Henrique Cardoso). No texto abaixo ele coloca os pontos nos iiss para quem ainda possa achar que entre uma política econômica séria e uma eleição em 2010, de que lado o governo fica. O processo de decisão sobre mudanças no superávit primário para 2009 mostra o que de pior tem o governo Luiz Inácio Lula da Silva: hesitação, confusão de conceitos e mistificação da opinião pública. Até as pedras sabem que a aproximação do ano eleitoral de 2010 está no centro dessa questão. O acaso, que tanto afeta a vida dos governantes nesta era da democracia de massas, tirou de Lula os benefícios de uma economia que crescia de forma exuberante. Em uma situação mais tensa, com a perspectiva de uma batalha eleitoral no mínimo equilibrada, o governo deix…

GOVERNO E ARRECADAÇÃO

Esta é do colega Cristiano Gomes http://tracalogo.blogspot.com/ e temos que concordar: a utilização pelo governo do que ele arrecada do meu, do seu, do nosso $$$$ não é das melhores. É mais fácil cortar na própria carne ou na dos outros? Você já visitou algum Posto de Saúde e foi atendido dignamente? Já trafegou pela PA-150 e contou quantos buracos ela possui?  Com 36,54%, um ponto acima de 2007, a carga tributária em relação ao PIB bateu novo recorde em 2008. A atual decisão de reduzir ameta de superávit primário deste ano, que cairá de 3,8% para 2,5% do PIB, será o menor esforço fiscal desde 1999. Ao reduzir o superávit primário deste ano, o governo ganhou uma folga de mais R$ 40 bilhões para gastar em 2009. E lá vem eleição... Coincidências da vida...

CONSENSO DE WASHINGTON E A CRISE

Por mais que reclamem, muito do que o BRASIL tem de bom hoje é resultado de umas idéias que foram erroneamente denominadas de Consenso de Washington, situação essa que já postei anterirmente. A entrevista abaixo, que acabei de receber do meu ex-Professor da UnB Carlos Pio e foi publicada no Estadão de hoje, esclarece muito do que aconteceu e serviu para hoje. Com vocês, John Williamson, o criador do Consenso de Washington: O Consenso de Washington não morreu, e o cumprimento das suas recomendações fiscais explica a resistência da América Latina, em especial Chile e Brasil, diante da pior crise global desde os anos 30. A afirmação é do economista britânico John Williamson, o "pai" do Consenso de Washington, um conjunto de recomendações de política econômica elaborado em 1989, com foco específico na América Latina. Segundo o economista, o governo Lula tomou decisões muito boas na área macroeconômica. Para ele, a postura fiscal rígida dos países latino-americanos os ajud…

KEYNES HOJE: NOSSO ESTADO GASTA BEM?

Foi Richard Kahn, um aluno de John Maynard Keynes, que fez a pergunta que fazemos ainda hoje: É possível eliminar o desemprego mediante uma política de obras públicas? Brilhantemente, Keynes aproveitou a idéia criando o “multiplicador do investimento ou dos gastos.” Os argumentos de Keynes influenciaram e influenciam toda uma geração de economistas, passando o pleno emprego a ser um dos objetivos da macroeconomia.Recordo desse fato, lendo a Folha de hoje, quando diz que “entre 2006 e 2008, governadores e prefeitos ampliaram gastos com o funcionalismo público a taxas superiores à inflação. Enquanto a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial de inflação, ficou em 10,6%, as despesas com funcionários do Executivo aumentaram 25,2% nos Estados e 26% nas prefeituras das capitais. O quadro é percebido nas administrações de governadores e prefeitos que fazem lobby por pacotes de socorro federal e incluem partidos como DEM e PSDB, que atacam a expansão da…

FUKUYAMA - O LIBERALISMO É O CAMINHO

Que prazer ler na VEJA o famoso cientista político FRANCIS FUKUYAMA repetir o que também acredito: "O LIBERALISMO É O CAMINHO. NÃO HÁ NADA DE ERRADO COM O LIBERALISMO. A RECEITA LIBERAL, BASEADA NO LIVRE MERCADO E NA GLOBALIZAÇÃO, AINDA É A MELHOR ALTERNATIVA PARA O DESENVOLVIMENTO GLOBAL. MILHARES DE PESSOAS DEIXARAM A LINHA DE POBREZA NOS ÚLTIMOS ANOS JUSTAMENTE POR CAUSA DO CRESCIMENTO ECONÔMICO ROBUSTO NO MUNDO. A CRISE ATUAL NÃO FOI CAUSADA POR UM DESVIO DO LIBERALISMO, MAS POR OPÇÕES POLÍTICAS EQUIVOCADAS. POR DÉCADAS, SEGUIMOS UM MODELO QUE PROPUNHA A MÁXIMA DESREGAMENTAÇÃO DOS MECANISMOS FINANCEIROS E A CRENÇA DE QUE OS MERCADOS IRIAM SE AJUSTAR A QUALQUER SITUAÇÃO. ATÉ O ALAN GREENSPAN RECONHECE QUE FOI UM ERRRO ACREDITAR NISSO."E alerta: "PROGRAMAS SOCIAIS DE REDISTRIBUIÇÃO DE RENDA QUE RETIRAM DIREITOS DA ELITA E OS REPASSAM AOS EXCLUÍDOS É UMA TENDÊNCIA PERIGOSA." Alguém recorda de alguma bolsa?...Novamente pergunto aos meus quase dois leitores: Qual a …

BRASIL - ESTA É A SUA CARA (AINDA HOJE)

Vi a pouco no blog do colega Josias de Souza da Folha de S. Paulo e fui buscar a original na página do cartunista e blogueiro Caco Galhardo. Lembrando Cazuza e Gal Costa, nesta o BRASIL, que nem a famosa música, mostra realmente a sua cara.

BANCO DO BRASIL E O GOVERNO

Lamentável a ingerência política do governo na determinação da política a ser adotada pelo Banco do Brasil, principalmente na área da taxa de juros e aumento do crédito. Lembro que o governo NÃO É O DONO do Banco do Brasil. É seu maior acionista, o que implica que OUTROS acionistas também deveriam ser ouvidos nesse tipo de assunto.  A atuação de GOVERNO com PODER para mudar o comportamento do agente econômico em determinados setores deve ser bem avaliada. Inúmeros exemplos na história já demonstraram o quanto o ESTADO pode prejudicar a iniciativa privada e/ou estatais a serviço do GOVERNO.  Desde o Plano Cruzado que o Banco do Brasil deixou de ser Autoridade Monetária, sendo atualmente um Banco Comercial, concorrendo com os demais do mercado. Demitir seu Presidente por pressão política NÃO é a melhor saída e NÃO é um sinal positivo para o mercado. Tanto é fato, que as ações do Banco do Brasil tiveram o pior desempenho da bolsa brasileira no dia da notícia,  com uma queda de 6,56%, …

CRISE NO BRASIL? ONDE MESMO?

Esta é a verdadeira crise que ninguém tem interesse em resolver. E o tempo passando.

DÁ SÉRIE TEXTO DE QUEM É DA NOSSA ÁREA

Direto da Folha de S. Paulo de hoje, 08/04/2009, PAULO RABELLO DE CASTRO, eswcreve sobre "O placar da sorte de Lula".  Ao fazer um balanço da "sorte" no seu governo, em recente seminário sobre os 15 anos do Real, realizado na Fecomercio, o ex-presidente FHC chegou a uma proporção de 6 anos difíceis enfrentados por ele, contra 2 anos favoráveis. Tinha, portanto, um déficit de sorte, por um placar de 6 a 2. Lembrou os anos de 1995 (prejudicado pela quebra do México), 1997 e 1998 (quebras de países da Ásia e da Rússia), 1999 (crise cambial no Brasil), 2001 (crise de energia no Brasil e quebra da Argentina) e 2002 (transição eleitoral aqui e recessão lá fora). Na contabilidade do ex-presidente, a sorte só lhe sorriu mesmo em 1996 e em 2000. Arrematou, então, dizendo que "com Lula se deu o inverso". De fato, em matéria de sorte, não há quem possa disputar com o atual presidente. Mas faltou dizer, na ocasião, que Lula não maltrata a sorte que lhe bate …