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VERÃO 2008 - FÉRIAS? MAS QUANDO?

Entre apenas quatro dias do pedido na SARAIVA e o recebimento, já estou com dois presentes, pagos pelo meu cartão. Fazer o que? De Tony Judt, o seu "PÓS-GUERRA UMA HISTÓRIA DA EUROPA DESDE 1945". Esse livro foi selecionado pela TIME como o melhor livro do ano e estava entre um dos dez melhores do ano do NEW YOK TIMES. Pelo que já li, com toda o mérito ao autor. Depois farei uma resenha deste aprendiz de REL. De Rodrigo De Losso da Silveira Bueno, o seu ECONOMETRIA DE SÉRIES TEMPORAIS, boa indicação do Cristiano Costa abaixo. Trata-se de uma área que tenho interesse e que quase não inclui bibliografia em português. Espero que me seja útil num projeto que estou desenhando. Blog do Cristiano M. Costa: Dica de Livro: Econometria Um bom domingão para quem está em férias em praias nordestinas e muito calor para os que estão por aqui.

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Gustavo Franco: "Precisamos falar sobre herança."

Neste domingo de outono brasileiro, Gustavo Franco é mais uma vez preciso e didático ao evidenciar a situação atual da economia brasileira. 
Segundo ele, "E não por acidente as quedas no PIB do biênio 2015 e 2016, que se espera que atinjam 3,8% e 3,8%, ultrapassam o que se observou nos anos da Grande Depressão, 1930-31, quando as quedas foram de 2,1% e 3,3%. É fundamental que se tenha clara a exata natureza e extensão da herança, para que as dores inerentes ao árduo trabalho de reconstrução financeira e fiscal do crédito público sejam associadas a quem produziu a doença, e não ao médico."
Um texto para ler e reler.
No ESTADÃO: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,precisamos-falar-sobre-heranca,10000053939

Revista EXAME: Como roubar uma empresa.

Brasil: PIB 2007 - 2017 com previsões otimistas? Melhor não...

Para iniciar esta semana, neste domingo de sol no nosso outono brasileiro e considerando que o primeiro trimestre de 2016 já é passado, vide acima os resultados do PIB brasileiro para o período de 2007 - 2017, evidentemente com as previsões para os anos de 2016 e 2017. 

Diante desses números e da complexa situação econômica e política brasileira, consideramos muito otimismo um resultado de 1,5% do PIB para 2017.
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