Pular para o conteúdo principal

Economia brasileira: previsões para um ano medíocre.

No Boletim Focus divulgado nesta data pelo Banco Central, não temos boas notícias para os meus quase dois (milhões de) leitores.

A inflação continua sua espiral ascendente, com o IPCA 2014 estimado para 6,43% e para 2015 6,45%, tudo isso bem acima da meta de 4,50%.

Para 2014 o PIB continua em queda livre não devendo ultrapassar a casa dos 0,20%, prevendo-se uma leve alta para 0,80% para 2015.

Quanto à Taxa Selic, manteve-se para 2014 e 2015 os percentuais de 11,50% e 12,00%, respectivamente.

E para quem deseja viajar nas férias que chegam em  breve, o dólar não colabora. Estima-se fechar 2014 em R$/US$ 2,55 e para 2015 R$/US$ 2,65.

Colegas mais pessimistas estimam o PIB 2014 em algo próximo a zero e o US$ a quase R$ 3,00.


Quem viver, sobreviverá? 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Gustavo Franco: "Precisamos falar sobre herança."

Neste domingo de outono brasileiro, Gustavo Franco é mais uma vez preciso e didático ao evidenciar a situação atual da economia brasileira. 
Segundo ele, "E não por acidente as quedas no PIB do biênio 2015 e 2016, que se espera que atinjam 3,8% e 3,8%, ultrapassam o que se observou nos anos da Grande Depressão, 1930-31, quando as quedas foram de 2,1% e 3,3%. É fundamental que se tenha clara a exata natureza e extensão da herança, para que as dores inerentes ao árduo trabalho de reconstrução financeira e fiscal do crédito público sejam associadas a quem produziu a doença, e não ao médico."
Um texto para ler e reler.
No ESTADÃO: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,precisamos-falar-sobre-heranca,10000053939

Revista EXAME: Como roubar uma empresa.

Brasil: PIB 2007 - 2017 com previsões otimistas? Melhor não...

Para iniciar esta semana, neste domingo de sol no nosso outono brasileiro e considerando que o primeiro trimestre de 2016 já é passado, vide acima os resultados do PIB brasileiro para o período de 2007 - 2017, evidentemente com as previsões para os anos de 2016 e 2017. 

Diante desses números e da complexa situação econômica e política brasileira, consideramos muito otimismo um resultado de 1,5% do PIB para 2017.
Porém, como sonhar ainda não está sendo tributado...