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domingo, 16 de junho de 2019
sábado, 25 de maio de 2019
domingo, 19 de maio de 2019
quinta-feira, 2 de maio de 2019
segunda-feira, 18 de março de 2019
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Morre o economista e professor Fernando Cardim de Carvalho.
Possui graduação pela Universidade de São Paulo (1975), mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1978) e doutorado em Economia - Rutgers, the State University of New Jersey (1986). Atualmente é Professor Emérito de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Consultor de várias instituições, entre as quais Banco Central do Brasil, BNDES, FINEP, Anbima, iBASE, Action Aid USA, United Nations - CEPAL, United Nations - DESA. Editor Associado do Journal of Post Keynesian Economics. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Teoria Econômica, atuando principalmente nos seguintes temas: macroeconomia, economia brasileira, política econômica, economia internacional, crescimento e desenvolvimento.
domingo, 13 de agosto de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Octavio de Barros: Um exemplo de Economista. Parabéns!
Caros Clientes e Amigos,
“Faz mais presença em mim o que me falta”, dizia o grande poeta
pós-modernista Manoel de Barros.
Estou deixando as responsabilidades que exerci por quase 14 anos como
economista-chefe e como diretor do Departamento Econômico do Bradesco.
Continuarei colaborando de outras formas com a organização. A partir de
janeiro, passo a assumir posição de Consultor Econômico do Banco Bradesco,
assessorando a organização em diferentes áreas.
O Bradesco me proporcionou a maior experiência profissional de minha
vida. Pude construir, junto com uma valorosa equipe, o maior departamento
econômico do setor privado brasileiro. O DEPEC-Bradesco consolidou-se como um
departamento de alta projeção e credibilidade nacional e internacional.
Conseguimos construir um time coeso, unido, focado na missão definida desde a
sua criação. Um time de primeira linha, que certamente continuará a ajudar os
clientes e amigos dessa fantástica empresa, que será sempre para mim um exemplo
de oportunidades, de ética, de seriedade e de compromisso com os clientes e com
o país.
Chegou a hora das novas gerações assumirem as responsabilidades para as
quais foram preparadas. Apesar de me sentir tremendamente jovem e ativo, com
mais de 40 de vida profissional e acadêmica, as regras estatutárias de limite
de idade se aproximaram e precisam ser cumpridas e respeitadas e a renovação de
faz necessária. Fernando Honorato Barbosa, brilhante e competente economista,
assumirá as responsabilidades pelo Departamento Econômico do Bradesco.
Espero que possamos ainda compartilhar, com todos vocês e por muito
tempo, uma estreita cooperação, independentemente de novos desafios que eu
possa assumir, como consultor, conselheiro de empresas e palestrante.
Criei o Instituto República, empresa de consultoria/think tank registrada
no Brasil e na França (Institut République), cuja finalidade, a partir de
janeiro, será a de promover estudos, pesquisas, debates e eventos sobre
economia, política e cultura em geral. Breve darei notícias sobre esse tema.
Emocionado, agradeço à minha equipe de economistas e de apoio
administrativo que, todos, muito me ajudaram em minha trajetória profissional e
intelectual. Sem eles, o DEPEC não seria o que é hoje.
Agradeço, igualmente, à Diretoria Executiva e ao Conselho de
Administração do Bradesco, pela estima que sempre demostraram por minha pessoa.
Tenham certeza de que o Bradesco é um paradigma ético e modelo empresarial para
todo o país.
Há um provérbio alemão que traduz o meu momento atual: “quando nos
despedimos, há um olho que chora e outro que sorri”. Choro de nostalgia, por
tudo que vivi e pelos amigos conquistados. Sorriso, para a possibilidade de um
futuro ainda vibrante.
Octavio de Barros
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Economista Edmar Bacha é imortal.
A Academia Brasileira de Letras elegeu hoje, quinta-feira, dia 3 de
novembro, o novo ocupante da Cadeira 40, na sucessão do Acadêmico e jurista
Evaristo de Moraes Filho, falecido no dia 22 julho deste ano. O vencedor foi o
economista e escritor Edmar Lisboa Bacha – participou da equipe econômica que
concebeu e implantou o Plano Real –, que obteve 18 votos. Votaram 23 Acadêmicos
presentes e 10 por cartas. Os ocupantes anteriores da cadeira 40 foram: Eduardo
Prado (fundador) – que escolheu como patrono o Visconde do Rio Branco –, Afonso
Arinos, Miguel Couto e Alceu Amoroso Lima.
Economista, fundador e diretor do Instituto de Estudos de Política
Econômica/Casa das Garças, um centro de pesquisas e debates no Rio de Janeiro, Edmar
Bacha nasceu em Lambari, Minas Gerais, de uma família de escritores,
políticos e comerciantes. Casado com a antropóloga Maria Laura Viveiros de
Castro Cavalcanti, tem dois filhos e duas enteadas, além de cinco netos.
Concluiu a Faculdade de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Minas
Gerais e, em seguida, obteve o Ph.D. em Economia na Universidade de Yale, EUA.
É autor de inúmeros livros e artigos em revistas acadêmicas brasileiras e
internacionais. Seu último livro é Belíndia 2.0: Fábulas e Ensaios
sobre o País dos Contrastes (Civilização Brasileira, 2013).
Atualmente, está organizando um novo livro com o título: O Fisco e a Moeda:
Ensaios sobre o Tesouro Nacional e o Banco Central, que será publicado
ainda este ano. Foi professor de economia em diversas universidades no Brasil e
no exterior. No setor público, foi pesquisador no IPEA, presidente do IBGE e
presidente do BNDES. No setor privado, foi consultor sênior do Banco Itaú BBA e
presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimentos.
http://www.academia.org.br/noticias/abl-elege-o-economista-e-escritor-edmar-lisboa-bacha-para-cadeira-40-na-sucessao-do-jurista
domingo, 21 de agosto de 2016
sábado, 20 de agosto de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
O problema do mundo não é a economia, é a “idolatria do dinheiro”.
O alerta é do professor João César das Neves, o convidado do Almoço/Debate que a Associação Cristã de Empresários e Gestores promoveu no passado dia 20 em Lisboa.
O docente de Economia da Universidade Católica Portuguesa falou do seu mais recente livro: “A Economia de Francisco. Diagnóstico de um equívoco”, oportunidade para dizer “que há um aproveitamento das intervenções do Papa”, que “está a ser interpretado de forma ideológica”.
“A Doutrina Social da Igreja não pode ser capturada por nenhuma ideologia”, sublinha César das Neves que destaca a solução proposta pelo Papa “no sentido da cultura do encontro que deve substituir a cultura do descarte”.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
IPEA: Ernesto Lozardo, professor de economia da FGV é o novo presidente.
O novo presidente do Ipea é Ernesto Lozardo, empossado nesta quarta-feira, dia 1º, em cerimônia no Palácio do Planalto. O presidente interino, Michel Temer, também deu posse a Maria Silvia Bastos Marques no cargo de presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rogério Caffarelli no cargo de presidente do Banco do Brasil, Gilberto Occhi no cargo de presidente da Caixa Econômica Federal e Pedro Parente no como presidente da Petrobras.
A cerimônia teve a presença do ministro interino do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira, do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, entre outras autoridades. Em seu discurso, Michel Temer afirmou que Lozardo é uma pessoa de ideias – não de ideias abstratas, mas concretas –, algo essencial para a proposição de políticas públicas.
Lozardo é mestre em economia pela Columbia University, concluiu MBA na New York University e graduação em administração pública na mesma instituição. Foi secretário de Planejamento, Economia e Gestão do estado de São Paulo, bolsista em finanças na New York University e bolsista da Organização dos Estados Americanos (OEA). É professor de economia internacional, moedas e bancos na Fundação Getulio Vargas – Escola de Administração de Empresas de São Paulo.
sábado, 21 de maio de 2016
IPEA: Economista Manoel Carlos de Castro Pires é o novo presidente.
O economista Manoel Carlos de Castro Pires foi nomeado nesta quarta-feira, dia 18, para o cargo de presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Doutor em Economia pela Universidade de Brasília, Pires é efetivo da carreira de técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto desde 2004, com atuação reconhecida na área de finanças públicas e macroeconomia.
Antes de ser nomeado para presidir o Ipea, o economista esteve à frente da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, onde também foi secretário interino de Acompanhamento Econômico, diretor de Programas e coordenador Geral de Política Fiscal. Chefiou a Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Pires é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal Fluminense e tem mestrado em Economia da Indústria e da Tecnologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ganhou o Prêmio do Tesouro Nacional em 2007, 2008, 2009 e 2012.
sábado, 30 de abril de 2016
John Bates Clark Medal: Yuliy Sannikov, Clark Medalist 2016.
Yuliy Sannikov is a theorist who has developed new methods for analyzing continuous time dynamic games using stochastic calculus methods. His work has not only broken new ground in methodology, it has had a substantial influence on applied theory. He has significantly altered the toolbox available for studying dynamic games, and as a result of his contributions, new areas of economic inquiry have become tractable for rigorous theoretical analysis. The areas of application include the design of securities, contract theory, macroeconomics with financial frictions, market microstructure, and collusion.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Werner Baer: 1931-2016 - "A Economia Brasileira".
Werner Baer é/foi um dos mais respeitados acadêmicos sobre a história econômica brasileira.
Uma perda com grande sentimento de tristeza para os seus milhares de alunos e admiradores.
Com ele vai um pouco da nossa própria trajetória econômica.
Março, com suas célebres chuvas de verão, fechou para balanço com uma notícia realmente triste, num momento já tão conturbado.
segunda-feira, 14 de março de 2016
Lloyd Stowell Shapley, Nobel Laureate in Economics, Dies at 92.
O matemático e economista americano Lloyd S. Shapley, um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Economia de 2012, morreu no último sábado, aos 92 anos. Shapley estudava a Teoria dos Jogos, um ramo da matemática aplicada que estuda situações estratégicas, para entender o processo de tomada de decisões no mundo real.
A Rand Corporation, onde Shapley trabalhou como pesquisador, disse por meio de nota publicada em seu site, nesta segunda-feira, que ele morreu no sábado em Tucson, no estado do Arizona. De acordo com o texto, a saúde do matemático piorou depois que ele quebrou o quadril há algumas semanas.
Shapley dividiu o Nobel de Economia com o também americano Alvin Roth por pesquisas independentes que mostraram como unir diferentes agentes econômicos, como estudantes e escolas ou doadores de órgãos e pacientes, proporcionando benefícios mútuos.
Na época, a comissão do Nobel afirmou que Shapley utilizou a Teoria dos Jogos para estudar e comparar vários métodos de combinação e descobrir como se certificar de que essas combinações são aceitáveis para todos os envolvidos. Já a pesquisa de Roth aplicava esses princípios ao mundo real.
http://extra.globo.com/noticias/economia/morre-lloyd-shapley-ganhador-do-premio-nobel-de-economia-rv3-3-18874195.html#ixzz42v0eKpET
http://www.rand.org/news/press/2016/03/14.html
terça-feira, 25 de agosto de 2015
CORECON SP: Homenagem Dia do Economista.
DIA
DO ECONOMISTA
13/08/2015
Carlos
Roberto de Castro
Professor de
Economia, ex-Presidente do CORECON-SP e do COFECON
Embora
a profissão de economista já tenha atingido a sua terceira idade – completados
no dia 13 agosto 64 anos de existência, reconhecida pela edição da Lei nº 1.411
de 13 de agosto de 1951 - até hoje sua atividade é pouco compreendida pela
sociedade, sendo, não raro, muitas vezes confundida por outras profissões.
Se
citarmos o médico, o advogado, o engenheiro, por exemplo, prontamente se cria
uma expectativa de quais sejam as atividades de cada um desses profissionais.
Mais
exposto à opinião pública e mais diretamente vinculado ao sucesso ou insucesso
do cenário em que atua, o economista é frequentemente apontado como responsável
pelos problemas econômicos que passam, invariavelmente, a ter cunho social.
O
profissional economista se preocupa com um aspecto do comportamento humano:
aquele que se origina do fato de as ambições dos homens serem maiores que sua
possibilidade de satisfazê-las.
De
forma resumida, questão econômica – em um conceito amplo – se configura quando
estão presentes quatro condições:
1)
múltiplos objetivos pretendidos;
2)
possibilidade de apresentação desses objetivos em escala hierárquica
3)
insuficiência de recurso para o atendimento integral de todos os objetivos
propostos; e
4)
possibilidade de aplicação desses meios, alternativamente entre os diversos
objetivos.
Em
outras palavras, cada solução tem seu custo. Existe sempre um preço a pagar.
Atuamos
no campo das ciências humanas e, portanto, trabalhamos com variáveis
condicionadas, também, por fatores sociais e políticos.
Jamais
conseguiremos eliminar completamente as margens de erro porque não podemos
fazer experiências de laboratório, repetindo simulação de fatores idênticos.
É
a interação do comportamento de milhões de indivíduos, cada um pensando em si,
com suas próprias expectativas, mas sujeitos a restrições do seu orçamento e do
sistema de preços; ou seja, trata-se de uma ciência que procura descrever o
comportamento de homens e mulheres produzindo, comprando e vendendo coisas.
Os
economistas têm uma formação matemática que permite lidar com números com
competência; uma formação histórica e sociológica que permite ter uma visão de
conjunto das mudanças; um treinamento da expressão escrita e uma formação
teórica consistente.
O
Economista é, portanto, um profissional que a partir de um bom domínio da
Ciência Econômica está capacitado para intervir no processo social, oferecendo
a melhor contribuição específica sobre aspectos que são privativos de sua
profissão. Ou seja, ele está apto a colocar a serviço da sociedade moderna um
conjunto de conhecimentos científicos, acumulados e sistematizados ao longo de
toda a história, tanto política, quanto social e econômica.
São
essas regularidades que os economistas pretendem conhecer e utilizar para fins
de política econômica. Cada cenário reúne condições novas, embora semelhantes
aos fenômenos anteriores.
Nosso
compromisso, como profissionais de economia é conhecer cada vez melhor nossa
área de atuação e conhecer os instrumentos que essa ciência nos oferece para
minimizar ao máximo as possibilidades de erro
Importa
ter sempre em mente que o trabalho teórico tem uma destinação própria: Fazer compreender a realidade.
Mas
é preciso compreender que a teoria deve ser aplicada ao momento histórico por
quem conheça as suas limitações. É imprescindível que as condições reclamadas
para sua validade estejam presentes.
Por
sua formação o economista tem um mercado de trabalho bastante diversificado,
podendo atuar em empresas públicas ou privadas, de vários segmentos produtivos.
O
conhecimento da realidade de mercado e do ambiente político-legal em diversos
países permite ao economista planejar as ações estratégicas (volume de oferta,
política de preços, etc.), analisar o retorno dos investimentos da empresa e o
comportamento da demanda, entre outras atividades de simulação e planejamento.
Para
a consecução destes objetivos o economista tem que se relacionar com uma equipe
multidisciplinar que envolve especialistas de diferentes áreas de atuação.
Portanto,
economista não é somente aquele que faz orçamentos, planejamentos, análises de
investimentos etc. Mas é aquele profissional que, além de exercer todas estas
funções, é capaz de pensá-las dentro de um contexto geral de todo o processo de
distribuição e produção da sociedade.
Parafraseando
o saudoso professor Armando Dias Mendes:“Não basta ser um bom Economista,
é preciso ser um Economista bom”.
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