sexta-feira, 7 de julho de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Em junho os brasileiros depositaram mais do que sacaram na poupança.
Pelo segundo mês seguido, os brasileiros depositaram mais do que
sacaram na poupança. Em junho, a captação líquida (depósitos menos retiradas)
somou R$ 6,1 bilhões, informou hoje (6) o Banco Central (BC). O valor é quase
20 vezes maior que a captação líquida registrada em maio (R$ 292,6 milhões) e o
melhor para meses de junho desde 2013, quando os depósitos tinham superado as
retiradas em R$ 9,4 bilhões.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Da centro-esquerda à centro-direita o momento é complicado.
Hoje na Folha de S. Paulo o resultado de uma pesquisa do Datafolha que mede a inclinação ideológica no Brasil.
domingo, 2 de julho de 2017
A tragédia do Brasil desempregado é tão grave quanto um impeachment!
O IBGE divulgou com base no trimestre encerrado em maio a taxa de desemprego em 13,3%, o que se traduz em quase 13.4 milhões de desempregados. Apesar de ser um número já esperado pelo mercado, é assombroso e triste que a busca de soluções para os problemas econômicos brasileiros não estejam nas manchetes da imprensa, uma vez que as notícias políticas-policiais não param de chegar às redações. O momento atual exige soluções criativas, efetivas e sérias de nossos governantes sob pena de um estado de iminente convulsão social.
Neste domingo, passando o olho pelas manchetes dos nossos maiores jornais, o Brasil
continua o mesmo. E com ou sem impeachment, a situação política atual somente atrapalha a economia. Até quando?
Folha: Base de Temer evita declarar
apoio em votação da denúncia.
O Globo: Planos de saúde perdem clientes, mas lucro sobre 66%.
Estadão: Infraero
vê sobrepreço em obras de Cumbica e Viracopos.
sábado, 1 de julho de 2017
quinta-feira, 29 de junho de 2017
O Brasil rico e honesto que precisamos hoje. Podemos?
Assiste-se diuturnamente as notícias de corrupção na máquina política
brasileira e isso parece não tem um fim. Espera-se pelo menos que doravante os
eleitores tenham melhor consciência antes de digitar o seu voto na urna eletrônica.
No mais, lamentavelmente a corrupção está no cordial homem brasileiro desde o século
XV e em pleno século XXI ainda estamos muito aquém de sociedades realmente
honestas! Uma pena!
Enquanto isso, um impopular governo tenta manter-se no poder até
31/12/2018, o que é possível respeitando-se o que dispõe a Constituição
Federal. Porém, se desejar mesmo entregar o Planalto em 2018 a um sucessor eleito pelo
voto direto, o presidente deverá direcionar toda a sua energia para a questão
econômica, especialmente para o rombo nas contas públicas. Com a economia voltando a crescer, a inflação em queda e o emprego
retornando aos lares dos mais de 14 milhões de desempregados, é possível que míseros
índices de aprovação não derrubem o governo. Quanto aos casos de corrupção
investigados, que assim continuem.
O Brasil precisa e pode ser um país honesto
e rico. E isso independe do político de plantão e sim da vontade universal dos
brasileiros. Podemos em 2018 ser mais. E melhores.
CMN fixa a meta para a inflação em 4,25% para 2019 e em 4,00% para 2020.
A experiência de viver em um país com taxa de inflação elevada é muitas vezes esquecida pelos meus quase dois ou três leitores e/ou E-leitores que no distante ano de 1994 eram penalizados pelo dragão inflacionário. Uma pena!
Uma sociedade séria não pode nem pensar em conviver com essa doença. A queda da inflação é efetivamente uma boa notícia. Lembrando ainda que o prejuízo de uma economia inflacionária é maior para os de menor renda, além de atrapalhar a nossa visão de longo prazo.
"VOTO: O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a Resolução 4.582, que
fixou a meta para a inflação em 4,25% para 2019 e em 4,00% para 2020, com
margem de tolerância de um e meio ponto percentual para mais ou para menos.
quarta-feira, 28 de junho de 2017
O brasileiro precisa aprender a conviver sem agência bancária.
Considerando que de janeiro a maio deste ano foram fechadas 929
agências bancárias em todo o país, resta ao cliente acreditar que a tecnologia
digital não deixará na mão os milhões de clientes bancários.
Especialmente para quem mora no interior deste imenso Brasil a
torcida é para que as redes digitais funcionem efetivamente 24 horas sem quedas
e interrupções.
É um novo mundo de facilidades para os clientes e redução da burocracia brasileira.
Enquanto a crise política não for solucionada, a economia reage negativamente.
O Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia elaborada
pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da
Fecomércio/CE para o bimestre maio/junho e divulgado ontem registra, no geral, otimismo
na região metropolitana de Fortaleza. No entanto, nos segmentos específicos de nível
de emprego e salários reais as expectativas são pessimistas. O resultado da pesquisa está no http://www.fecomercio-ce.org.br/site/pesquisas/indice-expectativas-especialistas-economia
Diante do atual cenário político onde a preocupação maior do
governo é manter-se no poder até 31/12/2018, a incerteza se traduz em redução das
expectativas para crescimento do PIB neste ano e em 2018, o que não deixa de
ser uma péssima notícia para os mais de 14 milhões de desempregados.
terça-feira, 27 de junho de 2017
domingo, 25 de junho de 2017
sábado, 24 de junho de 2017
sexta-feira, 23 de junho de 2017
IBGE: IPCA-15 registrou 0,16% em junho, índice mais baixo para a prévia de junho desde 2006.
A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de
Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), registrou 0,16% em junho deste ano,
abaixo da taxa de 0,24% de maio. É o índice mais baixo para a prévia de junho
desde 2006, quando o IPCA-15 chegou a -0,15%.
Segundo dados divulgados hoje (23), no Rio de Janeiro, pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a prévia de junho,
a inflação oficial acumula taxa de 3,52% em 12 meses. A taxa acumulada em 12
meses é a menor desde junho de 2007 (3,44%).
Entre os grupos de despesa que mais contribuíram para a queda da
inflação na prévia do mês estão os alimentos e bebidas, que registraram
deflação (redução de preços) de 0,47% e os transportes (-0,10%).
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Bacen estima crescimento de 0,5% para o PIB 2017.
O Banco Central (BC) manteve a projeção para o crescimento
da economia este ano e reduziu estimativa para a inflação. De acordo com o
Relatório de Inflação, divulgado hoje (22), em Brasília, a projeção para a
expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços
produzidos no país, segue em 0,5% para 2017.
Entretanto, no relatório, o BC cita as reformas propostas
pelo governo, como a da Previdência e trabalhista, para que a economia se
recupere este ano. “A manutenção, por tempo prolongado, de níveis de incerteza
elevados sobre a evolução do processo de reformas e ajustes na economia pode
ter impacto negativo sobre a atividade”.
Sobre a inflação, o Banco Central diz que “permanece
favorável, com desinflação difundida inclusive nos componentes mais sensíveis
ao ciclo econômico e à política monetária [definição da taxa básica de juros, a
Selic]”, diz o relatório.
No relatório, as projeções para a inflação são apresentadas
em quatro cenários. A “projeção central”, elaborada considerando as estimativas
do mercado para a taxa de juros e o câmbio, indica inflação em torno de 3,8%,
0,2 ponto percentual abaixo da divulgada no relatório de março.
Para o fim de 2018, a projeção permaneceu em 4,5%. Na
estimativa para a inflação em 12 meses encerrados no final do segundo trimestre
de 2019, o índice cai para 4,3%.
No cenário com taxa de câmbio constante em R$ 3,30 e taxa
Selic estimada pelo mercado financeiro, a projeção para a inflação este ano
fica em 3,8% e sobe para 4,3% em 2018, abaixo do centro da meta perseguida pelo
BC (4,5%).
O BC também divulgou as projeções feitas com taxa de juros
inalterada no atual patamar (10,25% ao ano), mas considera essas estimativas
“pouco informativas” porque a Selic está em processo de redução.
“Entretanto, no espírito de manter elevado grau de
transparência, o Relatório de Inflação também reporta as projeções condicionais
que supõem taxa Selic constante”, diz o BC.
No cenário com taxa de juros e câmbio constantes, a inflação
fica em 3,8%, em 2017 e em 3,9%, em 2018. Por fim, no cenário com câmbio
projetado pelo mercado financeiro e Selic constante, a inflação fica em 3,8%,
este ano, e em 4% em 2018.
Edição: Kleber Sampaio
terça-feira, 20 de junho de 2017
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