Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Outubro, 2010

REFLEXÃO ELEITORAL 2010.

Em dia de eleição, nada como lembrar ARNOLD TOYNBEE, economista inglês, que trabalhava com história econômica, compromisso e desejo de melhoria nas condições das classes sociais e sua famosa frase: “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam."

DUAS EXCELENTES INDICAÇÕES.

Li na coluna do JANIO DE FREITAS, na FOLHA DE S. PAULO, as indicações dos dois livros abaixo. Li e tenho o primeiro em algumas edições. É leitura obrigatória para quem vive neste mundo. Quanto ao segundo, já andei folheando várias vezes, mas ainda não comprei. É um colosso. Agora, nesta edição atualizada, já está na minha lista de compras. São dois livros muito oportunos e, cada qual no seu gênero, merecedores de todo leitor. A editora combinada Penguin Companhia lança edição caprichada de "O Príncipe", de Maquiavel, com adendos bastante úteis. Entre eles, um prefácio de Fernando Henrique Cardoso. Lançado há mais de dez anos pela extinta Scritta, a Paz e Terra faz a edição atualizada pelo autor de "Petróleo - Uma história mundial de conquistas, poder e dinheiro". Vencedor do Prêmio Pulitzer, é fascinante e quase indispensável nesta época brasileira de pré-sal.

MEDO DA CHINA?

Li recentemente na FOLHA DE S. PAULO entrevista com o economista ROBERTO GIANNETTI DA FONSECA, diretor de comércio exterior da Fiesp, a qual gostaria de compartilhar com os meus quase dois e-leitores. "O Brasil não precisa ter medo da China, que não tem opção à soja e ao minério de ferro brasileiros", disse. O economista da Fiesp afirma que é "escandalosa" a carona da China na desvalorização mundial do dólar.Isso porque os EUA desvalorizam devido ao duplo deficit fiscal e comercial, enquanto a China é duplamente superavitária. "Todo mundo tem medo da China, por isso os países articulam uma ação coordenada pela mudança cambial", disse. Folha - Brasil e China tinham várias posições em comum na reunião do FMI. O Brasil quer parecer ou é "amigo" da China na tal guerra cambial? Roberto Giannetti - Essa pode ser uma posição de parte da diplomacia brasileira, mas não acredito que seja dos ministérios que estão no front da articulação comercial e nos fór…

ELEIÇÕES 2010 - A PEQUENA FINAL!

SERRA + DILMA = DEZ letras. DEZ é a nota que todos desejam. Uma pena que a campanha terminou, a eleição é amanhã, muita coisa não foi explicada e os aspirantes ao Planalto NÃO receberam nota DEZ. Mais uma vez o BRASIL perdeu a chance de discutir o presente. Nesse caso, que vença quem tiver maior número de votos, é claro.

RECOMENDAÇÃO DE LEITURA.

A PROSPERIDADE DO VÍCIO, é mais um livro de DANIEL COHEN, economista francês, sobre a história econômica do mundo, do surgimento da agricultura à recente crise financeira em Wall Street. Reconstituindo as peripécias do homem para produzir e acumular riquezas, aponta para o futuro com indagações perturbadoras. Para onde o capitalismo nos conduz? A humanidade pode evitar o colapso ecológico? Boa leitura para as próximas férias ou feriado prolongado.

UM BRASIL CORRUPTO?

Índice divulgado pela ONG Transparência Internacional REPROVOU o BRASIL no item CORRUPÇÃO. Na 69ª posição estamos muito bem acompanhados pela potência CUBA, MONTENEGRO e ROMÊNIA. Afinal, o brasileiro é corrupto por natureza ou o ambiente faz dele um corrupto?

CONTAS EXTERNAS

ROBERTO PADOVANI, mestre em economia e estrategista-chefe do Banco WestLB, escreveu na FOLHA DE S. PAULO sobre o que o “governo terá de fazer sua parte para evitar a explosão das CONTAS EXTERNAS.” O deficit externo deverá mais que dobrar neste ano, saindo dos cerca de US$ 24 bilhões em 2009 para algo próximo de US$ 52 bilhões. Os números obviamente preocupam. Mas será que a atual trajetória será mantida em 2011? Muito provavelmente, não. O resultado em conta-corrente vem sendo explicado em grande medida pelo diferencial de crescimento interno e externo. Como a economia cresce bem mais que a média mundial e, principalmente, acima de sua própria capacidade, a contrapartida ao crescimento local é o aumento das importações de bens e serviços. O câmbio reforça esse movimento, ainda que tenha um papel secundário. Diante desse cenário, há duas alternativas. No curto prazo, é preciso que o país dose o ritmo de crescimento e acione as políticas fiscal e monetária. O BC tem feito sua parte. Alé…

QUANTO CUSTA UM BIG MAC?

O BRASIL está caro: o Big Mac, da rede McDonald's vendido por aqui por míseros US$ 5.26 somente é mais barato do que na SUIÇA , onde está por US$ 6.78. Na ZONA DO EURO custa US$ 4.79 - no pobre JAPÃO US$ 3.91 e no REINO UNIDO US$ 3.63.Falta pouco para o BRASIL ser o melhor dos mundos... Que eu recorde, nunca antes neste país isso aconteceu. Mas, afinal, aqui é terra de rei. Rei PELÉ, claro.

CANDIDATOS SEM POLÍTICAS FISCAIS.

O alerta abaixo foi matéria publicada no FINANCIAL TIMES e aqui no portal UOL. É fato: para agradar seus eleitores, os candidatos NÃO divulgam suas propostas de maneira formal e o futuro fica imprevisível. Coisas de Brasil... Após meses de uma campanha frívola e de um primeiro turno inconclusivo, os eleitores que participam da eleição presidencial do Brasil finalmente deverão saber algo de concreto a respeito da escolha que farão no segundo turno, em 31 de outubro. Muitos economistas temem que o agravamento das condições econômicas globais e uma inundação de capital especulativo provocada pela política monetária expansionista no mundo desenvolvido façam com que as problemáticas contas públicas do Brasil sofram mais pressões no ano que vem. Mas os candidatos à presidência não têm se mostrado dispostos a dizer como enfrentarão tais problemas. Dilma Rousseff, a candidata governista do Partido dos Trabalhadores (PT), uma agremiação de esquerda, surpreendeu quase todo mundo no Brasil ao m…

POLÍTICA ECONÔMICA INGLESA.

PAUL KRUGMAN, em sua última coluna no THE NEW YORK TIMES, é totalmente desfavorável ao pacote inglês do primeiro-ministro DAVID CAMERON de reduzir o gasto público cortando empregos, mais precisamente uns 490 mil. Segundo KRUGMAN, essa situação de austeridade levará a uma nova desaceleração econômica, quando no momento, a demanda privada não está pronta para compensar os cortes no orçamento governamental. Conclui KRUGMAN que “como sempre, aqueles que se recusam a aprender com o passado estão condenados a repeti-lo.” Nesse caso, ele refere-se ao que ocorreu no próprio Reino Unido em 1931, ou com os Estados Unidos em 1937, ou com o Japão em 1997. A pergunta que não quer calar é: o corte de gastos reduz o desemprego? A depender de CAMEROM teremos um SIM. Para KRUGMAN, um sonoro NÃO.

ACORDAR PARA UMA NOVA AGENDA.

Hoje na FOLHA DE S. PAULO, o engenheiro e economista LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS, recomenda ”ACORDAR PARA UMA NOVA AGENDA”. O analista das coisas da economia precisa tomar muito cuidado quando vive em períodos de grandes transformações estruturais. Nesses momentos, a dinâmica conjuntural de uma economia acaba sendo afetada de forma importante por esses fatores estruturais. No início os sinais dessa interferência são muito esparsos e de difícil visualização. Mas, com o caminhar do tempo, as coisas vão ficando mais claras e passam a ser percebidas por um número maior de observadores. Posteriormente o processo de mudanças ganha maturidade e permite uma visualização histórica, quando os indícios iniciais ganham contornos tão claros que mesmo o mais medíocre observador é capaz de entender o que está ocorrendo. Vivemos nos últimos dez anos um desses períodos de profundas transformações estruturais na economia mundial. Ousaria dizer que vivemos hoje momentos tão importantes como os anos s…

O BRASIL É DOS CARTÕES?

A ABECS - Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços estima que ao final de 2010, os brasileiros tenham em seu poder 628.015.000 cartões. Isso equivale a aproximadamente três cartões por brasileiros. Estamos no caminho da Holanda, Suiça e Alemanha que quase não utilizam o nosso velho conhecido cheque?

POLÍTICA MONETÁRIA E CÂMBIO

Hoje na FOLHA DE S. PAULO, MONICA BAUMGARTEN DE BOLLE, economista, professora da PUC-RJ e diretora do Iepe/Casa das Garças, escreve sobre políticas monetárias frouxas e descompassos cambiais.A forte valorização das moedas emergentes, resultante do agravamento do quadro global, tem sido o principal assunto nas últimas semanas. Que o enfraquecimento das principais moedas globais é desejável é algo difícil de contrapor.As economias avançadas, sobretudo os EUA e a Europa, entalados com suas dívidas excessivas, não conseguem catalisar o crescimento de curto prazo de que tanto necessitam a partir apenas de políticas internas, precisando urgentemente de fluxos externos oriundos de um aumento da capacidade exportadora. A China, com sua política de administração cambial, limita a extensão desses ajustes, gerando um enorme descontentamento. No meio do fogo cruzado cambial entre o Oriente e o Ocidente estão países emergentes como o Brasil, tentando administrar a enxurrada de recursos externos de…

O BRASIL E A CHINA.

Hoje, na FOLHA DE S. PAULO entrevista com o economista ROBERTO GIANNETTI DA FONSECA, diretor de comércio exterior da Fiesp. "O Brasil não precisa ter medo da China, que não tem opção à soja e ao minério de ferro brasileiros", disse. O economista da Fiesp afirma que é "escandalosa" a carona da China na desvalorização mundial do dólar.Isso porque os EUA desvalorizam devido ao duplo deficit fiscal e comercial, enquanto a China é duplamente superavitária. "Todo mundo tem medo da China, por isso os países articulam uma ação coordenada pela mudança cambial", disse. Folha - Brasil e China tinham várias posições em comum na reunião do FMI. O Brasil quer parecer ou é "amigo" da China na tal guerra cambial? Roberto Giannetti - Essa pode ser uma posição de parte da diplomacia brasileira, mas não acredito que seja dos ministérios que estão no front da articulação comercial e nos fóruns globais.E se for? Há uma visão no governo de que a valorização do yuan p…

REALMENTE, O MOMENTO É DE PRECES!

Direto de Fortaleza, do DIÁRIO DO NORDESTE, mestre SINFRÔNIO mostra a imagem que retrata muito bem o momento atual para duas diferentes situações, porém com o mesmo personagem principal.

ESTE É O VERDADEIRO BRASIL!

Há chance real de CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL para um país que não abriga nenhuma das 100 melhores universidade do mundo?Uma nação pode ter a ambição de se transformar em potência quando um ranking com 57 países, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico para medir o conhecimento em ciências de alunos do último ano do ensino fundamental, consegue apenas a 53ª posição?É factível que uma sociedade onde 15% da população entre 15 e 24 anos de idade é funcionalmente ANALFABETA atinja o pleno desenvolvimento social econômico?Fonte: Revista EXAME.

POR QUE OS EUA VÃO GANHAR ESSA GUERRA

No VALOR ECONÔMICO, Martin Wolf, editor e principal comentarista econômico do FINANCIAL TIMES, comenta sobre o assunto do momento: a cotação do dólar. Como aqui não é o twitter, é possível postar texto um pouco mais longo.As moedas dominaram as discussões nos encontros anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) neste ano. Mais precisamente, duas moedas o fizeram: o dólar e o yuan, a primeira por ser considerada desvalorizada demais e a última por ser considerada inflexível. Mas, por trás da briga, há um grande desafio: como administrar melhor o ajuste da economia mundial.Em sua apresentação do novo Panorama Econômico Mundial, Olivier Blanchard, assessor econômico do FMI, declara: "Alcançar uma "recuperação mundial sustentável, equilibrada e forte" - para citar a meta traçada em Pittsburgh pelo G-20 - não era para ser algo fácil. Exige duas ações de reequilíbrio econômico fundamentais e difíceis."A primeira é o reequilíbrio interno - que os países avançados volt…

POLÍTICA COM HUMOR EM 2010?

Nesta época de eleições, cuidado para não sujar sua vida. Direto de Fortaleza, o Mestre SINFRÔNIO mostra o Brasil que a maioria não vê.

A POLÍTICA ECONÔMICA DO NOVO GOVERNO.

Carlos Francisco Ribeiro de Lessa, professor emérito de economia brasileira e ex-reitor da UFRJ, foi presidente do BNDES e hoje na FOLHA DE S. PAULO escreve sobre a política econômica do novo presidente.O primeiro turno das eleições não permitiu perceber, com nitidez, qual seria a política econômica que daria sustentação a um projeto brasileiro. Temos, agora, pouco mais de vinte dias para tentar perceber as diferenças político-econômicas dos dois candidates à presidência.A candidata da continuidade fez a exaltação sistemática dos feitos do governo Lula e prometeu continuar - e mesmo ampliar - os programas estritamente sociais, e enfrentar os temas da educação, saúde e segurança. Fez, de modo parcelado, referências a ferrovias que incluem o trem-bala. Não ouvi referências à reordenação da infraestrutura brasileira e, pelas promessas, a candidata parece fazer repousar na moradia popular o principal e - praticamente único - programa voltado para as redes metropolitanas e urbanas. Li que …

THE PRIZE IN ECONOMIC SCIENCES 2010.

11 October 2010The Royal Swedish Academy of Scienceshas decided to award The Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel for 2010 toPeter A. Diamond - Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, MA, USA, Dale T. Mortensen – Northwestern University, Evanston, IL, USA And Christopher A. Pissarides London School of Economics and Political Science, UK"for their analysis of markets with search frictions"Markets with search costsWhy are so many people unemployed at the same time that there are a large number of job openings? How can economic policy affect unemployment? This year's Laureates have developed a theory which can be used to answer these questions. This theory is also applicable to markets other than the labor market.On many markets, buyers and sellers do not always make contact with one another immediately. This concerns, for example, employers who are looking for employees and workers who are trying to find jobs. Since the search pro…

NOBEL DE ECONOMIA 2010

Os professores americanos Peter Diamond e Dale T. Mortensen e o britânico-cipriota Christopher Pissarides são os ganhadores do Nobel de Economia de 2010, segundo anunciou nesta segunda-feira, em Estocolmo, a Academia Sueca de Ciências.Os três economistas foram premiados pela elaboração de uma teoria abrangente que estuda os efeitos negativos ligados às atuais altas taxas de desemprego, marca da crise econômica, segundo a Academia.Os estudos focam nos chamados "search markets" (mercados de busca), como o mercado de trabalho, nos quais é necessário empregar tempo e recursos econômicos para que se encontrem oferta e demanda.Isso cria "atritos" na busca, que se traduzem em trabalhadores parados, insatisfeitos e sem renda, o que também afeta negativamente as empresas.A teoria dos três economistas é "extremamente útil" para que sejam desenvolvidas as políticas econômicas, e para explicar problemas em microeconomia, consumo das famílias e questões do mercado imo…

GUERRA CAMBIAL?

Nesta semana, o FINANCIAL TIMES alertou que a guerra cambial é ameaça que não deve ser tratada levianamente. Abaixo o texto publicado, onde é citado criticamente o ministro GUIDO MANTEGA.Depois de uma série de intervenções cujo objetivo era segurar o valor das moedas, as autoridades econômicas expressaram temores de uma perigosa corrida de baixa na política cambial. É uma ameaça que não deveria ser tratada levianamente. A guerra cambial ainda não irrompeu, ao contrário do que disse o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, na semana passada. As intervenções de Japão, Coreia do Sul, Suíça e Taiwan ao longo dos últimos 12 meses foram modestas. Mas a probabilidade de que as ações sejam renovadas não deveria ser desconsiderada. Não surpreende que países tentem estimular suas exportações. Mas, da perspectiva global, é contraproducente. Todos os países não podem resolver seus problemas econômicos simultaneamente por meio de exportações. A perspectiva de nova rodada de relaxamento quan…

BRASIL 2010: ELEIÇÃO SEM EDUCAÇÃO.

A jovem democracia brasileira festejou em 03/10/2010 eleições gerais para presidente da república, dois senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Após uma campanha onde as propostas dos candidatos deram lugar a discussões estéreis, o eleitor foi constrangido a votar em candidatos fabricados pelo marketing político, ao invés de fazer sua escolha por ideias e por planos de governo realistas. Um total de quase 136 milhões de eleitores votou em seus candidatos e um segundo turno não esperado pelo governo afinal realizou-se, onde a candidata governista Dilma Rousseff (PT) obteve 46,91% dos votos válidos, tendo agora que enfrentar o oposicionista José Serra (PSDB) e seus 32,61% de votos. A sociedade brasileira espera agora que os graves problemas que existem no Brasil sejam afinal debatidos e enfrentados pelo vencedor ou vencedora na eleição que ocorrerá no próximo dia 31/10/2010. Na realidade, favorecida pela enorme popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos bo…

BRASIL 2010: ELEIÇÃO SEM EDUCAÇÃO.

A jovem democracia brasileira festejou em 03/10/2010 eleições gerais para presidente da república, dois senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Após uma campanha onde as propostas dos candidatos deram lugar a discussões estéreis, o eleitor foi constrangido a votar em candidatos fabricados pelo marketing político, ao invés de fazer sua escolha por ideias e por planos de governo realistas. Um total de quase 136 milhões de eleitores votou em seus candidatos e um segundo turno não esperado pelo governo afinal realizou-se, onde a candidata governista Dilma Rousseff (PT) obteve 46,91% dos votos válidos, tendo agora que enfrentar o oposicionista José Serra (PSDB) e seus 32,61% de votos. A sociedade brasileira espera agora que os graves problemas que existem no Brasil sejam afinal debatidos e enfrentados pelo vencedor ou vencedora na eleição que ocorrerá no próximo dia 31/10/2010. Na realidade, favorecida pela enorme popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos bo…

O CISNE NEGRO NAS ELEIÇÕES.

Foi comum ouvir hoje de vários colegas que os institutos de pesquisas erraram feio na comparação entre os números divulgados para os candidatos e o resultado real obtido diretamente das urnas. Nisso eu fico com o MARTIN WOLF, principal comentarista econômico do FINANCIAL TIMES, que ao ser questionado pela revista ÉPOCA sobre qual foi a principal lição que ele aprendeu em mais de 20 anos trabalhando no jornalismo econômico, ele respondeu: O INESPERADO ACONTECE.

E A VIDA CONTINUA NESTE 2010.

Deixando a economia dormindo após esta esta gloriosa ressaca eleitoral, nada como ouvir Marisa Monte, Janis Joplin, Maysa, Madonna, Aretha Franklin, Carmem Miranda, Tina Turner, Rita Lee, Billie Holiday e Elis Regina, até hoje considerada a maior intérprete da música brasileira. E a vida continua...

CONTABILIDADE BRASILEIRA!

Precisamos bem entender o que hoje escreve Míriam Leitão:Toda semana o governo está criando truques contábeis. Quem acompanha a evolução das contas públicas está horrorizado, porque o governo consegue transformar dívida em receita. É um milagre. Um dinheiro inventado, o que é muito perigoso. Está escondendo o déficit e dando uma falsa impressão de equilíbrio nas contas.

THE ECONOMIST E O BRASIL.

Neste final de governo, novamente LULA está nas páginas da The Economist e em longa entrevista, ele afirma que “Um ex-presidente deve se recolher para algum lugar confortável e tranquilo, e não ficar dando palpite sobre política nacional, deixando seja lá quem for eleito governar o país, cometer erros e acertar, mas deixando eles governarem o país”. Você acredita que vai ser assim?Gostei demais da foto acima que acompanha a entrevista no site da revista: não é a cara do Brasil de hoje?