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O estado falha e erra.

Um exemplo de como a intervenção do estado na economia pode ser não só inócua - como um obstáculo à prosperidade, esta nas páginas amarelas da VEJA desta semana. Trata-se do exemplo citado pelo Prêmio Nobel em 1993 em Economia o americano ROBERT FOGEL.

Comentando sobre o porquê o governo de BARACK OBAMA não está conseguindo criar empregos na quantidade desejada, ele responde: “O governo exagerou na abordagem keynesiana, despejando uma montanha de dinheiro em programas governamentais complexos e demorados, quando deveria ter apostado em estímulos mais diretos ao setor privado. Medidas como abater das empresas impostos relativos ao investimento na instalação de fábricas, ou o estímulo à redução dos juros praticados pelos bancos, teriam muito mais efeito do que o incentivo à compra de carros, por exemplo. A meu ver, essa iniciativa foi um enorme equívoco. Afinal, os americanos já possuem dois automóveis por família. E em cada uma delas contam-se em média, apenas duas pessoas com idade para dirigir.”

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Um texto para ler e reler.
No ESTADÃO: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,precisamos-falar-sobre-heranca,10000053939

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