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Mostrando postagens de Setembro, 2010

O CONSELHO DE JIM O'NEILL.

Hoje no UOL, direto da BBC, o“pai” dos BRICs alerta quefortalecer classe média é chave para desenvolvimento do Brasil.”Políticas públicas para fortalecer a classe média podem ser a chave para que o Brasil deixe de ser apenas um país emergente para se estabelecer como um país desenvolvido, na avaliação do economista britânico Jim O’Neill, considerado o “pai” dos Brics.O'Neill, que está deixando o cargo de economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs para gerir a divisão de administração de ativos da instituição, cunhou o acrônimo Bric para se referir aos quatro gigantes emergentes da economia mundial – Brasil, Rússia, Índia e China.O economista é um dos especialistas ouvidos pela BBC Brasil como parte da série O que falta ao Brasil?, que discute os desafios do Brasil para se tornar um país desenvolvido.“Se há uma diferença específica entre uma economia tipicamente desenvolvida e uma em desenvolvimento, é talvez o tamanho da classe média. E a melhor maneira para (a cla…

MARTIN WOLF NO BRASIL.

O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) e a BM&FBovespa promovem, no próximo dia 5 de outubro, o seminário “World economy: what lies ahead?", com o principal comentarista econômico do jornal britânico Financial Times, Martin Wolf. O evento acontece na sede do iFHC, no Centro de São Paulo, das 17h00 às 19h00. A palestra será em inglês, sem tradução simultânea.Para quem estiver em São Paulo, trata-se de um evento imperdível.

FHC NO FINANCIAL TIMES

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO hoje no FINANCIAL TIMES:As we prepare to leave, I ask Cardoso what he thinks history will make of Lula? “I think he will be remembered for growth and continuity, and for putting more emphasis on social spending. He’s a Lech Walesa who worked out.”And of his own importance? “I did the reforms. Lula surfed the wave.”

FHC NO FINANCIAL TIMES

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO hoje no FINANCIAL TIMES:As we prepare to leave, I ask Cardoso what he thinks history will make of Lula? “I think he will be remembered for growth and continuity, and for putting more emphasis on social spending. He’s a Lech Walesa who worked out.”And of his own importance? “I did the reforms. Lula surfed the wave.”

ESTUDE ECONOMIA COM OS MELHORES.

Na análise de TODD G. BUCHHOLZ, em 200 anos de ECONOMIA, ou seja, de 1776 a 1976 apenas CINCO livros reinam sobre a ciência econômica. São eles: A riqueza das nações de SMITH, os Princípios de RICARDO, os Princípios de MILL, os Princípios de MARSHALL e o nosso clássico Economics de SAMUELSON.É na genialidade desses mestres que continuamos a estudar ECONOMIA. Outros economistas escreveram e escrevem buscando na economia caminhos para uma sociedade mais justa, mas nem sempre suas ideias permanecem ativas, tanto quanto a dos cinco acima citados.

O papel do Estado na economia brasileira.

Sobre qual deve ser o papel do Estado na economia brasileira, a opinião de dois analistas conscientes do momento atual:Segundo LUIS CARLOS MENDONÇA DE BARROS, “gosto de olhar a história da economia como o movimento de um pêndulo que oscila entre duas posições extremas. Podemos caracterizá-las entre Estado de um lado e iniciativa privada de outro. Vivemos um desses momentos em que o pêndulo começa a ser mover rapidamente de uma posição para outra.”Para PAULO RABELLO, “estamos administrando uma democracia de fachada. Vou cobrar a absoluta falta de projeto dos candidatos e dos partidos que os abrigam. As pessoas que se candidatam a ‘síndico’ deste ‘condomínio’ não têm compromisso com qualquer acerto.”

Ainda chegaremos LÁ?

Bem, se depender do que estamos participando nesta campanha eleitoral de 2010, por mais otimista que eu seja, considero essa possibilidade impossível. Estou sabendo que SE a nossa taxa média de crescimento for de 7,2% ao ano, levaremos TRINTA anos para atingir o atual patamar americano de US$ 46,000 de renda per capita. Na realidade, AINDA estamos abaixo da renda americana registrada na década de 40. E enquanto deveríamos estar discutindo as alternativas para MUDAR isso, ficamos o dia todo lendo sobre dossiês...

O PREÇO DE BENS NO BRASIL.

CARLOS PIO foi meu professor na Universidade de Brasília e é um intelectual inteligente que conhece da economia política à economia. Por isso, divulgo para os meus quase dois leitores, e-mail que ele recentemente enviou ao jornalista CARLOS SARDENBERG - TV GLOBO, sobre um assunto que tem tudo a ver com o nosso mundo real: o preço dos bens que pagamos no Brasil. Afinal, quem nunca questionou quanto é caro comprar determinados bens no Brasil?Prezado Jornalista,Sua campanha para denunciar que pagamos mais pelos mesmos produtos globais do que os nossos vizinhos e para explicar porque isso ocorre é maravilhosa.Como professor de Economia Política Internacional da UnB há mais de 10 anos, tenho obtido muito sucesso em cruzada muito semelhante, semestre após semestre, com turmas de 50 alunos que chegam do ensino médio sabendo de cor todos os argumentos protecionistas recitados pelos professores de Geografia e História e pelos nossos empresários e governantes por meio da imprensa. (Vide, nas du…

O PREÇO DE BENS NO BRASIL.

CARLOS PIO foi meu professor na Universidade de Brasília e é um intelectual inteligente que conhece da economia política à economia. Por isso, divulgo para os meus quase dois leitores, e-mail que ele recentemente enviou ao jornalista CARLOS SARDENBERG - TV GLOBO, sobre um assunto que tem tudo a ver com o nosso mundo real: o preço dos bens que pagamos no Brasil. Afinal, quem nunca questionou quanto é caro comprar determinados bens no Brasil?Prezado Jornalista,Sua campanha para denunciar que pagamos mais pelos mesmos produtos globais do que os nossos vizinhos e para explicar porque isso ocorre é maravilhosa.Como professor de Economia Política Internacional da UnB há mais de 10 anos, tenho obtido muito sucesso em cruzada muito semelhante, semestre após semestre, com turmas de 50 alunos que chegam do ensino médio sabendo de cor todos os argumentos protecionistas recitados pelos professores de Geografia e História e pelos nossos empresários e governantes por meio da imprensa. (Vide, nas du…

O PREÇO DE BENS NO BRASIL.

CARLOS PIO foi meu professor na Universidade de Brasília e é um intelectual inteligente que conhece da economia política à economia. Por isso, divulgo para os meus quase dois leitores, e-mail que ele recentemente enviou ao jornalista CARLOS SARDENBERG - TV GLOBO, sobre um assunto que tem tudo a ver com o nosso mundo real: o preço dos bens que pagamos no Brasil. Afinal, quem nunca questionou quanto é caro comprar determinados bens no Brasil?Prezado Jornalista,Sua campanha para denunciar que pagamos mais pelos mesmos produtos globais do que os nossos vizinhos e para explicar porque isso ocorre é maravilhosa.Como professor de Economia Política Internacional da UnB há mais de 10 anos, tenho obtido muito sucesso em cruzada muito semelhante, semestre após semestre, com turmas de 50 alunos que chegam do ensino médio sabendo de cor todos os argumentos protecionistas recitados pelos professores de Geografia e História e pelos nossos empresários e governantes por meio da imprensa. (Vide, nas du…

KRUGMAN NA EXAME - US$/R$

O economista Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia em 2008, disse em São Paulo, que a valorização do real frente ao dólar não é necessariamente uma notícia ruim. "Por um lado atrapalha as exportações das indústrias, mas, por outro, significa mais capital para investir."Krugman, que participa do IBM FORUM 2010, na capital paulista, apresentou um gráfico que mostra a enorme diferença de comportamento entre o real e o iuane, a moeda chinesa. Ele destacou que o governo chinês intervém e isso está gerando fortes reclamações do mundo inteiro. "O real está valorizado porque o Brasil parece ser um bom lugar para os investidores", insinuando que o câmbio é o preço do sucesso brasileiro na crise.O economista disse que as taxas de juros devem continuar baixas nos países desenvolvidos, o que levará a uma migração de capital para os emergentes. Krugman arrancou risos da plateia quando disse não entender por que a Rússia faz parte dos Brics (Brasil, Rússia,Chinae Índia), afirma…

POLÍTICA COM HUMOR EM 2010?

Direto de Fortaleza, lá do DIÁRIO DO NORDESTE, o humor de quem conhece a realidade brasileira: SINFRÔNIO, esta é nota dez.

Crise: a economia ainda não está com seus fundamentos macroeconômicos sólidos.

Direto da TIME, uma imagem do que esperamos não acontecer.

Maria da Conceição Tavares na FSP.

Independentemente da concordância ou não com as ideias da colega MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, a pluralidade deste blog permite que a entrevista dela à FOLHA DE S. PAULO seja publicada na íntegra, para que possamos analisar e estudar como não é fácil entender a economia.A ascensão da China, com uma demanda por produtos primários que vai durar décadas, mudou a divisão internacional do trabalho e tornou datada a dicotomia entre industrialização e produção de commodities que marcou a trajetória brasileira desde os anos 1930.Quem afirma é a economista Maria da Conceição Tavares, veterana expoente do desenvolvimentismo, que durante o século 20 propôs a ação do Estado para a industrialização, a fim de superar a desvantagem nas relações de troca no antigo sistema sob hegemonia econômica dos EUA --que, ao também produzirem matérias-primas, forçavam a baixa de seus preços."Não tem centro e periferia como antes. Há países de desenvolvimento intermediário, entre os quais estamos", afirma…

O Brasil de amanhã.

O Brasil vivencia hoje uma intensa campanha eleitoral, momento esse no qual os candidatos deveriam debater os inúmeros problemas que existem no país. Na realidade o que existe é uma tremenda troca de acusações entre governo e oposição sobre questões que não traz solução as graves dificuldades que o país possui. O presidente da república, ao invés de ser um magistrado, empenha-se na campanha como se ele próprio fosse candidato a sua segunda reeleição. É um período de verdadeiras baixarias, onde quem perde é a própria sociedade.Apesar de o Brasil continuar neste ano de 2010 com sua economia em ritmo de crescimento, onde o Banco Central já prevê para este ano um crescimento asiático de 7,34%, os pilares da economia necessitam de maior atenção do poder público que, atualmente, no alto de uma popularidade presidencial de quase 80%, dedica-se tão somente a fazer da campanha eleitoral um palco para batalhas.É bastante claro que num período eleitoral, com o Brasil em crescimento econômico sem…

A ECONOMIA BRASILEIRA PRÉ 2011.

Nesta época de eleição, para quem ainda está indeciso, gostei desta entrevista à Folha, do economista RICARDO HAUSMANN, diretor do Centro para o Desenvolvimento Internacional da Universidade Harvard e um dos mais respeitados especialistas em teoria do desenvolvimento econômico.FOLHA - Houve avanços desde que o sr. escreveu sobre as barreiras ao crescimento no Brasil em 2008? RICARDO HAUSMANN - Talvez você se lembre que [no estudo] eu era otimista sobre muitos aspectos estruturais do Brasil. O Brasil tem um setor privado muito forte, tem muito potencial de crescimento do investimento em muitas áreas promissoras. Mas, nos anos de boom antes da crise de 2008, o Brasil era um dos países que cresciam às menores taxas na América Latina. Minha avaliação era a de que isso se devia a uma taxa baixa de poupança doméstica, que exigia taxas de juros ridiculamente altas para evitar que a economia tivesse um aquecimento excessivo. Aí veio a crise e o governo respondeu com políticas anticíclicas. Aumen…