With the presidential election results now certified
in all 50 states and Washington, D.C., Hillary Clinton won a total
of 65,844,610 votes ― 48.2 percent ― compared with Trump’s 62,979,636 votes ―
46.1 percent ― according to David Wasserman of the nonpartisan Cook Political Report. Other
candidates took 7,804,213 ballots, or about 5.7 percent of the popular vote.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Governo arrecada mais pelo segundo mês consecutivo.
A arrecadação de impostos e contribuições federais chegou a R$ 102,245
bilhões em novembro. Na comparação com novembro de 2015, houve um pequeno
aumento real (descontada a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao
Consumidor Amplo – IPCA) de 0,1%.
No acumulado do ano, a arrecadação continua em queda. De janeiro a
novembro, chegou a R$ 1,162 trilhão, com queda real de 3,16% em relação ao
mesmo período de 2015. As informações foram divulgadas hoje (20) pela
Secretaria da Receita Federal.
Novembro foi o segundo mês consecutivo de crescimento da arrecadação
tributária. Em outubro, o governo arrecadou R$ 148,7 bilhões, o maior volume de
recursos já registrado para o mês. O resultado foi impulsionado pelo programa
de regularização de ativos, também conhecido como repatriação.
O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal,
Claudemir Malaquias, concede entrevista esta tarde sobre os dados da
arrecadação de novembro.
Edição: Maria Claudia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-12/arrecadacao-cresce-e-chega-r-102245-bilhoes-em-novembro
NYT: Time to End the Electoral College.
Enquanto isso, 2017 na América promete muitas notícias!!!
http://www.nytimes.com/2016/12/19/opinion/time-to-end-the-electoral-college.html
Henrique Meirelles: para 2017 PIB em alta e inflação em queda.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem (19) que trabalha
com a expectativa de que o Brasil já tenha crescimento no primeiro trimestre do
ano que vem. Segundo o ministro, se a comparação for feita entre o último
trimestre de 2017 com o último trimestre de 2016, a pasta já prevê mais de 2%
de crescimento.
Meirelles fez a declaração ao comentar a projeção de
instituições financeiras de queda do Produto Interno Bruto
(PIB, a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) para 2017, em que a
expectativa de crescimento foi alterada de 0,70% para 0,58%, na nona redução
consecutiva.
Em relação ao PIB, disse o ministro, trata-se de um cenário em que fica
cada vez mais claro que haverá retomada da economia. “Nossa expectativa é que o
Brasil já esteja trabalhando com crescimento no primeiro trimestre de 2017.”
Ele reconheceu que o crescimento médio do ano está em um patamar baixo e que o
mercado revisou isso “um pouquinho para baixo”.
“Mas é muito em função dessa queda
pronunciada do PIB este ano, inclusive no quarto trimestre”, ressaltou
Meirelles, após participar de evento da Receita Federal na Ilha Fiscal, no Rio
de Janeiro.
O ministro lembrou que as projeções do PIB são uma média de 2017 contra a
média de 2016. “E como [em] 2016 caiu muito, quando começar o crescimento de
2017, começará de uma base baixa.”
Ele explicou que a média contra a média caracteriza-se por ter baixo crescimento,
mas ressaltou que, se for comparado o último trimestre de 2017 com o último
trimestre de 2016, já pode ser previsto mais de 2% de crescimento, quarto
trimestre contra quarto trimestre. “Portanto, isso é que vai ser percebido, em
última análise, pela população brasileira: a melhora na margem, isto é, a
melhora trimestre a trimestre, chegando ao final do ano com um crescimento
importante, se compararmos o último trimestre de 2017 com o último trimestre de
2016.”
Meirelles também afirmou que a queda de inflação projetada pelo mercado
financeiro é uma “evolução esperada”. O mercado financeiro passou a projetar
inflação dentro da meta este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 6,52% para 6,49%. A meta de inflação é 4,50%
e limite superior de 6,50%. A estimativa para o índice caiu pela sexta vez
seguida, segundo o Boletim Focus, feito com base em pesquisa do Banco Central a
instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.
“Temos uma evolução esperada, de um lado, a queda da inflação, resultado
não só dos projetos de ajuste fiscal que colaboram na formação da expectativa
de inflação, mas também do trabalho do Banco Central. Tudo isso faz com que
estejamos num processo continuado de convergência da inflação, da expectativa
de inflação para a meta. Isso está dentro do esperado”, disse o ministro.
Henrique Meirelles destacou que a crise herdada pelo governo Temer é
enorme: um déficit público de R$ 170 bilhões, uma recessão “que é a maior da
história do Brasil”. “Não devemos subestimar isso. Estamos tomando as medidas
necessárias, por meio de emenda constitucional para enfrentar os gastos
públicos, reforma da Previdência, mudanças fortes na postura de combate à
inflação, uma agenda de aumento da produtividade do Brasil, anunciada na semana
passada.”
De acordo com o ministro, é um projeto extenso de recuperação da economia
brasileira, em que se parte de uma base muito baixa. “É a maior crise e
recessão do Brasil desde que o PIB brasileiro começou a ser medido no início do
século passado.”
Na última quinta-feira (15), o ministro anunciou, ao lado do presidente
Michel Temer, uma série de medidas para estimular a recuperação econômica. “A
boa notícia é que as medidas estão sendo aprovadas e sendo anunciadas e que o
Brasil vai crescer o ano que vem”, completou Meirelles.
Edição: Nádia Franco
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Russia’s ambassador to Turkey was shot dead at an art exhibition in the Turkish.
Russia’s ambassador to Turkey, Andrey Karlov, was shot dead at an art exhibition in the Turkish capital of Ankara on Dec. 19, Russian Foreign Ministry has confirmed.
Karlov was shot by a gun while making a speech at a photography exhibition in the Turkish capital, the Russian embassy said, adding that it believed that it was a radical Islamist attack.
Russian Foreign Ministry spokesperson Maria Zakharova later announced that Karlov succumbed to his wounds.
The Crown - Netflix: o melhor da tela de 2016!
Neste 2016 vi muita coisa boa nas teles da vida, mas a minha preferência vai para a coroada The Crown, no Netflix.
Imperdível!!!
Bacen: E o PIB 2016 continua na estimada retração de 3,48%. Que venha então 2018!!!
No Boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, o mercado revisou nova queda para o PIB de 2017, que cresceria apenas 0,70%.
Previsões de inflação e Selic também em tendência de queda!
Em síntese, para 2016:
PIB: manteve a queda para 3,48%;
Inflação: IPCA em leve baixa de 6,52% para 6,49%;
Dólar: leve ajuste de R$ 3,39 para R$ 3,38;
Taxa básica de juros (Selic): manteve-se em 13,75%.
sábado, 17 de dezembro de 2016
FMI: Argentina 2016 - un nuevo paisaje económico.
Argentina es conocida como la tierra del tango, el Malbec y algunos de
los mejores futbolistas del mundo. Pero Argentina también es famosa por
albergar algunos de los paisajes más diversos y los puntos más extremos del
mundo; desde los bosques subtropicales y las cataratas del Iguazú en el norte
hasta los glaciares del Perito Moreno en el sur, y desde el punto más bajo en
América del Sur (Laguna del Carbón) hasta la cima del continente (el cerro
Aconcagua).
La economía argentina, tal como el paisaje del país, ha tendido a oscilar
entre extremos. En el transcurso de los años se han registrado varias crisis
económicas y financieras, incluida la de 2001, que dada su severidad es
comparable con la Gran Depresión de Estados Unidos.
Al retornar a Argentina en septiembre de 2016 para realizar la primera evaluación económica en una
década (conocida como Consulta del Artículo IV), el FMI encontró a las
autoridades embarcadas en un ambicioso proceso de transición hacia una economía
más estable y sostenible, una economía capaz de reducir a un mínimo el riesgo
de que en el futuro el paisaje económico del país sufra fluctuaciones extremas.
Buen rumbo
Para comprender lo compleja que es la transición quizá convenga
remontarse a diciembre de 2015, justo después de las elecciones que culminaron
con la victoria sorpresiva de la coalición liderada por Mauricio Macri.
Para entonces, las reservas internacionales de Argentina estaban en un
nivel bajísimo, el tipo de cambio estaba sumamente sobrevaluado, había un alto
déficit fiscal que se financiaba principalmente con transferencias monetarias
del banco central, la inflación era una de las más altas del mundo, los
déficits comercial y en cuenta corriente estaban en aumento, existía una vasta
red de barreras comerciales y restricciones cambiarias, la tasa de inversión
era la más baja en América Latina, y el litigio de 10 años con los acreedores hold-out había
cerrado el acceso a los mercados internacionales de capital. Las intervenciones
generalizadas del gobierno habían debilitado gravemente las instituciones del
país y socavado la credibilidad de los indicadores económicos y sociales
elaborados por el organismo nacional de estadística.
Al nuevo gobierno no le quedaba más que empezar a rectificar los
numerosos desequilibrios y distorsiones. Tras un año de gestión, los logros del
gobierno son numerosos: desmantelamiento completo de los controles cambiarios,
adopción de un régimen de metas de inflación con un tipo de cambio flotante,
gestiones iniciales para fijar las tarifas de los servicios públicos en niveles
más próximos a los precios internacionales, retorno exitoso a los mercados
internacionales de capital tras la rápida solución de la controversia de 10
años con los acreedores hold-out, y mejoras notables en la gestión
de gobierno. Una de las medidas adoptadas fue una reforma integral del
organismo nacional de estadística, que culminó con la divulgación de nuevas
estadísticas oficiales creíbles (y, por ende, el levantamiento de la declaración de censura a
comienzos de noviembre). Por otro lado, las autoridades federales optaron por
una estrategia cautelosa para combatir el déficit fiscal, basada en gran medida
en una reducción muy gradual de los subsidios a la energía, en vista asimismo
del debilitamiento de la economía (que ha estado contrayéndose desde el último
trimestre de 2015).
Redondear la
transición
Los logros de Argentina hasta la fecha son admirables, pero aún queda
mucho por hacer para completar la transición hacia un entorno económico más
estable y reanudar un crecimiento vigoroso, sostenido y equitativo, sin dejar
de proteger a los pobres ante los inevitables costos del ajuste.
La evaluación económica de
Argentina realizada por el FMI se centró en las prioridades de política que son
fundamentales para seguir avanzando por la misma senda, y consta de tres
recomendaciones principales:
- Los avances en la reducción del déficit
fiscal deben continuar, a un ritmo acorde con la necesidad de reducir al
mínimo el impacto en los más vulnerables, y deben basarse en la
reasignación del gasto y la racionalización del sistema tributario. Es cierto que
un ajuste fiscal más intenso en la etapa inicial rebajaría las tasas de
interés, aliviaría las presiones sobre la moneda y reduciría el riesgo
derivado de la dependencia excesiva del financiamiento externo, pero una
serie de limitaciones económicas, sociales y políticas justifican una
reducción gradual del déficit fiscal. Concretamente, la reducción del
gasto público corriente, que se disparó en la última década, debería
estimular la inversión pública en infraestructura y reducir los impuestos
de las empresas y los hogares. La adopción de un marco fiscal a mediano
plazo ayudaría a dotar de credibilidad al necesario reequilibramiento
fiscal.
- El ritmo de desinflación debe seguir teniendo
en cuenta los costos económicos que genera a corto plazo. Reducir la inflación a una cifra
de un solo dígito es esencial para afianzar el crecimiento a largo plazo y
reducir la pobreza, pero es probable que la orientación restrictiva de la
política monetaria que es necesaria para forjar la reputación
antiinflacionaria del banco central haga mella en el producto a corto
plazo. Para contrarrestar ese efecto, el informe recomienda modificar la
carta orgánica del banco central, limitando el mandato de la institución a
la estabilidad de precios, y excluyendo la posibilidad de financiamiento
del déficit fiscal.
- La reconstrucción de los cimientos del
crecimiento exigirá reformas de gran alcance por el lado de la oferta. Esto incluye mejorar la calidad de
la infraestructura, eliminar las barreras comerciales restantes,
reformular las regulaciones de los servicios públicos, robustecer la
eficiencia del mercado y la competencia en industrias clave del sector
privado (incluido el de la energía), y seguir llevando adelante el
exhaustivo plan anticorrupción del gobierno.
Los avances en todos estos frentes requerirán tiempo, perseverancia y
agilidad política. Pero llevar a término la transición que se inició a finales
de 2015 encierra la promesa de un nuevo paisaje económico en Argentina, un
paisaje que permita mejorar significativamente los niveles de vida de la
población.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
PIB Ceará: queda de 2,5% no segundo trimestre de 2016.
O PIB do Ceará retraiu 2,5% no segundo trimestre de
2016, em relação ao trimestre anterior, quando havia recuado 1,1%, de acordo
com dados dessazonalizados do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do
Ceará (Ipece). Ressalte-se que a trajetória adversa do PIB repercutiu,
fundamentalmente, o desempenho negativo da agropecuária. Refletindo, em parte,
retrações no emprego e no comércio, o IBCR-CE diminuiu 0,6% no trimestre
finalizado em agosto, em relação ao terminado em maio, quando havia registrado
estabilidade, segundo dados dessazonalizados. Importante destacar que, na
medida em que o indicador havia apresentado retrações importantes em trimestres
anteriores, sua evolução recente representa indicativo de acomodação da
atividade econômica no estado. No âmbito da demanda, as vendas do comércio
varejista ampliado recuaram 1,9% no trimestre encerrado em agosto, em relação
ao terminado em maio, quando haviam decrescido 2,7%, segundo dados
dessazonalizados da PMC, do IBGE. Destacaram-se as reduções nas vendas de
móveis e eletrodomésticos, e de veículos, motocicletas, partes e peças,
evolução consistente com o reduzido dinamismo das operações de crédito
superiores a R$1 mil realizadas no estado, que recuaram 0,3% no trimestre. O
desempenho dos gastos com consumo é compatível com a distensão observada no
mercado de trabalho do estado, que registrou, segundo o Caged/MTPS, a
eliminação de 6,2 mil postos de trabalho formais no trimestre encerrado em
agosto, concentrada no comércio e na indústria de transformação. O nível de
emprego formal no estado, considerados dados dessazonalizados, decresceu 0,9%
no período. Nesse cenário, segundo a PNADC, do IBGE, a taxa de desemprego
atingiu 11,4% no segundo trimestre de 2016 (8,8% em igual período de 2015) e o
rendimento médio real habitualmente recebido pelos ocupados decresceu 2,3%. O
volume de serviços não financeiros decresceu 2,6% no trimestre encerrado em
agosto, em relação ao finalizado em maio, segundo a PMS do IBGE, com destaque
para o recuo de 14,6% no segmento de segmento serviços prestados às famílias.
Nota-se certa acomodação, na margem, em setores associados à atividade da
indústria, como serviços de transportes, evolução consistente com a relativa
recuperação registrada na atividade industrial.
De fato, o exame dos condicionantes da oferta mostra que
a produção industrial do estado repetiu, no trimestre encerrado em agosto, a
expansão de 0,4% registrada no trimestre finalizado em maio, de acordo com
dados dessazonalizados da PIM-PF, do IBGE. Destacaram-se os crescimentos nas
atividades produtos têxteis e coque, produtos derivados do petróleo e
biocombustíveis. A indústria do estado deverá ser impulsionada, nos próximos
trimestres, pelo início de operação da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).
Ressaltese que as importações realizadas pela CSP para a conclusão da montagem
de suas principais plantas exerceram impacto acentuado sobre a balança
comercial do estado, que registrou, segundo o Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior (MDIC), deficit de US$2,2 bilhões nos nove
primeiros meses de 2016 – o crescimento de 34,9% registrado nas importações no
período, em relação a igual intervalo de 2015, refletiu, sobretudo, o aumento
de 664,5% nas compras de bens de capital, destinadas principalmente ao projeto
mencionado. Conforme mencionado anteriormente, o desempenho da agropecuária
constitui fator preponderante para a retração do PIB cearense no decorrer do
ano, destacando-se os impactos de condições climáticas adversas e de redução da
agricultura irrigada voltada para a produção de frutas e de legumes. Nesse
contexto, a safra de grãos do estado deverá totalizar 203,7 mil toneladas em
2016, retraindo-se 9,5% no ano, de acordo com o LSPA de setembro. A inflação ao
consumidor da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), medida pelo IPCA,
desacelerou, na margem, no trimestre encerrado em setembro, em ambiente de
reduções nas variações dos preços nos segmentos de bens monitorados e bens não
comercializáveis, com destaque para a redução do impacto da alimentação.
Ressalte-se que, a exemplo do observado em nível nacional, a redução da
inflação subjacente no setor serviços mostrou relativa resistência nos últimos
meses. A evolução recente dos indicadores econômicos do Ceará sugere relativa
acomodação da atividade no estado. Contudo, a maturação de importantes
empreendimentos, com ênfase no início da atividade da CSP, e as perspectivas de
reversão da crise de confiança dos agentes econômicos deverão favorecer a
evolução da economia cearense nos próximos trimestres.
Papa Francisco e a morte de Dom Paulo Evaristo Cardeal Arns.
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO SOBRE O FALECIMENTO DO CARDEAL PAULO EVARISTO
ARNS
Brasília, 15 de dezembro de 2016
Eminência,
Na ausência do Senhor Núncio Apostólico, Dom Giovanni d’ Aniello, apraz
–me transmitir a Vossa Eminência, da parte de Sua Santidade Papa Francisco e do
Eminentíssimo Secretário de Estado, as seguintes mensagens:
Emmo e Revmo Dom Odilo Pedro Scherer
Cardeal Arcebispo de São Paulo
Recebida com grande pesar a notícia da morte do venerado irmão Cardeal
Paulo Evaristo Arns, venho exprimir –lhe a si e bispos auxiliares, ao clero,
comunidades religiosas e fiéis da Arquidiocese de São Paulo, bem como à família
do falecido, meus pêsames pelo desaparecimento desse intrépido pastor, que no
seu ministério eclesial se revelou autêntica testemunha do Evangelho no meio do
seu povo, a todos apontando a senda da verdade, na caridade e do serviço à
comunidade em permanente atenção pelos mais desfavorecidos.
Dou graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor e elevo
fervorosas preces para que Deus acolha na sua felicidade eterna este seu servo
bom e fiel, enquanto envio a essa comunidade arquidiocesana que chora a perda
do seu amado pastor e à Igreja do Brasil, que nele teve um seguro ponto de
referência, e a quantos partilham esta hora de tristeza que anuncia a
Ressurreição, uma confortadora bênção apostólica.
Francisco PP.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Bacen: IBC-Br sinaliza queda de 5,28% para o PIB 2016. Pior que em 2015...
A atividade econômica apresentou o quarto mês seguido de retração, de
acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Banco Central (BC), na internet. O
Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado
(ajustado para o período) registrou queda de 0,48%, em outubro, comparado a
setembro. Os dados atualizados mostram retração também em setembro (0,08%),
agosto (0,81%) e julho (0,05%).
Na comparação entre outubro deste ano e outubro de 2015, houve queda de
5,28%, de acordo com os dados sem ajustes já que a comparação é entre períodos
iguais.
No ano, o IBC-Br acusa queda de 4,82% e, em 12 meses encerrados em
outubro, retração de 5,09%, nos dados sem ajuste.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica
brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a
Selic.
O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três
setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do
volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o
Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país.
Edição: Kleber Sampaio
FGV: IGP-10 fechou 2016 com uma inflação de 6,95%.
O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) fechou 2016 com uma inflação de
6,95%, taxa menor que os 10,54% de 2015. Segundo a Fundação Getulio Vargas
(FGV), o IGP-10 de 2016 foi calculado com base em preços coletados entre os
dias 11 de dezembro de 2015 e 10 de dezembro deste ano.
Os três subíndices que compõem o IGP-10 tiveram quedas em suas taxas na
passagem de 2015 para 2016. O maior recuo foi observado no Índice de Preços ao
Consumidor Amplo, que analisa o comportamento do atacado, ao cair de 11,14% em
2015 para 7,3% neste ano.
O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa os preços no varejo, teve
uma queda semelhante, ao recuar de 10,25% no ano passado para 6,44% em 2016. Já
o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 7,4% para 5,84%.
O IGP-10 de dezembro deste ano ficou em 0,2%, superior ao apurado em
novembro (0,06%), mas inferior ao resultado de dezembro do ano passado (0,81%).
Edição: Kleber Sampaio
FGV: PIB nos últimos 12 meses acumula queda de 4,3%.
O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços
produzidos no país, acumula queda de 4,3% no período de 12 meses até outubro
deste ano, segundo estimativa da Fundação Getulio Vargas (FGV). Até setembro, a
taxa de queda acumulada do PIB em 12 meses era de 4,4%.
As taxas acumuladas em 12 meses pela indústria da transformação, o
comércio e os investimentos tiveram leve melhora em outubro, em relação a
setembro. Apesar disso, esses setores continuam com desempenho negativo:
transformação (-7,3%), comércio (-7,8%) e formação bruta de capital fixo, isto
é, investimentos (-12,5%).
De acordo com o Monitor do PIB-FGV, o Produto Interno Bruto do mês de
outubro deste ano é 0,48% inferior ao registrado em setembro e 4,5% menor do
que o registrado no mesmo mês do ano passado, a maior queda dos últimos sete
meses.
No trimestre encerrado em outubro deste ano, o PIB caiu 0,74%, na
comparação com o trimestre encerrado em julho.
De acordo com o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Claudio Considera, os
resultados mostram uma dificuldade em retomar o crescimento econômico que,
provavelmente, se estenderá até o primeiro semestre de 2017.
Edição: Graça Adjuto
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Fed raises rates for first time in 2016.
Information received since the Federal Open Market Committee met in
November indicates that the labor market has continued to strengthen and that
economic activity has been expanding at a moderate pace since mid-year. Job
gains have been solid in recent months and the unemployment rate has declined.
Household spending has been rising moderately but business fixed investment has
remained soft. Inflation has increased since earlier this year but is still
below the Committee's 2 percent longer-run objective, partly reflecting earlier
declines in energy prices and in prices of non-energy imports. Market-based
measures of inflation compensation have moved up considerably but still are
low; most survey-based measures of longer-term inflation expectations are
little changed, on balance, in recent months.
Consistent with its statutory mandate, the Committee seeks to foster
maximum employment and price stability. The Committee expects that, with
gradual adjustments in the stance of monetary policy, economic activity will
expand at a moderate pace and labor market conditions will strengthen somewhat
further. Inflation is expected to rise to 2 percent over the medium term as the
transitory effects of past declines in energy and import prices dissipate and
the labor market strengthens further. Near-term risks to the economic outlook
appear roughly balanced. The Committee continues to closely monitor inflation
indicators and global economic and financial developments.
In view of realized and expected labor market conditions and inflation,
the Committee decided to raise the target range for the federal funds rate to
1/2 to 3/4 percent. The stance of monetary policy remains accommodative,
thereby supporting some further strengthening in labor market conditions and a
return to 2 percent inflation.
In determining the timing and size of future adjustments to the target
range for the federal funds rate, the Committee will assess realized and
expected economic conditions relative to its objectives of maximum employment
and 2 percent inflation. This assessment will take into account a wide range of
information, including measures of labor market conditions, indicators of
inflation pressures and inflation expectations, and readings on financial and
international developments. In light of the current shortfall of inflation from
2 percent, the Committee will carefully monitor actual and expected progress
toward its inflation goal. The Committee expects that economic conditions will
evolve in a manner that will warrant only gradual increases in the federal
funds rate; the federal funds rate is likely to remain, for some time, below
levels that are expected to prevail in the longer run. However, the actual path
of the federal funds rate will depend on the economic outlook as informed by
incoming data.
The Committee is maintaining its existing policy of reinvesting principal
payments from its holdings of agency debt and agency mortgage-backed securities
in agency mortgage-backed securities and of rolling over maturing Treasury
securities at auction, and it anticipates doing so until normalization of the
level of the federal funds rate is well under way. This policy, by keeping the
Committee's holdings of longer-term securities at sizable levels, should help
maintain accommodative financial conditions.
Voting for the FOMC monetary policy action were: Janet L. Yellen, Chair;
William C. Dudley, Vice Chairman; Lael Brainard; James Bullard; Stanley
Fischer; Esther L. George; Loretta J. Mester; Jerome H. Powell; Eric Rosengren;
and Daniel K. Tarullo.
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