
Uma “curiosidade: em entrevista à EXAME, ROGOFF informa que no seu portfólio de ações, 10% são papéis de empresas brasileiras. Grande BRASIL e seu enorme potencial.

Uma “curiosidade: em entrevista à EXAME, ROGOFF informa que no seu portfólio de ações, 10% são papéis de empresas brasileiras. Grande BRASIL e seu enorme potencial.
Direto da revista DICTA&CONTRADICTA, um pensamento do genial GOETHE, para reflexão numa noite quente de verão.
“Um bom homem, por obscura que seja sua luta / Está ciente de que há apenas um caminho correto” (trad. livre).

Na Internet localizamos belas imagens, como a vista acima, mostrando o nosso planeta numa noite dessas qualquer.
Na The New Yorker que está nas bancas - http://www.newyorker.com/reporting/2010/03/01/100301, um perfil do PAUL KRUGMAN – no estilo daqueles da PIAUÍ. Gostei demais de uma foto dele e sua esposa, com os seus dois "amigos": a gata Doris Lessing e o gato Albert Einstein. Não é nada, não é nada, mas o colega tem um NOBEL na parede. E inteligência até na hora de escolher o nome dos felinos. Também, direto da VEJA, o Professor Barry Eichengreen, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, defende a regulação do mercado financeiro, mas avisa que crises são inerentes ao capitalismo.
Há consenso de que o mercado financeiro precisa ser regulado pelo estado?
Há quem mantenha a velha retórica da autorregulação, que implica deixar ir à falência aqueles que assumem riscos excessivos e se dão mal. No mercado financeiro, porém, isso não é possível. Temos bancos grandes demais, interligados demais, para que possam falir sem colocar em risco todo o sistema. Por isso, é preciso regular. Até banqueiros concordam com isso. Estive em Davos no mês passado, durante o Fórum Econômico Mundial, e metade dos banqueiros com quem conversei acha que o estado precisa adotar um papel mais decisivo na regulação e na supervisão dos mercados financeiros.
A boa regulação financeira teria evitado a atual crise?
Por melhor que seja, a regulação financeira não evita crises. As crises, as recessões, a volatilidade são intrínsecas ao funcionamento do capitalismo e da economia de mercado. São as fraquezas do mercado. A saída é usar o poder regulador e as políticas distributivas para limitar ou compensar as crises e suas consequências negativas. Quem fica desempregado, por exemplo, pode ser requalificado, receber seguro-desemprego.
O capitalismo está num mau momento?

Desde o início deste 2022 percebemos um ano complicado tanto na área econômica como na política. Temos um ano com eleições para presidente, ...