sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Em 2017, mais Sigmund Freud.


Salário mínimo em 2017: R$ 937,00.

Decreto assinado pelo presidente da República, Michel Temer, com o novo valor do salário mínimo, está publicado no Diário Oficial da União de hoje (30). O mínimo passou  de R$ 880 para R$ 937, e começa  a valer a partir de 1° de janeiro de 2017. O novo salário mínimo foi anunciado ontem (29) pelo governo federal.  

Em nota divulgada no início da noite dessa quinta-feira, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão informou que o reajuste significa um aumento de R$ 38,6 bilhões da massa salarial em 2017. Esse valor representa 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB) e, segundo o governo, terá “efeitos positivos na retomada do consumo e do crescimento econômico ao longo do ano”.

No dia 15 de dezembro, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento Geral da União para 2017 estabelecendo o novo salário mínimo no valor R$ 945,80. No anúncio oficial do valor, mais baixo, o governo explicou o motivo da alteração. A justificativa está no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para calcular o reajuste do mínimo e que foi menor do que o previsto inicialmente.

“A estimativa para o INPC em 2016 é de 6,74% calculada pelo Ministério da Fazenda, menor do que a previsão de 7,5% realizada em outubro quando do envio da Lei Orçamentária Anual de 2017 [...]. No acumulado do ano, até novembro, o INPC está em 6,43%. Em virtude da inflação menor em 2016, o reajuste será menor do que o previsto na LOA [Lei Orçamentária Anual]. Trata-se, portanto, de aplicação estrita da legislação”.


Edição: Aécio Amado

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

CAGED: Em 2016 858.333 desempregados até novembro.

O número de vagas de emprego fechadas em novembro de 2016 foi menor do que em novembro de 2015. Neste ano, foram perdidos 116.747 postos com carteira assinada – no ano passado, nesse mesmo mês, haviam sido 130.629. O resultado em novembro de 2016 é decorrente de 1.103.767 admissões contra 1.220.514 demissões. As informações constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (29).

Os dados mostram ainda que no acumulado do ano a queda registrada no emprego atingiu o montante de 858.333 postos de trabalho a menos, um declínio de 2,16%.  E no período dos últimos 12 meses, o número de empregos formais passou de 40,3 milhões para 38,8 milhões, uma perda de 3,65%.

Desempenho setorial

De todos os setores de atividade econômica, apenas o Comércio teve desempenho positivo em novembro, seguindo a tendência já registrada em outubro. Houve um acréscimo de 58.961 vagas, o que representa um aumento de 0,66%. A alta foi puxada principalmente pelo ramo Varejista, que abriu 57.528 postos. A maioria dos empregos foi criada nos segmentos do vestuário e acessórios, seguidos pelos supermercados, comércios de calçados e artigos para viagens.

Entre os setores com resultado negativo, destacaram-se a Indústria de Transformação (-51.859 postos), a Construção Civil (-50.891), os Serviços (-37.959) e a Agricultura (-26.097). Na indústria, a queda ocorreu principalmente nos ramos de produtos farmacêuticos (-12.211), alimentícios (-8.442), têxteis (-6.472) e de calçados (-4.033). Já a Agricultura foi influenciada por fatores sazonais, com ênfase no cultivo de cana-de-açúcar em São Paulo, que, sozinho, fechou 4.478 postos.

Dados regionais


O Rio Grande do Sul foi o estado com o melhor desempenho do mercado de trabalho no mês de novembro. Foi a única unidade da federação que teve saldo positivo, com a criação de 1.191 vagas formais. Os piores desempenhos foram registrados em São Paulo (-39.675 postos), em razão do saldo negativo em quase todos os setores, seguido pelo Rio de Janeiro (-12.438) e Minas Gerais (-11.402).

Fonte: Ministério do Trabalho

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Déficit primário de R$ 85 bilhões neste 2016 já é o maior da história. E dezembro ainda nem encerrou...

O setor público consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais) apresentou um déficit primário de R$ 39,1 bilhões em novembro, o maior rombo para o mês desde que o Banco Central (BC) deu início à série histórica do indicador, em dezembro de 2001. O déficit primário significa que arrecadação foi menor do que os gastos, sem levar em conta as despesas com o pagamento dos juros da dívida. 

O rombo foi puxado pelo déficit recorde do Governo Central (governo federal, previdência e Banco Central), de R$ 39,9 bilhões, conforme calculado pela metodologia do BC. Estados e municípios tiveram superávit (economia de recursos) de R$ 421 milhões, enquanto que as empresas estatais tiveram resultado positivo de R$ 314 milhões em novembro.

De janeiro a novembro, o setor público já acumula um déficit primário de R$ 85,1 bilhões, também o maior da história. Em 2015, o déficit foi de R$ 39,5 bilhões no mesmo período. A meta para o ano, conforme aprovada pelo Congresso Nacional na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), é de R$ 163,9 bilhões negativos.

Com o resultado, a dívida bruta do Brasil subiu um ponto percentual em novembro frente a outubro, chegando a 70,5% do PIB (Produto Interno Bruto).


Edição: Augusto Queiroz

EXAME: Ideias, Líderes e Produtos 2017


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Bacen: Previsões 2016 e 2017.


O Brasil terá inflação e crescimento econômico ainda menores neste ano, com queda nas projeções de ambos os indicadores também para 2017, de acordo com boletim Focus divulgado hoje (26) pelo Banco Central.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), principal indicador da inflação, medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), deve encerrar o ano em 6,40%, menos do que os 6,49% que haviam sido estimados há uma semana pelo Focus, e ainda dentro da meta oficial do governo, que é de 4,5% com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A queda na inflação acompanha o cenário de recessão econômica, com os economistas projetando, no penúltimo Focus do ano, uma recuo de 3,49% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2016, numa piora ante a projeção anterior, de -3,48%.

O baixo nível da atividade econômica já havia contribuído para que o Banco Central projetasse, no relatório da inflação divulgado na semana passada, que o IPCA encerraria o ano dentro da meta.  Para 2017, os economistas preveem que a inflação será de 4,85% e que o país voltará a crescer, porém a uma taxa bastante baixa, de 0,5% do PIB.

De acordo com o Focus - registro no qual o Banco Central apura toda semana a expectativa de 100 instituições financeiras e economistas para a economia - o Comitê de Política Monetária (Copom) deve retomar a redução da taxa básica de juros, a Selic.

Na mediana das projeções, a expectativa é que a Selic encerre 2017 em 10,50%. Hoje, a taxa encontra-se em 13,25%.

Edição: Augusto Queiroz

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Bacen: estimativa de inflação de 6,5% em 2016 e 4,4% em 2017. Assim seja!!!

O Banco Central (BC) passou a projetar inflação dentro da meta este ano, com redução em 2017. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou 6,5%, no limite da meta de inflação para 2016. A informação é do Relatório de Inflação do quarto trimestre, divulgada hoje (22), pelo BC.

A nova estimativa do BC está 0,1 ponto percentual abaixo da divulgada em setembro (6,6%). A meta de inflação tem como centro 4,5% e limite superior de 6,5%, neste ano. Para o próximo ano, o teto é 6%, mas a projeção do BC indica inflação no centro da meta (4,5%). A estimativa para 2017 é 4,4%. Em 2018, a expectativa é inflação ainda mais baixa, em 3,6%.

A probabilidade estimada de a inflação ultrapassar o limite superior da meta em 2016 é estimada em 45% e, em 2017, de 12%. Para 2018, a probabilidade está em torno de 4%.

Essas projeções fazem parte do cenário de referência, em que o BC supõe a manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano e o câmbio em R$ 3,40.

O BC também divulga as previsões feitas com base no cenário de mercado, com estimativas de analistas econômicos para a Selic e a taxa de câmbio. Neste cenário, a inflação também ficará no teto da meta (6,5%) este ano e cairá para 4,7%, em 2017. Em 2018, a projeção é que a inflação ficará em 4,5%.


Edição: Valéria Aguiar

The Economist: The future of liberalism How to make sense of 2016 - December 24th 2016.


Bacen: PIB 2017 crescerá 0,8%. Neste 2016 queda de 3,4%.

O Banco Central (BC) reduziu a projeção para o crescimento da economia no próximo ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos o país, passou de 1,3% para 0,8%.

A estimativa de queda para este ano foi revisada para 3,4%, ante 3,3%, previstos em setembro. As projeções constam do Relatório de Inflação do quarto trimestre, divulgado hoje (22)  pelo BC.

Segundo o relatório, a nova projeção para 2017 é “consistente com a probabilidade maior de que a retomada da atividade econômica seja mais demorada e gradual que a antecipada previamente”.

Para 2016, a previsão para a produção agropecuária é de recuo de 5,9%, ante estimativa anterior de 2,2%. A projeção para o desempenho da indústria passou de 3,3% para 3,5% de retração. O setor de serviços deverá retrair 2,5%, ante projeção anterior de 2,7%.

A estimativa para a retração dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) piorou de 8,7% para 10,1%. A projeção para a queda dos consumos das famílias é 4,2%, ante 4,4% previstos anteriormente.

Em 2017, a produção agropecuária deverá crescer 4%, a indústria 0,6% e o setor de serviços 0,4%. A estimativa para os investimentos é de 0,5% e para o consumo das famílias, 0,4%.


Edição: Valéria Aguiar

FSP: Odebrecht pagou US$ 1 bi em propina.


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Argentina: personaje del año 2016 de Clarín.

¿A quién votarías como personaje del 2016? Clarín seleccionó a los 14 nombres que fueron más relevantes en función de temas que captaron más minutos de lectura, artículos más visitados y compromiso generado con la audiencia. Asimismo se tuvieron en cuenta las repercusiones generadas en el ecosistema de medios sociales.

En esta encuesta valora a las figuras de acuerdo con tu afinidad según el criterio de máximo personaje del año. La suma de todas las preferencias armará el ranking final, que cierra el 25 de diciembre.

Lionel Messi: Este año amagó con dejar la Selección Argentina de fútbol, pero volvió sobre sus pasos luego caer en la final de la Copa América Centenario. Es una de las figuras más influyentes en el fútbol mundial con millones de fanáticos en todo el mundo.
Papa Francisco: Es el máximo jefe de la Iglesia Católica y uno de los líderes mundiales. Su visión política y palabras influyen decisivamente en el entramado político y social de la Argentina.
Mauricio Macri: Los cambios y ajustes económicos estuvieron entre los principales temas del año, la gran mayoría impulsados por el Gobierno. Su gobierno supone un desafío de construcción política en un país que ha oscilado entre momentos de crisis y bonanza en los últimos treinta año.
Lali Espósito: Con sólo 25 años, es una de las cantantes más influentes entre los adolescentes argentinos. Este año fue una de las protagonistas de la serie Esperanza Mía y lanzó una película. Es una de las figuras más influentes en redes sociales.
Barack Obama: Luego de ocho años de Gobierno, el Presidente de Estados Unidos abandona el poder para dar paso a un Presidente republicano y conservador. Su gestión estuvo marcada por la lucha contra el terrorismo, el cambio climático y la reactivación económica de su país.
Juan Martín Del Potro: Luego de superar una lesión que casi lo aleja de las canchas de tenis, se recuperó y obtuvo la medalla de plata en los Juegos Olímpicos y triunfos épicos que dieron la primera Copa Davis para la Argentina. Es hoy uno de los deportistas más queridos por la audiencia argentina.
Joaquín "El Chapo" Guzmán: Es probablemente el máximo narcotraficante en la historia de México y líder del cartel de Sinaloa. Su figura representa uno de las mayores tensiones y focos de violencia para el pueblo mexicano y la región. Luego de haber escapado de prisión el 16 de octubre de 2015, el 8 de enero de 2016 fue recapturado.
Marcelo Tinelli: Conductor, periodista y empresario. Es una de las máximas figuras de la televisión argentina a la cabeza de Showmatch, el programa de TV de mayor relevancia en el ámbito de la escena del espectáculo local. Como dirigente deportivo se desempeña como Vicepresidente de San Lorenzo y ha peleado activamente en su campaña para presidente de la AFA. Su ámbito de influencia se extiende al mundo de la política.
Donald Trump: Contra todos los pronósticos de las encuestas, ganó la Presidencia de Estados Unidos en las elecciones del 9 de noviembre. Como representante del Partido Republicano erigió una campaña de corte conservador y populista que triunfó sobre el actual curso de Estados Unidos. Sus comentarios racistas, misóginos y xenófobos lo ubicaron también en el centro de la escena.
Juan Manuel Santos: El Presidente de Colombia encarnó las negociaciones por un acuerdo de paz entre la guerrilla, paramilitares y el Estado. Fue galardonado con el Premio Nobel de la Paz.
Fidel Castro: Fue una de las figuras más controversiales e influyentes de América Latina durante el siglo XX, quien murió el 25 de noviembre pasado. El desarrollo de Cuba, donde lideró entre 1959 y 2008, estuvo en el foco de los principales medios del mundo.
María Eugenia Vidal: La gobernador de la provincia de Buenos Aires es una de las políticas con más alta imagen positiva. Cumple un año al frente de un territorio que estuvo regido por el peronismo y es epicentro fuertes problemáticas sociales. Es una de las principales aliadas del Gobierno nacional.
Bob DylanEl músico estadounidense, una de más máximas leyendas del rock, fue sorpresivamente galardonado con el Premio Nobel de Literatura, que no aceptó. Su elección fue disruptiva para el ámbito de la literatura, aunque la Academia Suecia la justificó en su aporte a "nuevas expresiones poéticas dentro de la gran tradición de la canción estadounidense".

Paula Pareto: La Peque es yudoca y médica de profesión. Se convirtió en los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016 en la primera mujer argentina en una disciplina individual en obtener la medalla de oro  y la primera en ganar dos medallas consecutivas.

A importância de debater o PIB nas eleições 2022.

Desde o início deste 2022 percebemos um ano complicado tanto na área econômica como na política. Temos um ano com eleições para presidente, ...